Missão Artemis II
O espaço sempre foi protagonista nos momentos em que a humanidade se junta para assistir à história sendo escrita. Desde os nossos ancestrais ao fim da era glacial, passando pelos navegadores que cruzavam oceanos guiados pelas constelações, até a corrida espacial, o céu sempre foi o nosso mapa. Com a nave Sputnik em 1957 o homem entrou na órbita terrestre e, em julho de 1969, na missão Apollo 11, o homem pisou pela primeira vez na lua, e agora depois de 57 anos com a missão Artemis II, o homem chega à maior distância que outro ser humano ficou longe do planeta Terra.
| Foto: Arte do Site Metrópoles |
Estou prestes a completar meio século e percebo que faço parte de uma geração que viveu a mudança da tecnologia. De uma época em que aparelho de televisão e telefone eram itens de luxo. Quando a tecnologia avançou, vi o aparelho de TV passar para cores (sim, a primeira TV da minha família foi preto e branco), vi a explosão da modernidade. Na escola, quando aprendi sobre o Sistema Solar, Plutão ainda era um planeta — inclusive, brinco com minha filha que eu tinha mais planetas para decorar e incluir em maquetes do que ela.
Hoje, poder acompanhar momentos como a missão Artemis II desperta um sentimento semelhante ao que imagino que foi a euforia que as pessoas devem ter vivido em 1969, durante a chegada do homem à Lua.
É curioso como o estudo da física, quando deixa de ser uma preocupação com notas (uma obrigação escolar) e se volta para a compreensão do mundo, se torna fascinante. Surge uma vontade genuína de entender como o universo funciona, de mergulhar nas teorias que a ciência hoje busca tornar acessíveis. Confesso que sou suspeita para falar: meu interesse por temas como buracos de minhoca e pontes de Einstein-Rosen me aproximou ainda mais desse universo e até influenciou meu gosto por séries como Dark, The Umbrella Academy e Stranger Things. Antes delas, The Big Bang Theory já havia mostrado que a ciência também pode ser leve e divertida.
Muitas pessoas talvez não deem a devida importância à missão Artemis, mas vale lembrar das grandes navegações do século XIV, quando cruzar oceanos parecia impossível. Assim como naquela época, estamos novamente diante de um novo horizonte, e talvez descubramos coisas que nem imaginamos.
Vale a pena Assisti:
The Umbrella Academy: Foca em uma família disfuncional de super-heróis, viagens no tempo e paradoxos que ameaçam o destino do mundo. (NETFILX)
Stranger Things: Foca em dimensões paralelas, experimentos científicos secretos e fenômenos sobrenaturais ligados ao Mundo Invertido. (NETFILX)
Dark: Foca em buracos de minhoca e na ponte de Einstein-Rosen, viagem no tempo. (NETFILX)
The Big Bang Theory: Citada como a precursora em trazer a ciência de forma divertida para o grande público. (HBO MAX)
Black Mirror: Foca nos impactos da tecnologia e em conceitos científicos levados ao extremo, explorando realidades alternativas e futuros distópicos. (NETFLIX)
Fringe: Foca em universos paralelos, experimentos científicos e fenômenos inexplicáveis investigados por uma divisão secreta. (PRIME VIDEO)
Rick and Morty: Foca em viagens interdimensionais, física teórica e humor ácido, trazendo ciência de forma caótica e divertida. (HBO MAX)
Lost: Foca em mistérios complexos, viagens no tempo e elementos científicos e filosóficos em uma ilha enigmática. (DISNEY +)
The OA: Foca em dimensões alternativas, experiências científicas e questões existenciais sobre vida, morte e consciência. (NETFLIX)
Young Sheldon: Foca no início da vida de um jovem gênio, trazendo ciência de forma leve e divertida, semelhante ao estilo de The Big Bang Theory. (HBO MAX)

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