Trilha Sonora da minha Infância


 



Outro dia olhando minha filha menor cantando o hit febre do momento: o “desenrola, bate e vira de ladinho”, lembrei da época da minha infância, e cheguei a conclusão que ela teve uma trilha sonora, e com músicas que encantam os ouvidos até hoje. E os responsáveis por esses embalos de crianças é a dupla Michael Sullivan e Paulo Massada

Parece engraçado, mas quem foi criança nos anos 80 e início dos anos 90, sabe que o Michael Sullivan e Paulo Massada são os donos da nossa trilha sonora. Essa dupla de compositores criaram dezenas de canções enraizadas na memória afetiva de muitas pessoas.

Paulo Massada, Xuxa e  Michael Sullivan

Brinco com meus amigos que o universo centralizou toda as inspirações dos compositores nos anos de 1980, década áurea da industrializada da música brasileira, tanto na MPB e no Rock Nacional. E o mundo infantil foi agraciado com o Sullivan e Massadas. Essa parceria de sucesso teve início em 1978, com reconhecimento nacional em 1983, quando estouro nas rádios o grande hit “Me dê motivo” cantado por Tim Maia. Acredito, que a explosão do sucesso, tenha acontecido por causa do, tempos sombrios da ditadura militar brasileira, nos anos 80 após o seu fim, as pessoas queriam brincar, cantar, se divertir, comemorar a vida com alegria.


Com composições inspiradas em brincadeiras, desenhos infantis e com versos que só de ouvir dava vontade brincar. Sem falar nas músicas da Xuxa, sim eles são os responsáveis pelo estouro musical que foi a rainha dos baixinhos. Arco-íris, Lua Cristal, Brincar de Índio.

Trem da Alegria -  IOIÔ




Xuxa - Arco íris


Lucinha Lins e Trem da Alegria - Dona Felicidade



Balão Mágico - Amigos do peito




Abelhudos, Trem da Alegria e Xuxa - Nós somos o Amanhã

Em 2017 relançaram 11 canções da dupla no trabalho Carrossel de esperança (Warner Music), que não deu certo. O problema esta nos interpretes escolhidos e na releitura das musicas. Sucessos de Xuxa  soam melhores  nas gravações originais dos anos 80.  


Pois é, houve um tempo em que nove entre dez sucessos da música pop brasileira levavam uma assinatura só. Ou melhor, duas: Sullivan e Massadas. Entre os hits de Sullivan e Massadas estão Deslizes, com Fagner, Whiskie à Go Go, com Roupa Nova, Amor Perfeito, com Roberto Carlos e Um dia de Domingo com Tim Maia.

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Falando de Machismo

 




Hoje vamos falar sobre machismo. Queria não tocar nesse assunto. Aliás, gostaria que esse assunto não tivesse mais espaço para discussão e que a sua prática fosse abolida. O machismo é um comportamento/pensamento enraizado na sociedade, expresso por opiniões e atitudes, que se opõe à igualdade de direitos entre os gêneros, ou seja, entre o homem e a mulher. Na prática, uma pessoa machista acredita que homens e mulheres têm papéis distintos na sociedade. E, para o nosso espanto, infelizmente, existem muitas mulheres machista, o que parece controverso, mas, é verdade. E seus posicionamentos se manifestam de inúmeras formas e intensidades.

O machismo não raro, está atrelado à cultura de um povo, dai as diferentes formas através das quais se manifesta no mundo. Um bom exemplo disso é a visão da cultura ocidental do machismo na comparação com aquela que é adota na cultura islâmica. Nesse particular, observa-se a tendência de uma cultura sobrepor se a outra. É assim que , o véu, na visão oriental é compreendido como uma prática exponencialmente machista. Por outro lado, a exigência de um padrão estetístico, sob nossa óptica oriental, é interpretado como uma agressão machista fora de propósito. Nesse caso, a opressão da cultura machista tem diferentes pontos de vista. É por isso que é sempre mais fácil definir o que é cultura machista quando nós a vivenciamos e sentimos essa opressão.

Nossos filhos não nascem machistas e não existe trabalho científico sério e ético que sustente que a testosterona é a causa deste tipo de comportamento. Então como ele se manifesta???

A resposta para essa indagação é o modelo de sociedade patriarcal, onde a família é chefiada pelo homem. E esse conceito de família se consolidou enquanto instituição na Roma Antiga, se tornando a base da formação de toda estrutura social da humanidade. A família romana tinha o homem como líder e autoridade máxima sobre os membros da família, além dos escravos e vassalos. E o estudo da história só nos mostrar que esse patriarcalismo tem raízes na Grécia Antiga, passando pela Idade Média e se perpetuando em diversos povos. Um exemplo é a cultura dos Vikings, da região da atual Escandinávia, em que o valor das mulheres era dado baseando-se na quantidade de filhos do sexo masculino.

