Quem tem filho pequeno sabe, as festinhas de aniversário de hoje não são como na nossa época de criança. O Aniversário de Lala esta se aproximando e ela so fala em festa do PJ Masks. Uma liga de herois formada pela Corujita, Lagartixo e Menino Gato? Pois bem, esses são os super-heróis de uma das séries mais famosas da Disney. Por conta disso, cada vez mais as crianças estão pedindo uma festa PJ Masks.
Fui pesquisa dicas na internet, e gostei muito do tema, pois pode ser usado para festa de menino e de menina. Com a predominância das cores verde,, vermelho e azul, e você pode explorar e peças de decoração de prédios, fábricas e cidades e tentar reproduzir exatamente o cenário da estorinha desses heróis que, ao cair da noite, ganham força e poderes com seus pijamas coloridos!

Uma dica legal para opção de lembrancinha para festa desse tema é entregar máscaras e braceletes dos super-heróis. Se for algo mais simples, prepare sacolinhas ou latinhas personalizadas e encha de guloseimas.

Ideias e inspirações para festa PJ Masks:

















Para quem não sabe, hoje 15 de agosto é dia nacional da Gestante. A atual legislação brasileira assegura às mulheres grávidas uma série de direitos nas mais diversas esferas, sejam eles trabalhistas, sociais ou relacionados à saúde, não apenas antes, mas também durante e após o parto.

Direito a atendimento médico 

Os direitos ligados à saúde da gestante envolvem uma série de garantias, que vão desde a atenção obstétrica e o cuidado hospitalar básico à prerrogativa de realizar, gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), o teste para detecção de sífilis e/ou HIV. Veja abaixo os direitos garantidos pela legislação brasileira voltados à saúde das mulheres grávidas:

• Ser atendida com respeito e dignidade pelas equipes de saúde, sem discriminação de cor, raça, orientação sexual, religião, idade ou condição social.

• Aguardar o atendimento sentada, em lugar arejado, tendo à sua disposição água para beber e banheiros limpos.

• A gestante tem o direito, assegurado pela Lei nº 11.634 de 2007, de ser informada anteriormente, pela equipe do pré-natal, sobre qual a maternidade de referência para seu parto e de visitar o serviço antes do parto.

• Direito a vaga em hospitais: para o parto, a mulher gestante deve ser atendida no primeiro serviço de saúde que procurar. Em caso de necessidade de transferência para outro local, o transporte deverá ser garantido de maneira segura.

• Acompanhamento especializado durante a gravidez, o que inclui exames, consultas e orientações gratuitas.

• No Sistema Único de Saúde (SUS), a mulher grávida tem direito a um acompanhante (homem ou mulher), de sua indicação, durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto.

• A mulher internada para dar à luz em qualquer estabelecimento hospitalar integrante do SUS tem o direito de realizar o teste rápido para detecção de sífilis e/ou HIV.

• A gestante tem direito a receber do pai do bebê valores suficientes para cobrir as despesas adicionais do período de gravidez, e que sejam dela decorrentes, até o parto.

• A mãe que for portadora do vírus HIV ou HTLV não deve amamentar o bebê. Por conta disso, ela tem o direito de receber leite em pó, gratuitamente, pelo SUS, até o a criança completar seis meses ou mais.


Direitos trabalhistas

A legislação do País possui uma série de mecanismos para assegurar que as gestantes ou mães não sejam prejudicadas no mercado de trabalho em razão de sua condição. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) busca garantir que a mudança de rotina gerada pela gravidez e, posteriormente, pelo período pós-parto, não seja um empecilho para o desempenho normal da atividade laboral. Além disso, uma das prioridades das leis do País é certificar que a saúde das gestantes e dos bebês em formação não seja afetada pelo trabalho. Confira a seguir as principais medidas:

• Licença-maternidade de 120 dias para gestantes que tiverem carteira de trabalho assinada.

• Não ser demitida durante o período em que estiver grávida e até cinco meses após o parto, a não ser por justa causa.

