• Home
  • Sobre Nós
  • Contato
  • Papo de Mãe
    • Category
    • Category
    • Category
  • Politica de Privacidade
  • Termo de Uso

Cantinho da Li

Pelo menos 197 crianças e adolescentes brasileiros apresentaram, até o fim de agosto, uma série de problemas de saúde que, juntos, podem caracterizar uma nova doença potencialmente associada a covid-19, a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica.

A primeira morte de uma criança devido à Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), doença rara associada à Covid-19, em Pernambuco foi confirmada 25 de agoto .A infectologista pediátrica Regina Coeli, do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), explicou que a síndrome surge dias a semanas após o contato com o vírus e que todos os pacientes do estado tiveram como sintoma em comum febre.

O diagnóstico é diferente do diagnóstico da Covid-19, segundo Coeli. A síndrome pode aparecer dias ou semanas após a criança ter tido contato com o novo coronavírus. O exame do RT-PCR, feito através de uma amostra coletada no nariz e na garganta, identifica se o Sars-Cov-2 está ativo no corpo humano, mas não dá o indicador necessário para identificar o quadro da síndrome. Com isso, são necessários outros exames que atestem que a criança teve o vírus, além de análise de sintomas e outros fatores. A médica lembrou, ainda, que os casos de SIM-P são raro. "A maioria dos caso que a gente vê de crianças são casos mais leves".

De acordo com o Ministério da Saúde, do total de crianças, 140 tinham menos de 10 anos no momento em que adoeceram. Ainda segundo a pasta, a síndrome pode ter causado a morte de pelo menos 14 pacientes com idades entre 0 e 19 anos no período de maio a agosto deste ano.

Os óbitos notificados foram registrados em oito estados: Pará (3); Rio de Janeiro (3); Ceará (2); Paraíba (2); Bahia (1); Pernambuco (1); Piauí (1); e São Paulo (1). A coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, Janini Ginani, lembrou que as mortes em questão estão “sob investigação”, já que várias outras síndromes podem se sobrepor, dificultando o diagnóstico.

Segundo o último balanço, até o dia 26 de agosto, o maior número (41) de notificações da nova síndrome vinha do Ceará. Em seguida estão Pará (24); Rio de Janeiro (22); Distrito Federal (19); São Paulo (19); e Bahia (11). Também foram registrados casos em Alagoas (9); Espírito Santo (8); Minas Gerais (5); Paraíba (6); Pernambuco (9); Piauí (6); Rio Grande do Norte (9); e Rio Grande do Sul (9).

Fonte: 
G1
Agencia Brasil
Apesar de ter dado à luz, Beyoncé e os filhos ainda não foram para casa. O motivo para que a cantora e os gêmeos ainda permaneçam no hospital foi divulgado nesta terça-feira (20) pelo site TMZ. Segundo o portal, os filhos de Beyoncé estariam internados por conta de uma icterícia (coloração amarelada de pele).

Larissa, minha filha caçula também teve esse problema ao nascer. Não reagi bem, afinal ela tinha nascido pré-matura e estava com muito medo do que poderia acontecer. Mas para você não se assustar,  como aconteceu comigo, pesquisei muito na época sobre o assunto.


Muitos bebês, logo depois que nascem, ficam com um tom de pele amarelo-alaranjado que pode se estender também para as conjuntivas (o branco dos olhos) e outros tecidos do corpo. O nome desse quadro é icterícia neonatal, uma doença comum entre os recém-nascidos e que, se detectada e controlada, não apresenta maiores riscos

O excesso do pigmento também pode ser decorrente da incompatibilidade de sangue entre mãe e filho. Nesses casos, exige maior atenção. Quando a mãe tem sangue Rh-, e o filho, Rh+, por exemplo, ocorre uma grande e, por vezes, rápida destruição dos glóbulos vermelhos. Esse aumento ultrapassa a capacidade hepática de depurar a bilirrubina, elevando sua concentração no sangue. Daí, o produto se esparrama pela pele e por outros tecidos e também pode atravessar a barreira entre o sangue e o sistema nervoso central.


