Quando Tooy Story foi lançando em 1995, ele foi um divisor de água no mundo da animação, foi a estreia dos Studios Pixar, e mudou a história do cinema, tornando a computação gráfica a técnica predominante na animação. Wood e sua turma conquistou uma legião de fãs, essa turminha de brinquedos nos cativou muito durante essa 24 anos. Acompanhamos juntos com os brinquedos o crescimento de Andy, ele se tornar adulto ir para faculdades e dar um novo destino para seus brinquedos.


Ontem estreou o Toy Story 4, confesso quando a Disney confirmou que faria o quarto filme da franquia fiquei com medo dos caras estragarem a estória. Nos três filmes anteriores, a franquia construiu uma linha narrativa madura sobre amizades e rupturas, sobre amadurecimento e morte. O terceiro filme, em especial, trás a despedida de Andy e a chegada da pequena Bonnie pareciam ser o final perfeito para a história de Woody, Buzz e companhia. Em um novo lar, os brinquedos tinham a oportunidade de fazer mais uma criança feliz, sem o risco de ficarem esquecidos no fundo de um armário, acumulando pó. Mas, terminar a exibição do filme tive a certeza que Toy Story 4 é a sequência que ninguém pediu mas todo mundo precisava ver. Então corram para os cinemas e levem seus lencinhos, pois vai valer a pena cada centavo do ingresso!



Sinopse: Bonnie (Madeleine McGrawToy Story 3) está em seu primeiro dia de pré-escola, vendo o medo da pequena a esse novo ambiente, Woody (Tom HanksPonte dos Espiões) resolve ir escondido na mochila dela para dar um apoio, nisso ele ajuda sem querer a garotinha a criar seu próprio brinquedo o 'Garfinho' (Tony Hale15h17 - Trem Para Paris), essa criação inusitada não se considera um toy e a confusão está armada, pois ele foge e Woody vai atrás dele, pois o confuso garfo é muito importante para a menina. Nessa jornada eles vão se deparar com um problemão, mas uma antiga amiga do cowboy está de volta para ajudá-lo. O retorno de uma das animações mais amada de todos os tempos, com toda turminha novamente, incluindo Buzz Lightyear (Tim AllenToy Story) e cia. No elenco temos novas vozes dublando no original como Keanu ReevesJordan Peele, entre outros. Direção de Josh Coley. Produção Pixar/Disney. Distribuição nacional da Disney/Buena Vista.









Fontes:






Em 2009 sofri um aborto espontâneo, foi uma notícia muito triste. Lembro que fiquei o dia todo chorando e abraçada com Serginho. Tê-lo era meu conforto. Para mães que sofreram um aborto ou que tiveram que enfrentar a morte prematura de um filho, a chegada de um novo bebê é a luz que vem depois de uma tragédia, como o arco-íris que vem depois da tempestade

Como sabemos o arco-íris é um fenômeno natural, visual e meteorológico, que forma um arco com as sete cores do espectro solar, visível sempre após uma chuva. Porem, ele significa muito mais do que isso. Esse fenômeno carrega em si uma mensagem de esperança depois de um período turbulento.


E Aninha é meu bebe arco-íris, quantas alegrias ela me trouxe, poder ter certeza que podia gerar uma nova criança e ser a irmãzinha de Serginho. Ela foi a minha luz depois da tempestade, de ter uma gravidez interrompida. De sair da maternidade depois de uma curetagem e não ter uma criança nos braço, do luto, do medo de engravidar e passar por aquele sofrimento novamente.

A definição dos bebês arco-íris pretende lembrar a todos, mães, futuras mães, mas na verdade qualquer pessoa, de que depois da tempestade virá a luz. E mesmo que esta luz não venha com a chegada de um novo filho, esta luz virá de um jeito ou de outro, por força da natureza.

E mesmo que a criança não venha de uma família com uma história tão triste por trás, um bebê sempre pode representar a luz, pois eles são a esperança de um futuro melhor para todos.