• Receber uma declaração de comparecimento todas as vezes em que for às consultas de pré-natal ou fizer algum exame. Apresentando esta declaração à sua chefia, as faltas ao trabalho serão justificadas.

• Até o bebê completar seis meses, há o direito de ser dispensada do trabalho todos os dias, por dois períodos de meia hora ou um período de uma hora, para amamentação.

• O empregador não pode exigir atestados de gravidez ou quaisquer outros que tenham objetivo discriminatório para fins de admissão ou manutenção do emprego de mulheres.


Direitos sociais

Além dos direitos ligados à saúde e ao trabalho, as gestantes também têm acesso a privilégios voltados à esfera social, como atendimento prioritário não apenas em espaços públicos, mas também em locais como bancos e supermercados, além de preferência no transporte público. Novamente, o objetivo dessas leis é garantir, sobretudo, o menor número de danos possível à saúde da mãe e do filho em desenvolvimento. Veja os principais direitos abaixo:

• Acesso a guichês e caixas especiais ou prioridade nas filas para atendimento em instituições públicas e privadas.

• Assento prioritário para gestantes e mulheres com crianças de colo em ônibus e metrô.

• Se a família da mãe for beneficiária do Programa Bolsa Família, há direito ao benefício variável extra na gravidez e após o nascimento do bebê – para ter acesso ao auxílio, é preciso comparecer ao Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) do município.

Direitos estudantis

Além de buscar que o ambiente profissional afete o mínimo possível a vida da futura mãe, as leis do Brasil buscam trazer garantias similares ao ambiente estudantil e acadêmico. Por isso, as gestantes, tanto menores quanto maiores de idade, podem, por exemplo, cumprir compromissos escolares em suas casas e ter direito à licença-maternidade sem qualquer tipo de prejuízo. Confira as principais medidas:

• A Lei nº 6.202/1975 garante à estudante grávida o direito à licença-maternidade sem prejuízo do período escolar.

• O Decreto-Lei nº 1.044/1969 determina que a estudante que estiver grávida poderá cumprir, a partir do oitavo mês de gestação, os compromissos escolares em casa.

• O início e o fim do período de afastamento serão determinados por atestado médico, que deve ser apresentado à direção da escola.

• Em qualquer caso, o direito à prestação dos exames finais é assegurado às estudantes grávidas.

• Se a mãe for adolescente, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante o direito ao atendimento com sigilo, privacidade e autonomia, além do recebimento de informações sobre saúde sexual e reprodutiva. A mãe adolescente também pode ser atendida sozinha, se preferir.

Adoção

Para o caso das mães que desejarem, precisarem ou decidirem entregar a criança em adoção, a Lei nº 12.010/2009 garante o direito de receber atendimento psicossocial gratuito.

Programa Rede Cegonha

Trata-se de uma estratégia do Ministério da Saúde que tem o objetivo de implementar uma rede de cuidados que garanta às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, além de assegurar às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.


Fonte:  
Site Do Governo Federal: LegadoBrasil.gov






Dizem que tenho memória seletiva, por lembrar somente das coisas boas da minha infância. Mas uma fase triste não esqueço: quando tive Sarampo. Foi triste porque à época foi considerado epidemia. Além de mim, meus quatro irmãos, os colegas da rua e da escola também tiveram. Segundo a Fio Cruz naquele ano - 1986- foi registrado o maior número de casos notificados, quando ocorreram 129.952 no país. Após aquela epidemia, o Ministério da Saúde elaborou e discutiu amplamente com os estados, um Plano Nacional de Controle do Sarampo e o desenvolvimento de campanhas de vacinação nos estados.


O Brasil não registrava novos casos de sarampo contraídos em território nacional desde 2000. Desde então, todos os casos confirmados haviam sido importados, ou seja, quando o paciente é infectado em outro país e desenvolve a doença ao voltar para casa. A circulação do vírus voltou a ocorrer no Brasil em fevereiro de 2018, quando foram registrados mais de 10 mil casos em 11 estados, sendo a maior incidência na região norte, no Amazonas e em Roraima.