Talvez ainda ocorra o excesso de produção de bilirrubina se o bebê nascer com hemoglobina demais (um componente dentro da célula sanguínea que se degrada e forma a bilirrubina), se sofrer algum trauma que gere a formação de hematomas pelo corpo ou se houver a demora na ligadura do cordão umbilical. Nessas situações, ocorre uma “limpeza” do hematoma (local em que ocorreu um sangramento com depósito de hemoglobina) com a consequente elevação de bilirrubina.


Nos recém-nascidos, tal aumento se deve também à imaturidade do fígado, que pode apresentar uma capacidade limitada para processar o pigmento. “Trata-se apenas de um processo evolutivo, de adaptação e que tem fácil tratamento”, afirma Clery Bernardi Gallacci, neonatologista da Maternidade Santa Joana, também de São Paulo.


Na maioria dos casos, aliás, a icterícia desaparece espontaneamente ou depois de mudanças na frequência da amamentação. Isso pode ocorrer quando o bebê mama poucas vezes ao dia, tendo maior dificuldade para excretar a bilirrubina pelas fezes. Mas nada de pânico. É uma situação transitória, que passa assim que a oferta de leite aumentar e o estabelecimento da lactação estiver pleno e bem-sucedido.


A icterícia costuma aparecer entre o segundo e o terceiro dia de vida e dura em média dez dias, com exceção nos que nascem prematuros, que podem apresentar formas mais intensas e prolongadas. Quando o sintoma surge depois desse período, geralmente está associado a uma doença (como infecção urinária e doenças congênitas) e precisa ser investigado com maior afinco.
Para diagnosticar a icterícia, o médico pressiona com o dedo primeiramente a testa, o nariz e o tórax do bebê, pois o distúrbio costuma surgir primeiramente na cabeça e ir descendo até os pés. O curioso é que começa a desaparecer no sentido contrário: pés, pernas, barriga, braços, tórax e testa. Quando esse tipo de investigação não é suficiente, é feita uma leitura no bilirrubinômetro transcutâneo, um equipamento que, colocado na testa da criança, faz a leitura do problema sem a necessidade de coleta de sangue. Mas vale ressaltar que somente pelo sangue é possível determinar com exatidão o nível de bilirrubina.

Quando o tratamento é necessário?

Se o médico considerar que a icterícia não vai desaparecer espontaneamente, existe a possibilidade da fototerapia, o popular banho de luz. Com essa técnica, a criança é colocada num aparelho com várias lâmpadas. “A iluminação especial desencadeia uma alteração na estrutura da bilirrubina, ajudando a diluir o pigmento, que assim é mais facilmente eliminado pelo intestino”, explica Alice. Normalmente são prescritos um ou dois dias de fototerapia. Porém o tempo dependerá do quão acentuada está a icterícia.

O processo não muda a rotina de amamentação e de cuidados com o bebê. Entretanto pode acontecer de a mãe ter alta da maternidade antes do filho, o que geralmente causa angústia e expectativa. É um processo difícil, mas necessário porque, apesar de ser uma circunstância muito simples, se não for bem cuidada, a icterícia pode se agravar e causar sérios danos, como impregnar o sistema nervoso central e causar uma encefalopatia. Além disso, no futuro a criança pode vir a sofrer de algumas complicações, como anemia falciforme. Por isso, é fundamental que o bebê continue a ter o acompanhamento médico mesmo depois de ir para casa.

Fonte:  Bebe.com.br
O "pequeno problema" dos gêmeos de Beyoncé é icterícia, segundo o site norte-americano TMZ informou nesta terça-feira (20). De acordo com o site, os bebês estão internados desde o nascimento, há uma semana. Pessoas próximas rel...... - Veja mais em https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2017/06/20/pequeno-problema-de-gemeos-de-beyonce-e-ictericia-diz-site.htm?cmpid=copiaecola
O "pequeno problema" dos gêmeos de Beyoncé é icterícia, segundo o site norte-americano TMZ informou nesta terça-feira (20). De acordo com o site, os bebês estão internados desde o nascimento, há uma semana. Pessoas próximas rel...... - Veja mais em https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2017/06/20/pequeno-problema-de-gemeos-de-beyonce-e-ictericia-diz-site.htm?cmpid=copiaecola
O "pequeno problema" dos gêmeos de Beyoncé é icterícia, segundo o site norte-americano TMZ informou nesta terça-feira (20). De acordo com o site, os bebês estão internados desde o nascimento, há uma semana. Pessoas próximas rel...... - Veja mais em https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2017/06/20/pequeno-problema-de-gemeos-de-beyonce-e-ictericia-diz-site.htm?cmpid=copiaecola
Resultado de imagem para depressao