O documento do CPF eu fiz o dos meus filhos no mesmo dia que fiz o registro de nascimento no cartório, agora o documento de identidade eu fiz quando eles completaram 6 meses. Acredito que crianças podem utilizar a certidão de nascimento como documento válido por algum tempo, mas também é importante providenciar os documentos nacionais RG e CPF o quanto antes. Esses documentos são importantes porque a criança irá utilizá-los em vários momentos da vida: para fazer consultas, para viajar, para te acesso a plano de saúde, enfim, uma infinidade de burocracias, além de que é muito é mais pratico de carregar na bolsa que a certidão de nascimento. 


Por que fazer a carteira de identidade do bebê afinal ?

  • Porque é uma forma de ter os dados da certidão de nascimento e do CPF num mesmo documento.
  • Porque se conserva melhor e por mais tempo que a certidão de nascimento.
  • Porque, em caso de desaparecimento da criança, é mais fácil de encontrá-la através das impressões digitais.
  • Porque ele serve como documento de embarque em viagens nacionais e internacionais dentro do Mercosul

Algumas dicas para mamães na hora tirar a carteira de identidade dos filhos:

  • Tire o CPF antes da carteira de identidade. Você poderá colocar o nº dele na carteira.
  • Se o bebê for muito novo tire a foto dele em casa e mande revelar no tamanho 3×4. Há aplicativos que fazem isto. (Eu usei o aplicativo Foto para documento na Play store)
  • A carteira infantil pode ter foto sorrindo, mas exige-se que o fundo seja claro. Nós optamos por uma foto sorrindo do nosso filho, já que há esta possibilidade.
  • Se o bebê for mais agitado, tente levá-lo em um horário que esteja dormindo pois será necessário colher a impressão digital dos dez dedinhos das mãos!

O que você precisa saber:

O documento de identidade é gratuito e para emissão da 1ª via os documentos solicitados são:
(Gratuita conforme Lei Federal 12.687 de 2012)
- Certidão de Nascimento ou casamento, original atualizada (como matrícula única);
- 2 (duas) fotos 3x4 sem data e recente;
- Comprovante de residência próprio ou em nome do responsável legal;
- CPF (opcional).

OBS: Levar cópias dos documentos acima citados.
Aqui em Sergipe, agendar o atendimento no site do CEAC 


Há exatos cinco acordamos surpreendidos com Aninha reclamando que as pernas estavam doendo muito e não conseguia ficar de pé, tinha levado ao hospital havia 2 dias por causa de virose, estava sendo medicada. Fomos até a escola para comunicar a falta dela, e o pai de coleguinha que é ortopedista nos falou que ela estava com miosite.

O que é Miosite aguda benigna?

É um processo agudo viral da infância que se caracteriza por dor e fraqueza muscular nas extremidades inferiores. Dificulta a mobilidade das pernas, provocando a chamada marcha equina, com os joelhos flexionados ou até impedindo completamente de caminhar.
A causa é uma infecção respiratória prévia por vírus influenza A e B, parainfluenza, citomegalovírus, vírus da rubéola ou retrovírus. Pensa-se nela quando a criança tem dificuldade de andar sem ter sofrido nenhuma pancada ou feito exercício intenso que poderia explicá-la.
Os primeiros sintomas são respiratórios (catarro, nariz entupido, febre, tosse...). Depois de 3-5 dias aparece o resto dos sintomas: fraqueza e impossibilidade de usar as pernas, e forte dor nas panturrilhas.
Diagnostica-se mediante exame físico e exame de sangue.
O tratamento é sintomático; baseia-se em hidratação, repouso, analgésicos e anti-inflamatórios comuns. Os sintomas cedem em 24 a 48h.
Se você suspeita de miosite aguda e tem algum dos sintomas mencionados, vá a um pediatra para tratar os sintomas.
Epidemiologia
Encontrado igualmente em ambos os sexos. Ocorre entre as idades de 16 e 18 anos.