O mais agravante diante desse cenário é o fato de que muitos pais não terem vacinados seus filhos. Segundo o jornal Folha/UOL, no Estado de São Paulo 75% dos jovens que nasceram entre os anos 1990 e 2004 não receberam a segunda dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola e deve ser aplicada a partir dos 15 meses de idade. Muitos pais alegam que é uma tendência mundial. Com a eliminação da doença, as pessoas não veem outras infectadas, se esquecem de vacinar as crianças e tendem a achar que a doença está eliminada, como também alegam que falta de tempo e medo de reações colaterais.




Mas o Sarampo é perigoso e os riscos do contagio do vírus é alto. Uma pessoa infectada pode passar a doença para outras 18, de acordo com o Ministério da Saúde. Como, com saúde não se brinca, procure os posto de saúde mais próximo e coloquem em dias suas vacinas.


Curiosidades sobre o Sarampo:

O que é sarampo? É uma doença infecciosa aguda transmitida por um vírus do gênero Morbillivirus, da família Paramyxoviridae, caracterizada por manchas na pele. É grave, estava erradicada no Brasil e voltou porque as pessoas deixaram de se vacinar.
Como é transmitido? A transmissão acontece pela saliva, carregada pelo ar (quando a pessoa tosse, fala ou espirra). Ou seja, é altamente contagiosa.
Quais os sintomas? Febre alta (acima de 38,5°C), manchas vermelhas na cabeça e no corpo, tosse, dor de cabeça, coriza e conjuntivite. As manchas vermelhas costumam ser precedidas por manchas brancas na mucosa bucal.
Sarampo pode matar? Sim. É uma doença que traz complicações graves, inclusive neurológicas, e pode levar à morte, sobretudo de crianças pequenas. Também pode deixar sequelas como a surdez.
Como é o tratamento? O doente é isolado e apenas os sintomas são tratados — as manchas, febre e dores. Por isso a vacinação é a ferramenta mais eficaz no combate à doença.
O que fazer em caso de suspeita? Encaminhar o paciente a um serviço de saúde, que por sua vez notificará a vigilância epidemiológica para que esta vacine quem teve contato com o doente.
Quem deve se vacinar contra o sarampo? Crianças e jovens de até 29 anos precisam tomar duas doses da vacina —quem tem de 30 a 59, apenas uma dose. A maioria das pessoas com mais de 60 anos não precisa da vacina, pois já teve contato com o vírus no passado.
Quais as reações à vacina? Febre e dor no local da injeção, com possível inchaço. Não há reações neurológicas. A vacina NÃO causa autismo.

Quem não pode se vacinar? Gestantes, bebês menores de um ano, transplantados, quem faz quimioterapia e radioterapia, ou usa corticoides ou tem HIV com CD4 menor que 200. Alérgicos a ovo e lactantes podem tomar a vacina.
Por quanto tempo a vacina vale?Para quem completou as duas doses (ou uma dose até 1989), vale pela vida toda. A vacina também protege contra rubéola e caxumba.




Fonte







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Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.

Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.

Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.

Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.

Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.

Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.

Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher. Uma mãe.



Sempre gostei de ler, e adorava as estorinhas nos gibis da Turma da Mônica. Numa época em o Bullyng corria solta, o personagem da Mônica era uma heroína, pois ela não se intimidava com os apelidos e ia para cima dos meninos de igual para igual. A historia tinha o nome dela, mas o Cebolinha parecia o ser personagem central, sempre com seus clássicos planos infalíveis, sua obsessão em derrotar a Mônica e ser o dono do bairro. 

Saber que teríamos um live-action trouxe muita nostalgia, o Bairro Limoreiro (onde é ambietada as estorinha de Maurício de Souza) fez parte do imaginário dos fã da revistinha. Em relação ao filme posso afirmar que não me decepcionou, o roteiro segue uma história, e dentro dela os fãs são presenteados com diversas coisas. Os atores foram muito bem escolhidos, e a caracterização se manteve fiel. Por exemplo, Mônica, invocada e super forte (as cenas de coelhada são cortadas, mas nas historinhas também são, com raras exceções), mas uma menina sensível e disposta a tudo pelos amigos, e os roteiristas fizeram certo ao incorporar essa sensibilidade da personagem no filme .