Sempre me considerei muito ansiosa. Durante a minha infância ficava muito aflita por assuntos que não deveriam preocupar a mente de uma criança. Lembro que na época da separação dos meus pais, procurava preencher o meu tempo com várias atividades para não ficar pensado como seria a vida sem eles. Comecei a trabalhar aos 18 anos, e tinha mania de perfeccionismo e terminar o serviço o mais rápido possível. Na verdade, sempre tive problemas de ansiedade, o popular ditado: colocar a carruagem antes dos cavalos. Sofro por antecipação. Porem, com a hipertensão, a minha ansiedade passou a ser um problema. Estar ansiosa era um dos fatores que faz a minha pressão subir.

É difícil falar sobre esse assunto. Mas estou em tratamento para curar uma depressão. Sempre gostei de trabalhar, para mim, o trabalho era uma válvula de escape. Onde podia fugir dos problemas de casas (familiares). Mas em outubro do ano passado, após problemas com pessoas do setor fui diagnosticada com síndrome de pânico. Quando a pressão elevava tinha fortes dores de cabeça. O cardiologista já tinha receitado um ansiolítico. Meu marido é psicólogo, e achou melhor eu procurar ajuda de um psiquiatra, pois bastava falar o nome da empresa que trabalho para ficar com uma falta de ar e crises de choro, comecei a ficar muito cansada a ter dor de cabeça, tudo me irritava, comecei a ter dores fortes na costa, estes sintomas são de estresse e se não forem cuidado a tempo vira depressão.

E foi o que aconteceu, quando vi já estava depressiva. Saber de fato o que originou a depressão eu não sei dizer. Mas, não conseguia dormir, não tinha vontade de sair de casa, não queria ver ninguém. Lembro que sentia muita a falta de uma amiga que morreu, pensava que somente ela teria as palavras certas para me dizer nessa hora, e pensava talvez se morresse eu encontraria ela. Em momento algum passava pela minha cabeça o que meu marido e meus filhos estavam passando, se eles precisavam de mim.

Lembro que não gostava quando amigos apareciam em casa. Sempre carregado com conselhos tipo: 'você tem que sair mais!', 'tente pensar positivo!', 'é só uma fase!', 'você não está se ajudando!', 'você precisa encontrar Jesus!'. Mas na verdade, é difícil vencer uma doença que rouba sua vontade de viver, transforma o que antes dava prazer em uma coisa insignificante (um exemplo é esse blog, abandonei ), te deixa indiferente, acaba com sua autoestima.

Foi difícil admitir que eu estava com essa doença. Lembro do meu marido insistindo pra eu ir na psiquiatra ou na psicóloga dizer: “Liene não é normal uma pessoa nunca querer sair de casa, não querer sair da cama, não querer se relacionar com outras pessoas, não se importar com compromissos e responsabilidades. Não é normal uma pessoa chorar mais do que sorrir.” Conselhos não ajudam quem sofre com a doença, mas ficou gravado essas palavras. Afinal era ele que com toda paciência do mundo me levava na psiquiatra e também para as terapias. Ele também controla os horários dos meus medicamentos.

Hoje, graças ao tratamento médico estou melhor. Segundo minha terapeuta a melhora começou quando eu aceitei que estava com essa doença. Depressão é uma patologia mesmo, ela causa alterações químicas no cérebro. Sei que o tratamento é longo, que alguns sintomas da doença volta e meia se manifestem. Afinal nada funciona como um passe de mágica.

Se você, que está lendo esse blog, conhece alguém que está com depressão não acreditem que um livro de autoajuda ou um conselho vão curar uma doença, dessa forma você só acentuará os sintomas que já nos assombram. Seja empático, empatia é o que mais precisamos.