Sintomas

Dor na perna localizada nas panturrilhas
Andar com dificuldade
Aumento de fraqueza depois de repetir o mesmo exercício
Irritabilidade
Pernas cansadas




Fonte:


Não gosto do facebook, mas hoje de esse texto chamou atenção na linha do tempo, fui ate a pagina do autor, Eduardo Afonso, e encontrei coisas fantásticas Esse texto não é sobre usar limões para fazer limonada, é sobre usar proparoxítonas para ter mais credito. Achei o texto fantástico e divido com vocês. 
👇 
Há dois tipos de palavras: as proparoxítonas e o resto. 
As proparoxítonas são o ápice da cadeia alimentar do léxico. 
Estão para as outras palavras assim como os mamíferos para os artrópodes. 
As palavras mais pernósticas são sempre proparoxítonas. 
Das mais lânguidas às mais lúgubres. Das anônimas às célebres. 
Se o idioma fosse um espetáculo, permaneceriam longe do público, fingindo que fogem dos fotógrafos e se achando o máximo. 
Para pronunciá-las, há que ter ânimo, falar com ímpeto - e, despóticas, ainda exigem acento na sílaba tônica! 
Sob qualquer ângulo, a proparoxítona tem mais crédito. 
É inequívoca a diferença entre o arruaceiro e o vândalo. 
O inclinado e o íngreme. 
O irregular e o áspero. 
O grosso e o ríspido. 
O brejo e o pântano. 
O quieto e o tímido. 
Uma coisa é estar na ponta – outra, no vértice. 
Uma coisa é estar no topo – outra, no ápice. 
Uma coisa é ser fedido – outra é ser fétido. 
É fácil ser valente, mas é árduo ser intrépido. 
Ser artesão não é nada, perto de ser artífice. 
Legal ser eleito Papa, mas bom mesmo é ser Pontífice. (Este último parágrafo contém algo raríssimo: proparoxítonas que rimam. Porque elas se acham únicas, exóticas, esdrúxulas. As figuras mais antipáticas da gramática.) Quer causar um impacto insólito? Elogie com proparoxítonas.
É como se o elogio tivesse mais mérito, tocasse no mais íntimo. 
O sujeito pode ser bom, competente, talentoso, inventivo – mas não há nada como ser considerado ótimo, magnífico, esplêndido. 
Da mesma forma, errar é humano. 
Épico mesmo é cometer um equívoco. 
Escapar sem maiores traumas é escapar ileso – tem que ter classe pra escapar incólume. 
O que você não conhece é só desconhecido. 
O que você não tem a mínima ideia do que seja – aí já é uma incógnita. 
Ao centro qualquer um chega – poucos chegam ao âmago. 
O desejo de ser proparoxítona é tão atávico que mesmo os vocábulos mais ordinários têm o privilégio (efêmero) de pertencer a essa família – ou não seriam chamados de oxítonas e paroxítonas. Não é o cúmulo?
 
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Quando Sandy e Júnior se apresentou no programa Som Brasil do Lima Duarte(1989), eu já tinha 12 anos,  gostava de ouvir as músicas do pai deles – Xororó e o tal sertanejo raiz- e fiquei fascinada, ela com 6 anos e ele com 5. Pareciam dois rouxinóis. Essa era uma época na qual nós, crianças, víamos na tv sempre outras crianças cantando (Trem da Alegria, Balão Mágico, os Abelhudos). No inicio pareciam que seguiriam o ritmos sertanejo, mas aos poucos vieram surgindo um repertório romântico com famosa versões de Celine Dion, Bee Gees, Whitney Houston , Laura Pausini, Kenny Rodgers e por ais vai).