E mesmo com a evolução da sociedade e a diversificação das formas de famílias, predomina na sociedade atual o modelo patriarcal, em que a relação do homem e da mulher continua desigual, mas em menor evidência do que nos períodos históricos anteriores.

Mas, não é somente a mulher que sofre com o machismo. O ideal machista divide o mundo em “o que é feminino” e “o que é masculino”, como profissões, trejeitos, expressões, manifestações, comportamentos, emoções e etc. No mundo machista o homem deve seguir o estereótipo masculino, enquanto que a mulher deverá agir segundo o que foi pré-definido como feminino. Os homens homossexuais, ou mesmo os heterossexuais que se classificam como metrossexuais, por exemplo, também são alvos de exclusão na sociedade machista. Quando um homem foge às ditas “regras da masculinidade”, já pode ser enquadrado como alvo de preconceito. Indo além, o machismo se estende de tal forma que influência condutas homofóbicas, sendo comum ouvir termos como “mulherzinha” ou “mocinha” em referência pejorativa . Ou seja, a homofobia é um mal/ questão oriunda do machismo.

Para encerrar, devemos refletir sobre a nossa própria forma de agir, principalmente dentro de casa, o machismo mora nos detalhes, uma coisinha aqui, outra lá... 'uma piadinha sobre TPM' . Devemos ficar atento ao modo como educamos nossos filhos, como eles estão vivenciando as relações e abusivas que e existem em número muito maior e muito mais próximo de nós que imaginamos e às vezes estamos numa sem nem percebermos. E quando falo em relação abusiva muitas vezes não é aquela onde existe violência declarada com luta física, e sim aquela velada, onde o pai decide que roupa a mãe usa (maquiada pela crença que ele me ama e tem ciúmes de mim), onde pais e mães deixam o irmão decidir a roupa da irmã, onde as liberdades de uma mulher são retiradas aos poucos em nome do amor.



Referências: veja aonde encontramos as informações deste texto!

https://www.significados.com.br/machismo/

https://jus.com.br/artigos/48718/a-evolucao-da-sociedade-patriarcal-e-sua-influencia-sobre-a-identidade-feminina-e-a-violencia-de-genero

https://www.infoescola.com/sociedade/patriarcalismo/

http://www.onumulheres.org.br/noticias/onu-mulheres-promove-pesquisa-com-homens-brasileiros-pela-igualdade-de-genero/

https://temas.folha.uol.com.br/e-agora-brasil-seguranca-publica/criminalidade/homens-negros-e-jovens-sao-os-que-mais-morrem-e-os-que-mais-matam.shtml

https://revistamarieclaire.globo.com/Comportamento/noticia/2018/07/masculinidade-toxica-afeta-homens-e-mulheres-mas-eles-precisam-lidar-com-emocional.html

https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/especial-cidadania/divisao-de-tarefas-domesticas-ainda-e-desigual-no-brasil/divisao-de-tarefas-domesticas-ainda-e-desigual-no-brasil

https://universa.uol.com.br/noticias/redacao/2018/12/03/machismo-sexismo-e-misoginia-quais-sao-as-diferencas.htm

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Filmes Natalinos


2020 está sendo um ano atípico, por causa do coronavírus tivemos que viver um isolamento social. E agora esse período natalino, desejar um “Feliz Natal” sem um abraço está um pouco esquisito. Mas esse é momento das nossas esperanças se renovarem e torcer para 2021 ser um ano mais leve e tranquilo e aguarda a tão desejada vacina. E para entrar nesse clima nada mais suave nada melhor que um filme natalino. Tem gente que não gosta desse estilo de filme, pois a maioria é comédia romântica. Mas tenho certeza que a maioria, como eu, amam assistir essas produções emocionantes e as vezes até engraçada. Fiz uma lista de alguns filmes que já assisti., e  você pode encontrar na Neflix, Prime Video e Disney +, e que pode te ajudar a entrar nesse clima. 


Uma Invenção de Natal (Netflix) 

Um fabricante de brinquedos que não vê mais graça na vida. Jeronicus Jangle (Forest Whitaker) se sente desse jeito por ter sido traído por seu aprendiz Gustafson (Keegan-Michael Key). Mas tudo pode tomar outro rumo com a chegada de sua neta (Madalen Mills). Destaque para a trilha sonora original, que tem nomes como John Legend, Philip Lawrence, Davy Nathan, Usher e Kiana Lede. 