Resultado de imagem para pressao alta e gravidez

Em dezembro passado descobri que sou hipertensa, doença crônica, sem causas físicas (afinal tenho uma 1,60 m de altura e só ultrapasso os 50 kg quando estou gravida), apenas emocional. Desde a adolescência, sentia dores de cabeça fortíssimas, o que sempre fez ter um a acompanhamento anual no neurologista, mas o diagnóstico era sempre o mesmo: CEFALEIA ou  ENXAQUECA.

Em dezembro senti dores de cabeça fortíssima no trabalho, reclamei que durava já uns dois dias, tomava remédio e nada de passar. Levaram-me praticamente a força no setor medico, e lá o pessoal já me encaminharam ao hospital e ligaram para o meu esposo (Sérgio). Falei ao medico o que estava se passando, ele resolver conferir minha pressão e o susto: ela estava 22/16, ele foi logo chamando a enfermeira e medicando-me e orientando meu esposo levar-me ao cardiologista urgente.

A partir desse dia, passei a tomar remédios diários e visitar o cardiologista mensalmente, pois sou hipertensa nível/estágio 2.

Fonte: V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão(2006)


Hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, é uma condição na qual ocorre um aumento persistente da pressão sanguínea nas artérias. Toda vez que o coração humano bate, ele bombeia sangue para todo o corpo através das artérias.



A pressão arterial é a força com que o sangue exerce na parede das artérias e dos vasos sanguíneos. Quanto maior a pressão mais dificuldade o coração tem para bombear.


Em fevereiro, veio a surpresa: estou gravida. Só que dessa vez, além do acompanhamento pré-natal com o obstetra tenho que ter um controle dobrado com a minha pressão arterial e cuidados do cardiologista.

A atenção à pressão é especialmente importante na gestação por causa de um problema grave chamado pré-eclâmpsia, que também provoca a eliminação de proteína pela urina. E precisa ser controlada e medida com frequência depois da 20 semanas de gestação, pois pode causar um amadurecimento acelerado da placenta, tendo como consequência redução do seu crescimento e até mesmo descolamento nas fases finais da gravidez, o que pode levar o bebê a morte.


As consequências para a mamãe


A pressão alta, pode causar sérias lesões em órgãos nobres como rins, fígado e cérebro, mas na maioria das vezes, essas lesões são reversíveis, a não ser que tenham causado dano irreparável como um acidente vascular, por exemplo.

Além disso, se a pré-eclâmpsia evoluir para a eclâmpsia, a pressão arterial sobe demais, colocando mãe e bebê em grande risco. A eclâmpsia pode causar convulsões, que podem levar ao coma e até a morte. Quando acontece, a eclâmpsia ocorre no finalzinho da gravidez ou logo depois do parto.

A única "cura" para a pré-eclâmpsia é o nascimento do bebê, mas a mamãe ficará em observação depois que ele nascer, porque ainda há um risco nos dias seguintes. Depois do parto, a pressão arterial normalmente volta ao normal, mas pode ser que isso leve semanas para acontecer, bem como o inchaço nas mãos e pernas, podem permanecer por algum tempo.

As consequências da pressão alta no bebê


A Pré-eclâmpsia, não acarreta uma má formação e nem aumento da pressão arterial do bebê, porém pode haver uma dificuldade na circulação sanguínea na placenta, reduzindo a oxigenação fetal, ou seja, o bebê não cresce e não engorda o suficiente. A redução do oxigênio, pode ser observada através de um exame de ultrassom (Ultrassonografia com Doppler) e baseado nas informações, o obstetra poderá decidir pelo parto prematuro, ou não, o que é muito preocupante, pois quanto menor for o bebê, maiores os riscos de saúde para ele. Essas alterações, também podem levar ao rompimento das artérias da placenta, acarretando um evento muito grave, chamado de descolamento da placenta.

Caso você já sofra de pressão alta antes da gravidez, como no meu caso, o medicamento deve ser mantido durante todo o período gestacional, de acordo com as orientações do seu obstetra ou cardiologista. Esteja atenta ao excessivo aumento de peso, que pode contribuir com o descontrole da pressão.

A pressão alta pode ser evitada e tratada, basta seguir corretamente o tratamento pré-natal e as orientações do seu médico, esses cuidados ainda são a melhor forma de prevenção contra quaisquer complicações futuras. Normalmente, as mamães com pressão alta, devem passar mais vezes ao médico, do que a quantidade de consultas realizadas em um pré-natal normal, além do acompanhamento em conjunto com um cardiologista.