Eram os anos 90, sempre lembro com nostalgia dos anos 80, período da minha infância. Dizem que em meio aos trabalho, casamento, filhos e os boletos que temos que pagar, é natural sentir nostalgia de uma época em que nossa única preocupação era fazer o dever de casa e tirar boa notas nas provas. Nesse tempo as músicas eram alto-astral, mesmo com a musica do É o tchan, o funk carioca, nem parecia o de hoje. Tornei-me adolescente e continuei gostando da dupla, entre as fitas cassete de New Kids on the Block, tinha a deles. Não dava para não gostar. As músicas podiam ser ingênuas, mas não eram bobinhas. Com raras exceções, não se encaixavam em nenhum estilo mais específico do que o pop genérico, romântico mesmo. E a imagem dos irmãos era a mais sadia possível. Lembro que sonhava um dia ter filho parceiros como eles.

No ano de 2001 tive oportunidade de ir a outro show da dupla. Foi inesquecível, por ter ficado ao lado do palco, por esta vivendo aquele momento. Mas, em 2007 foi anunciado o fim da dupla depois de 18 anos. O vazio deixado por eles jamais foi preenchido, a música brasileira se encheu de bumbuns e sofrências, sem ninguém cantando nada para os menores de idade. Sandy se casou, teve filho e seguiu carreira solo, sem jamais repetir o antigo sucesso. Júnior se tornou raro na mídia, trabalhando nos bastidores e optando por uma vida mais discreta. Casou e também teve um filho.

Fã que é fã não esquece, e passei a paixão por essa dupla para minhas filhas, sempre estamos lá tentando imitar as coreografias dos dvds dos da dupla que tenho. E 2019 eles anunciaram uma a primeira turnê em mais de uma década em comemoração aos 30 anos da primeira apresentação. Fiquei triste porque Aracaju não está na lista de cidade contempladas. Semana passada, os ingressos para os shows começaram a ser vendidos online, e quebraram a internet. Segunda tristeza: não consegui comprar ingressos para o show em Salvador/BA.

Sandy e Junior provaram que eles são fenômeno, nos anos 90 eram uma unanimidade nacional. Ricos e pobres, sulistas e nordestinos: todo mundo gostava dos filhos de Noely e Xororó. E eu, continuo na torcida dessa turnê se estender para demais capitais, e Eles passarem por aqui. 
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Quando descobrimos que estamos grávidas, primeiro vem a emoção, saber que estamos gerando um “serzinho”, que vamos ter que cuidar para sempre. Depois, as preocupações: será que serei uma boa mãe? Na primeira ultrassom morfológica, sentimos um alívio, quando medico descarta a síndrome de Down, ficamos com a falsa sensação que está tudo bem, meu filho vai ser normal.

Vivi com essa falsa impressão em relação a Serginho ate o ano passado. Meu filho nasceu normal, andou com 10 meses, começou a falar com 1 ano e 6 meses, mamou até os 2 anos como recomenda a Organização Mundial de Saúde. Parecia uma criança tranquila, quando surgiu alguns problemas na escola. Primeiro as notas começaram a cair, comecei a tomar lição junto na véspera das provas, ele sabia tudo. Fiquei tranquila. As notas vão melhorar, só que não melhoravam, praticamente ele quase não escrevia nada. Falei com a pediatra dele, e ela recomendou-me uma neuropediatra.

A neuropediatra pediu que eu o levasse a uma psicóloga e a uma fonoaudióloga. Dois meses depois de realizados todos os testes veio o resultado que tirou meu chão. Serginho tem TEA (Transtorno do Espectro Autista). Os sinais de autismo nem sempre são tão escancarados, muitas vezes passam desapercebidos.

Lembro que quando Serginho era criança, ele não aceitava que eu mudasse os moveis de lugar, o quarto de brinquedo vivia sempre arrumado, achava que ele era metódico, porque até em lojas pegava ele ajeitando as coisas nas prateleiras. Gostava de brincar com os carrinhos colocando-os em fileiras, um atrás do outro. Não se enturmava muito com outras crianças, era medroso – tem medo de altura- não consegui aprender a andar de bicicleta. Por tantas vezes os sinais do autismo me enganaram?