O Natal de Heidi (Netflix) 


Além de curadora de uma galeria, Heide (Emily Osment) é uma artista que ainda não conseguiu atenção para sua arte. A pedido de sua irmã, ela retorna a sua pequena cidade para cuidas dos sobrinhos. De volta ao local, vai reencontrar Chris (Ryan Rottman), um antigo namorado que a fará reviver antigos sonhos e histórias. 




Um Natal de Descobertas (Netflix) 



Candace Cameron (Lauren Brunell) é uma médica que sonha trabalhar em um grande hospital e sonha casar com o namorado. Como nenhum dos desejos se realiza, ela decide aceitar emprego em uma cidadezinha do Alasca. Chegando lá, será recebida pelo faz-tudo local Brian Doyle-Murray (Frank Holliday), que será o responsável a mostrar para ela outras visões das pessoas e do mundo. 



Amor com Data Marcada (Netflix) 

Logo após um Natal nada perfeito, Sloane (Emma Roberts), uma jovem que adora festas mas não quer compromisso sério com ninguém, encontra o divertido Jackson (Luke Bracey), que também acredita que estar solteiro é a melhor opção. E os dois dois decidem fazer um acordo, que parece ser perfeito. Serão um o par do outro em todas as festividades do ano. 




Tudo Bem No Natal Que Vem (Netflix) 

Jorge (Leandro Hassum) é um homem rabugento que sempre odiou o Natal e costuma fazer de tudo para evitar as comemorações dessa data. Na véspera do feriado, ele cai do telhado e bate a cabeça. Quando acorda, percebe que está vivendo o Natal do ano seguinte, e continua revivendo diversos Natais em um ciclo interminável.




Um Natal de Cinderela (Studio Universal) 

Em um baile de máscaras, Angie Wells (Emma Rigby), uma jovem organizadora de eventos, conhece o rico Nicholas Karmichael (Peter Porte), que precisa se casar para manter sua herança e sua boa vida. Mas esse encontro acontece de forma oculta, um não sabendo quem seria o outro. Enquanto ele tenta localizar a garota de seus sonhos, ela deve escolher entre dirigir uma empresa ou seguir seu coração. 







Uma Segunda Chance para Amar (Telecine) 

Às vésperas do Natal, em Londres, a jovem e atrapalhada Kate (Emilia Clarke) não vive um bom momento. Além de ter dificuldades em lidar com a mãe Petra (Emma Thompson) e a irmã Marta (Lydia Leonard), ela e a dona da loja onde trabalha como elfo vivem se estranhando. No entanto, quando conhece Tom (Henry Golding), uma luz parece iluminar o seu caminho. 




O Grinch (Amazon Prime Vídeo ) 

O filme, que estreou em dezembro de 2000 e é estrelado por Jim Carrey, se tornou um clássico de Natal. Mostrando a bela Quemlândia, lar de criaturas fofas, o filme explora o ódio pelo Natal de Grinch, um ser verde que vive isolado e que fará de tudo para estragar as comemorações. 




Um Presente Perfeito (Amazon Prime Vídeo ) 

Ashley tem 18 anos e está sempre tentando escapar dos seus problemas familiares. Sua vida muda quando um empregado da casa onde mora incentiva a jovem a fazer uma peça de Natal para crianças carentes. A situação transforma a garota e ensina lições valiosas sobre amor e compaixão. 


Natal em Grand Valley (Amazon Prime Vídeo ) 

Kelly retorna à sua cidade natal em Wyoming para o Natal e se envolve em um esforço para salvar a amada pousada da cidade. No processo, ela se apaixona pelo belo viúvo enviado para decidir o destino da loja. 




Natal em Evergreen (Amazon Prime Vídeo ) 

Allie Shaw está se mudando para a cidade grande, o que significa perder o Natal em sua amada cidade natal, Evergreen, VA pela primeira vez. Mas quando uma tempestade atrasa seus planos, ela acaba tendo o Natal mais mágico de todos. 




Natal de Mudanças / Switched for Christmas (Amazon Prime Vídeo ) 

Cansadas da rotina e dos rumos que suas vidas tomaram, duas irmãs gêmeas (Candace Cameron) resolvem trocar de identidade até o dia do Natal para descobrirem o verdadeiro sentido de suas vidas.



Vocês podem  encontrar outros filmas na Neflix, Prime Video e Disney +, e que pode te ajudar a entrar nesse clima.

Um Feliz Natal para todos.


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Menudos


Tinha oito anos na época, mas recordo da euforia das meninas mais velhas sobre os Menudos. Tenho certeza que muitos fãs do BTS, nunca ouviram falar sobre esse quinteto PortoRiquenho, mas podem ter certeza que esse gênero de boy band existe porque os Menudos abriram caminho. O grupo foi sucesso internacional entre as décadas de 80 e 90, com shows em vários países da America Latina e nos EUA. Era uma verdadeira febre, que fez com surgissem variações como New Kids Onthe Blok, N’Sync e Backstreet Boy. Na Europa também tivemos boy band: Take That no Reino Unido, Boyzone e Westlife na Irlanda. O Brasil tivemos os grupos Polegar e Dominó. 