Fontes:
NANOCELL NEWS
Baby Center
Drauzio Varella
MDSaúde


A empresa Lifemed inovou ao lançar o teste sanguíneo caseiro de gravidez. De acordo com o fabricante, o exame tem 99,5% de precisão e o resultado sai em 10 minutos. Para o diagnóstico, basta uma rápida picada na ponta do dedo, utilizando o mesmo mecanismo para testes de níveis de glicose. O produto foi validado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Revista VivaSaúde/ Edição 88 

As vezes as crianças fazem algumas perguntas que ficamos sem saber como respondê-las direito. Outro dia Serginho questionou-me por que quando acordamos a nossa boca tem um cheiro ruim. Bom expliquei que as vezes não fazemos a escovação correta antes de dormir, mas que esse cheiro pode ser algum problema no intestino.


Para muitos pais a escovação dental de crianças é um desafio. Uma má higiene bucal, mas também o hábito de chupar dedo/chupeta e problemas respiratórios podem causar a halitose infantil, mais conhecido como mau hálito. 

Para evitar a halitose infantil o primeiro passo é descobrir a causa do problema que pode ser por uma má higiene ou por problemas respiratórios, pois em alguns casos a criança fica muito tempo com a boca aberta provocando a proliferação de bactérias. Doenças respiratórias como sinusite e amidalites diminuem o fluxo de saliva que faz a manutenção da boca provocando o mau hálito.

Outra causa de halitose com origem na boca é a má conservação dos dentes, inflamação das gengivas, restos alimentares entre os dentes e abscessos. De 5% a 10% dos casos são provocados por inflamações das fossas nasais; 3% têm sua origem em processos infecciosos localizados nas amídalas e apenas 1% em outras localizações. Rarissimamente o estômago ou outras partes do aparelho digestivo estão envolvidos na halitose.

A causa de algumas pessoas acordarem com halitose, é porque a produção de saliva durante a noite é menor, o que permite que os acidose outras substâncias se deteriorem no interior da boca. Como a saliva contém substâncias bactericidas e seu fluxo contínuo se encarrega de “lavar” mecanicamente a cavidade oral, qualquer evento que provoque ressecamento da boca pode ser causa de mau hálito: jejum prolongado, desidratação, respirar pela boca, falar por muito tempo, ar-condicionado, estresse e centenas de medicamentos.


Medidas de controle


- Com delicadeza, procure escovar a parte de trás da língua. Evite machucá-la, apenas remova a camada de muco. Com a prática, o reflexo de vômito diminui;
- Tome um bom café da manhã para “limpar” a cavidade oral e manter um fluxo adequado de saliva;
- Mantenha a boca úmida. Tome quantidades razoáveis de líquido. Mascar chiclete (sem açúcar) por alguns minutos pode ajudar;
- Soluções comerciais para gargarejo são úteis porque reduzem o número de bactérias presentes na parte posterior da língua, mas seu efeito é de curta duração.;
- Lave a boca depois de ingerir alimentos ricos em odor como alho, cebola, café e molhos com curry;
- Escove os dentes e passe fio dental para remover restos alimentares, especialmente depois de refeições ricas em proteínas;
- Receitas populares como mascar canela, cravo e semente de anis, para “refrescar” o hálito, costumam ser úteis, porque as moléculas contidas nessas plantas têm atividade bactericida.


Dr. Drauzio Varela
Revista Pais & Filhos
Colgate
Uma criança autista tem suas limitações e muitos acham que são um fardos que tem que carregá-lo. Porem, tenho amigas com filhos autistas e elas testemunham para mim, que essas crianças são uns anjinhos que Deus pôs nos seus caminhos para mostrar o que é o verdadeiro amor.

Mas o que é o autismo?