Outro ponto alto do filme, é ao passearmos pelo bairro, vemos diversos personagens do universo do Bairro do Limoeiro, caracterizados para aparecem poucos segundos até alguns poucos minutos. Mas mesmo assim, houve a preocupação de trazê-los. Titi com sua namorada Aninha, vestindo sua tradicional camiseta listrada, Jeremias, Xabéu, Xaveco (única caracterização que achei estranha) e algumas para fãs um pouco mais entrosados no universo de Maurício de Sousa, Seu Juca (que, por fazer apenas uma ponta, não ficou maluco desta vez) e as irmãs Cremilda e Clotilde, que sempre têm um plano para dar um banho no Cascão. Também houve uma preocupação de caracterizar também os pais dos personagens principais; na minha opinião, Lurdinha, a mãe do Cascão, foi a de maior destaque em relação a aproximação com o desenho apresentado nos quadrinhos. O filme da Turma da Mônica fica melhor para mim a cada vez que penso em seus detalhes. Não apenas manteve a essência do que é a turma da Mônica, e a amizade entre os quatro protagonistas, mas trouxe presentes para todos os fãs um live-action desse quadrinho tão amado pelo Brasil .


Sinopse:

Nesta história cheia de surpresas, o Cebolinha bola mais um plano infalível para roubar o Sansão, o coelhinho de pelúcia da Mônica, e se tornar o dono da rua. O plano não dá certo novamente, mesmo com a ajuda do seu melhor amigo, o Cascão.

Mas as coisas se complicam de verdade quando o Floquinho, o cachorrinho de estimação do Cebolinha, desaparece. Mônica, Magali e Cascão se juntam a ele numa grande aventura. Eles se embrenham na floresta para encontrar o Floquinho e descobrem que os laços de amizade que os unem são mais importantes do que os conflitos e as diferenças.

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Quando Tooy Story foi lançando em 1995, ele foi um divisor de água no mundo da animação, foi a estreia dos Studios Pixar, e mudou a história do cinema, tornando a computação gráfica a técnica predominante na animação. Wood e sua turma conquistou uma legião de fãs, essa turminha de brinquedos nos cativou muito durante essa 24 anos. Acompanhamos juntos com os brinquedos o crescimento de Andy, ele se tornar adulto ir para faculdades e dar um novo destino para seus brinquedos.


Ontem estreou o Toy Story 4, confesso quando a Disney confirmou que faria o quarto filme da franquia fiquei com medo dos caras estragarem a estória. Nos três filmes anteriores, a franquia construiu uma linha narrativa madura sobre amizades e rupturas, sobre amadurecimento e morte. O terceiro filme, em especial, trás a despedida de Andy e a chegada da pequena Bonnie pareciam ser o final perfeito para a história de Woody, Buzz e companhia. Em um novo lar, os brinquedos tinham a oportunidade de fazer mais uma criança feliz, sem o risco de ficarem esquecidos no fundo de um armário, acumulando pó. Mas, terminar a exibição do filme tive a certeza que Toy Story 4 é a sequência que ninguém pediu mas todo mundo precisava ver. Então corram para os cinemas e levem seus lencinhos, pois vai valer a pena cada centavo do ingresso!



Sinopse: Bonnie (Madeleine McGrawToy Story 3) está em seu primeiro dia de pré-escola, vendo o medo da pequena a esse novo ambiente, Woody (Tom HanksPonte dos Espiões) resolve ir escondido na mochila dela para dar um apoio, nisso ele ajuda sem querer a garotinha a criar seu próprio brinquedo o 'Garfinho' (Tony Hale15h17 - Trem Para Paris), essa criação inusitada não se considera um toy e a confusão está armada, pois ele foge e Woody vai atrás dele, pois o confuso garfo é muito importante para a menina. Nessa jornada eles vão se deparar com um problemão, mas uma antiga amiga do cowboy está de volta para ajudá-lo. O retorno de uma das animações mais amada de todos os tempos, com toda turminha novamente, incluindo Buzz Lightyear (Tim AllenToy Story) e cia. No elenco temos novas vozes dublando no original como Keanu ReevesJordan Peele, entre outros. Direção de Josh Coley. Produção Pixar/Disney. Distribuição nacional da Disney/Buena Vista.