Os Menudos foi criado no 1977 na pequena cidade de Caguas, Porto Rico, um empresário ambicioso e habilidoso chamado Edgard Díaz. Os integrantes deveriam ter bom comportamento, entrosamento com a família, ser aluno exemplar e se manter distante das drogas.

A primeira formação de banda, de 1977, trazia dois grupos de irmãos. Havia três primos de Díaz: Ricky Meléndez, Carlos Meléndez e Óscar Meléndez, além de Fernando e Nefty Sallaberry. Ricky Meléndez tinha oito anos na ocasião e se manteve no grupo até a formação que fez sucesso no Brasil, entre 1983 e 1984. Uma das principais características do grupo era a frequente troca dos componentes, que na maioria das vezes eram substituídos ao completarem 16 anos .


A menudomania atingiu seu apogeu quando o grupo era formado Robby Rosa, Charlie Massó, Roy Rosselo, Ray Reyes e Ricky Meléndez (que foi substituído poucos meses depois por Ricky Martin. Na época os shows costumavam reunir grande público, de modo que apenas estádios de futebol poderiam comportar o número de pagantes. Além da venda de shows e discos, produtos como camisetas, bottons, álbuns, pôsteres, dentre outros, garantiam a receita da banda. 



No Amazon Prime você pode assistir “Súbete A Mi Moto”, série de quinze episódios que reconta a trajetória do grupo Menudo, desde o seu começo nos anos 70, sua transformação em sucesso mundial na década de 80 e seu fim melancólico nos anos 90. Acontecimentos narrados a partir do ponto de vista do criador do grupo Edgar Diaz. Com drama, paixão, histórias incríveis e canções antológicas que enquadram cada episódio, a série traz uma aventura: a história do fenômeno juvenil que revolucionou para sempre a música pop latina. 




Trailer em espanhol de Súbete A Mi Moto


Como citei no início era pequena na época, então teve canções que ouvi pela primeira vez na série. Quando falava em Menudos na minha cabeça vinha logo a música Não se reprima, e saber que a músicas como Claridad e Subete a mi moto fizeram muito sucesso foi surpresa. A serie mostra que essas boys bandas marcam a dolescencia de gerações inteiras, a musica sempre fica e ajudam a construir memórias ( no meu caso com os New Kids on the block) emocionais para cada um dos fã.  


Clip de  Súbete A Mi Moto na série


Clip Súbete A Mi Moto dos Menudos 1981


Clip Claridad na série


Clip Claridad dos Menudos em 1983


Musica Não se reprima



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Emily em Paris




Na última semana estreou na Netflix a série Emily em Paris. Criada e escrita por Darren Star, mesmo criador de Barrados no Baile e Sex in the city. O enredo basicamente é sobre Emily Cooper – vivida por Lily Collins , uma jovem executiva de Chicago,que consegue o emprego dos sonhos em Paris quando sua companhia adquire uma luxuosa empresa francesa de marketing, e ela será a responsável por repaginar a estratégia de mídias sociais. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes. Ou seja, a nova vida de Emily está cheia de aventuras incríveis e desafios surpreendentes. 

Mas, o que posso dizer é que essa série americana inverte o que a maioria das séries fazem, que é vender o sonho de vida americano. Ela mostra o sonho de viver em Paris. Emily é uma garota moderna, determinada e traz a fervura da juventude, aquela vontade de querer aprender e disposição para trabalhar. É gostoso acompanhar a trajetória de alguém que saber o quer. 

Você é teletransportado para Paris a cidade luz que traz magia e poesia para história. A gente acaba conhecendo Paris pelos olhos da Emily, de uma forma inteligente e apaixonante, sem contar as referências icônicas a série Gossip Girl e diva do cinema Audrey Hepburn. Tem um episodio que a Emily repete a mesma cena que a Audrey fez no filme Cinderela em Paris, ela esta linda e deslumbrante na mesma escadaria e com um modelito ‘inspirado no personagem da Audrey’ mas totalmente modernizado! 

São 10 episódios super curtinhos, esqueça o que a s jornalistas feministas falaram por ai sobre a série, nessa fase que o mundo está por causa do corona vírus tudo que a gente quer ver é lago divertido e leve. Então, vai lá conferi a série ‘Emily em Paris’ na Netflix, porque eu, já estou ansiosa pela segunda temporada.


















Fotos: Reprodução Netiflix
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