A palavra autismo significa isolamento social e acabou sendo usada de forma errada para reunir transtornos que se apresentam como o autismo clássico, mas que não têm isolamento, e sim grande inadequação social. Autismo é um dos sintomas dos Transtornos Globais do Desenvolvimento, que podem ter quadros mais graves, caracterizados por grande atraso na fala e prejuízo intelectual. Já na Síndrome de Asperger o que mais chama atenção é a falta de habilidade social, além da constante demonstração de interesse restrito por um assunto específico, com pouca flexibilidade de mudar de tema. Em cada 500 nascimentos, uma ou duas crianças nascem com Transtornos Globais de Desenvolvimento, com maior incidência a Síndrome de Asperge

Receber o diagnóstico de autismo de um filho é como embarcar rumo a um universo desconhecido. É preciso encontrar a maneira de aterrissar nesse pequeno mundo em que a criança parece estar isolada. A doença, uma espécie de pane do desenvolvimento neurológico, costuma ser identificada pelos médicos entre 1 ano e meio e 3 anos, mas especialistas apostam que os próprios pais são capazes de detectar os primeiros sinais a partir dos 8 meses e, assim, buscar ajuda especializada quanto antes.

Sinais de autismo


São três sintomas básicos do autismo: prejuízo na linguagem, na vida social e no comportamento. No autismo clássico a criança costuma ter grave atraso na fala e desinteresse social acentuado, isolamento crônico, além de ser pouquíssimo flexível a qualquer mudança. Na Síndrome de Asperger podemos ver um menino falante, mas com grande dificuldade de entender figuras de linguagem e metáforas; bom aluno na escola, mas dificuldade de entender piadas; ingênuo em excesso, inadequado socialmente e com interesses restritos. Exemplo: a criança adora dinossauros, sabe tudo sobre eles, e não demonstra interesse por mais nada. O problema pode ser confundido com com hiperatividade, déficit intelectual ou os de altas habilidades.
Algumas características podem ajudar você a desconfiar quando a criança tem autismo. Desconfiar porque quem vai fazer o diagnóstico é o especialista.
Um dos sintomas mais comuns é quando a criança não responde ao ser chamada pelo nome. A criança parece surda. Você chama pelo nome, ela não responde.
Na presença de outras crianças, ela se isola. Não participa de brincadeiras coletivas. Ela evita o contato físico. Você vai fazer um carinho e ela se afasta. Parece que tomou um choque. É hiperativo. Anda pra lá e pra cá, mexe em tudo, não para um minuto.
Mais uma característica marcante: não apontar com o dedo para o objeto que quer alcançar.
Ela pega no seu braço e leva até ele, como se usasse a sua mão como uma ferramenta.
A relação com os objetos - brinquedos, por exemplo - é diferente do esperado. Ela usa os objetos de uma forma muito particular. Ela pega um carrinho, vira ao contrário e é capaz de passar horas girando a rodinha.

Também não sabemos por que, mas pessoas com autismo parecem ter uma sensibilidade alterada. Podem cair no choro por causa de um simples toque. Mas, às vezes, se machucam feio e não demonstram sentir dor. Mesmo em dias muito frios, não se preocupam em se agasalhar.


No cinema temos vários filmes que tratam sobre o tema ( , escolhe dois, que assiste e gostei bastante:

Foto do Google

Rain Man - Quando o pai de Charlie Babbitt (Tom Cruise) morre, ele deixa uma fortuna em dinheiro para um irmão autista (Dustin Hoffman) que ele desconhecia ter. Os dois então viajam pelo país conhecendo-se e aprendendo a conviver, passando, claro, por inúmeras dificuldades. Vencedor do Oscar de Melhor Filme.

Foto do Google

Uma lição de amor - Sam Dawson (Sean Penn) é um homem com deficiência mental que cria sua filha Lucy (Dakota Fanning) com uma grande ajuda de seus amigos. Porém, assim que faz 7 anos Lucy começa a ultrapassar intelectualmente seu pai, e esta situação chama a atenção de uma assistente social que quer Lucy internada em um orfanato. A partir de então Sam enfrenta um caso virtualmente impossível de ser vencido por ele, contando para isso com a ajuda da advogada Rita Harrison (Michelle Pfeiffer), que aceita o caso como um desafio com seus colegas de profissão. 

Mas o que dizer a seu filho sobre uma criança especial?