Fontes:







Em 2009 sofri um aborto espontâneo, foi uma notícia muito triste. Lembro que fiquei o dia todo chorando e abraçada com Serginho. Tê-lo era meu conforto. Para mães que sofreram um aborto ou que tiveram que enfrentar a morte prematura de um filho, a chegada de um novo bebê é a luz que vem depois de uma tragédia, como o arco-íris que vem depois da tempestade.

Como sabemos o arco-íris é um fenômeno natural, visual e meteorológico, que forma um arco com as sete cores do espectro solar, visível sempre após uma chuva. Porem, ele

significa muito mais do que isso. Esse fenômeno carrega em si uma mensagem de esperança depois de um período turbulento.

E Aninha é meu bebe arco-íris, quantas alegrias ela me trouxe, poder ter certeza que podia gerar uma nova criança e ser a irmãzinha de Serginho. Ela foi a minha luz depois da tempestade, de ter uma gravidez interrompida. De sair da maternidade depois de uma curetagem e não ter uma criança nos braço, do luto, do medo de engravidar e passar por aquele sofrimento novamente.

A definição dos bebês arco-íris pretende lembrar a todos, mães, futuras mães, mas na verdade qualquer pessoa, de que depois da tempestade virá a luz. E mesmo que esta luz não venha com a chegada de um novo filho, esta luz virá de um jeito ou de outro, por força da natureza.

E mesmo que a criança não venha de uma família com uma história tão triste por trás, um bebê sempre pode representar a luz, pois eles são a esperança de um futuro melhor para todos.



O documento do CPF eu fiz o dos meus filhos no mesmo dia que fiz o registro de nascimento no cartório, agora o documento de identidade eu fiz quando eles completaram 6 meses. Acredito que crianças podem utilizar a certidão de nascimento como documento válido por algum tempo, mas também é importante providenciar os documentos nacionais RG e CPF o quanto antes. Esses documentos são importantes porque a criança irá utilizá-los em vários momentos da vida: para fazer consultas, para viajar, para te acesso a plano de saúde, enfim, uma infinidade de burocracias, além de que é muito é mais pratico de carregar na bolsa que a certidão de nascimento. 


Por que fazer a carteira de identidade do bebê afinal ?

  • Porque é uma forma de ter os dados da certidão de nascimento e do CPF num mesmo documento.
  • Porque se conserva melhor e por mais tempo que a certidão de nascimento.
  • Porque, em caso de desaparecimento da criança, é mais fácil de encontrá-la através das impressões digitais.
  • Porque ele serve como documento de embarque em viagens nacionais e internacionais dentro do Mercosul

Algumas dicas para mamães na hora tirar a carteira de identidade dos filhos:

  • Tire o CPF antes da carteira de identidade. Você poderá colocar o nº dele na carteira.
  • Se o bebê for muito novo tire a foto dele em casa e mande revelar no tamanho 3×4. Há aplicativos que fazem isto. (Eu usei o aplicativo Foto para documento na Play store)
  • A carteira infantil pode ter foto sorrindo, mas exige-se que o fundo seja claro. Nós optamos por uma foto sorrindo do nosso filho, já que há esta possibilidade.
  • Se o bebê for mais agitado, tente levá-lo em um horário que esteja dormindo pois será necessário colher a impressão digital dos dez dedinhos das mãos!

O que você precisa saber:

O documento de identidade é gratuito e para emissão da 1ª via os documentos solicitados são:
(Gratuita conforme Lei Federal 12.687 de 2012)
- Certidão de Nascimento ou casamento, original atualizada (como matrícula única);
- 2 (duas) fotos 3x4 sem data e recente;
- Comprovante de residência próprio ou em nome do responsável legal;
- CPF (opcional).

OBS: Levar cópias dos documentos acima citados.
Aqui em Sergipe, agendar o atendimento no site do CEAC 


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