O isolamento é uma característica fundamental da criança autista. Ela prefere sempre estar só, no seu “mundinho”. Nesse ponto acreditava que pelo fato de morarmos em casa e não ter crianças na rua, era normal, Serginho não ter facilidade em relacionar com outras crianças. Também o fato dele não consegui completar frases, acreditava ser resultado da superproteção que damos a ele.

Não vai ser uma tarefa fácil, lhe dar com Serginho agora, esse acompanhamento muitas vezes é terrivelmente doloroso para quem é mãe. Não entrei em depressão, pois já faço tratamento, mas me sentia culpado pela mudança de comportamento dele. Queria mover o mundo para tratá-lo, mas me sentia sempre de mãos atadas. Com a ajuda da escola, dos profissionais que estão acompanhando(neuropediatra, psicóloga, psicopedagoga, fonoaudióloga, terapeuta ocupacional), e, principalmente, de toda a família, conseguiremos tornar os dias de Serginho melhores.



Quando o primeiro filme da Trilogia Como Treinar Seu Dragão foi lançado, em março de 2010, lembro que não tive muito interesse. Fui ao cinema acompanhar Serginho (na época era filho único) que estava muito empolgado com os comerciais do filme na Tv. Já no Como Treinar Seu Dragão 2 a coisa foi diferente, me espantou ver que o menino herói do filme tinha uma perna amputada. Lembro que Serginho me explicou que ele era uma herói de verdade e perdeu a perna em uma batalha no primeiro filme. E o meu Superman era um herói de mentira, pois não existe gente como ele, que não se machuca nas batalhas. 


Fiquei curiosa e foi assistir o primeiro novamente, Serginho amou a ideia de comprar o filme para rever em casa. E pode constatar que esse não era um filme só para criança ver. Ele tinha lições importantes. Estava ali um menino, o pequeno Soluço,  passando uma mensagem sobre tolerância entre seres diferentes e de como a união é importante para proporcionar uma evolução social. Um garoto que sonhava orgulhar a comunidade a qual pertencia, mas, no fundo, sabia que ele não era aquilo, quando vai atrás de um dragão raro e muito temido que ele jura ter abatido ele descobre o verdadeiro sentido da amizade e cumplicidade. 


E hoje vejo que o legal é que acompanhei o crescimento dos personagens, no primeiro filme o Soluço, é garotinho de 15 anos, e no 2 ele já está jovem adulto de 20 anos, e no 3 que se passa 1 ano depois, deixando implícito que ele está com 21. Foram 6 anos na estória, mas 9 anos no mundo real. O menino de ontem, que nos mostrava que não existem diferenças em amizade e nos deixa agora o aprendizado que às vezes, pode existir a necessidade de soltar de antigas amarras para chegar a um novo horizonte, por mais que seja desafiador e inusitado.

O filme conta como Soluço tem que se tornar o líder de Perk, e ainda confrontar alguém aficionado por querer caçar seu melhor amigo, algo que o leva a uma grande aventura, que mostra um mundo além dos outros filmes. O filme mostra que a amizade vai caminhar junto com o romance, e que isso pode mostrar um certo rompimento, ou um entendimento ainda maior do que é uma amizade. Também mostra a fraqueza do herói de não saber lidar com isso e com a pressão de tomar as decisões certas, indo além do heroísmo mostrado nos outros filmes.
O lado cômico nunca é deixado de lado, mesmo no meio do drama.  Algumas piadas são bem encaixadas para não deixar o tom dramático ser exagerado. Com o avanço do filme, um novo mundo é apresentado, mostrando que além de tudo há a possibilidade da amizade, - tão valorizada na série - pode ser rompida.
Nos atos finais, a aventura se volta para o vilão, que se mostra bem menos perigoso que inicialmente, numa sequência, até simples, tudo parece voltar aos eixos, com uma grande lição de vida sobre amizade, que está além da proximidade física ou temporal, sendo algo para sempre, indo além até das gerações. 





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