No inicio do ano letivo Serginho queixou-se de uma coleguinha e fui conversar com sua professora e soube que o coleguinha tinha 'deficit de atenção' e as outras crianças não estavam querendo fazer amizade com ele. Conversei com Serginho e falei para brincar com ele, meu filho respondeu-me que ele era meio maluco e os outros coleguinhas tinham medo dele, porque ele batia do nada. Como mãe resolvi mostrar a meu filho que não precisava ter medo daquele menino. Todos os dias que deixava Serginho na sala ia até a carteira do menino e falava com ele, acabei virando amiga dele, e Serginho me disse que ele falava a todos : “a mãe de Serginho é minha amiga”. E no final Serginho e outros meninos ficaram amigos dele. Acho que o caminho é esse a não descriminação, dar apenas um oi, não ter medo ou ficar nervosa por seu filho esta perto de autista, trate a criança portadora desde problema como quer que tratem seu filho.

“É bom ter em mente que, normalmente, as crianças à medida que vão se desenvolvendo vão aprendendo a estruturar seu ambiente enquanto que as crianças autistas e com Distúrbios Difusos necessitam de uma estrutura externa para otimizar uma situação de aprendizagem.” (in Gauderer, 1993).


Fonte:
Dr. Drauzio Varella
www.autismo.com.br
www.autismoinfantil.com.br
www.revistaautismo.com.br
 




Durante a última visita de Aninha à sua dentista, aproveitamos e pedimos para que desse  uma olhada numa inflamação que apareceu-lhe na língua, e para nossa surpresa, foi diagnosticado “língua geográfica”. Inicialmente ficamos assustados, mas logo a profissional falou-nos que também sofria do mesmo problema. Segundo ela, é uma doença de caráter constitucional, ou seja, da própria pessoa, caracterizada pela presença de placas avermelhadas de bordas nítidas, elevadas e esbranquiçadas. A língua geográfica é uma doença benigna que não costuma causar desconforto e por isso não precisa de tratamento.

Mas afinal o que é língua geográfica?

Língua geográfica, também chamada de glossite migratória benigna ou eritema migratório, é um distúrbio benigno cuja principal característica são as lesões erosivas eritematosas (avermelhadas), com bordas irregulares, cinzento-esbranquiçadas, um pouco salientes, que fazem lembrar os contornos de um mapa geográfico e podem migrar de uma área para outra da língua.
Na região das placas, que podem aumentar progressivamente de tamanho, há descamação das papilas linguais filiformes, que têm função abrasiva e formato cônico; enquanto as papilas fungiformes com formato de cogumelo e função gustativa permanecem como pontos mais elevados.
Embora possam manifestar-se em pessoas de qualquer idade, as lesões surgem mais nos primeiros anos de vida e tendem a desaparecer até os sete, oito anos. A prevalência é maior no sexo feminino.

Causas e sintomas:

As lesões não comprometem o paladar e podem permanecer ativas por períodos curtos ou longos, regredir espontaneamente e reaparecer depois. Embora sejam quase sempre assintomáticas, alimentos condimentados, ácidos ou bebidas alcoólicas podem provocar ardência e queimação.

Como é feito o diagnóstico?

Em geral, basta observar o aspecto da língua para fazer o diagnóstico, sendo rara a necessidade de exames adicionais ou de biópsia. A glossite migratória benigna pode durar poucos dias ou permanecer por anos, ficando restrita ao dorso da língua, mas em algumas pessoas pode atingir os bordos ou a base da língua. As lesões podem ser esmaecidas e discretas, mas em algumas pessoas pode ter bordos delimitados e elevados, assustando o paciente. O especialista está apto para confirmar o diagnóstico.


Como foi dito anteriormente a língua geográfica não precisa de um tratamento especifico. A única medida terapêutica incide sobre os sintomas, quando eles se manifestam. No entanto é muito importante que os portadores de língua geográfica saibam que se trata de uma condição benigna, não contagiosa e que as lesões podem recidivar e desaparecer sem tratamento; evitem ingerir alimentos condimentados e muito quentes para não provocar irritações desagradáveis.

Fonte:
http://drauziovarella.com.br


Imagem: O Pensador Sincero

Blog parado essa semana...

Para mim foi uma das piores semanas, pois começou com todos da casa doentes. Serginho foi se agravando, evoluindo de uma simples virose à sinusite. Mas o clima seco e mudanças bruscas de temperatura, segundo os especialistas, tornam comum o surgimento de gripes e resfriados. Porém, para algumas pessoas, (no meu caso e o de Serginho) é preciso enfrentar outros incômodos que se agravam durante o inverno, como a asma, pneumonia, bronquite, rinite e sinusite.

Com o organismo sensível a certas substâncias (poeira, ácaros, fungos, pelos de animais, além da fumaça de cigarro que são agentes irritantes mais comuns), surgem reações alérgicas como os intermináveis espirros e coceira na região nasal, isso apenas para exemplificar... A fim de evitar esses incômodos sintomas, na última consulta (11/06) dos meninos com a Médica Alergistas, ela passou-me algumas dicas que podem ajudar na convivência com o frio e os consequentes problemas respiratórios:

1 - Mantenha as roupas de cama limpas especialmente os cobertores que costumam ser morada de ácaros;
2 - Retire o pó da mobília e limpe o chão com pano úmido, evitando o levantamento de poeira;
3 - Aproveite os dias de ensolarados para arejar a casa. O sol e o ar evitam que vírus e bactérias se proliferem;
4 - Evite o contato com a fumaça do cigarro;
5 - Use soro fisiológico nas regiões dos olhos e narinas, ele lubrifica a mucosa e evita irritação;
6 - Evite aglomerações de pessoas em lugares fechados e pouco arejados;
7 - Lave as mãos constantemente para evitar que vírus e bactérias se alojem nessa região;
8 - Beba muito líquido, mas evite as bebidas alcoólicas. Água e sucos são importantes para controlar a circulação sanguínea, composição das células, músculos e respiração;
9 - Não use carpetes e cortinas no quarto de pessoas alérgicas, pois eles favorecem o aparecimento de ácaros;

Fonte: Blog 

Vida Saudável

 


O meio mais efetivo para evitar as doenças do inverno são as vacinas. A antigripal confere imunidade por cerca de um ano e a vacina contra pneumonia pode proteger por cinco anos. No caso dos idosos, a vacina antigripal é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e distribuída gratuitamente pelo governo federal.





É a inflamação da mucosa que reveste o nariz. É muito comum que seja deflagrada por uma alergia: o organismo encara moléculas presentes na poeira e no mofo, por exemplo, como inimigos, e não demora a disparar o que se chama de cascata inflamatória. Como não é possível eliminar completamente aqueles elementos que atiçam as defesas do corpo, o nariz torna-se uma região constantemente inflamada. Vírus, bactérias e fungos, além de fatores irritantes não-alérgicos, como odores fortes, também podem desencadear a inflamação.

os sintomas são coceira e irritação no nariz, coriza, espirros e congestão nasal.

A rinite alérgica exige paciência. É possível lançar mão de medicamentos antialérgicos, mas manter o ambiente sempre limpo e arejado é essencial para controlar o problema. No caso das bacterianas e das virais, o mais comum é que o quadro evolua, levando a outros tipos de inflamação, como sinusite ou otite. Aí o tratamento será específico para essas manifestações.

Evite locais pouco ventilados, onde há acúmulo de poeira e mofo. O tratamento preventivo com medicamentos deve ser prescrito por um especialista.

Fonte:http://saude.abril.com.br/especiais/inverno/rinite-sintomas.shtml
O mecanismo da reprodução é extremamente complexo, e podem surgir diversos erros durante o processo que provoquem a interrupção da gravidez. Mas não desespere: as coisas não são assim tão graves.

O que é uma gravidez anembrionária?

Quando, através de um estudo ecográfico efectuado entre as semanas sete e oito se verifica que o embrião não se encontra dentro do saco gestacional, encontramo-nos em presença de um ovo anembrionário. Devido a alguma causa, o embrião – que estava dentro do saco gestacional – não conseguiu continuar o seu desenvolvimento, de maneira que a ecografia mostra que já não se encontra lá. Esta alteração da gravidez constitui uma das formas do aborto espontâneo.

O que fazer?

Quando se confirma que se trata de uma gravidez anembrionária, ou seja que o saco embrionário se encontra vazio, é necessário eliminar do útero todos os restos da gravidez. Para isso, podem adoptar-se diferentes comportamentos. O mais tradicional é esperar que se produza um aborto espontâneo, ou seja, que o próprio corpo da mulher provoque as contracções espontâneas que eliminem esses restos. Geralmente, isto costuma acontecer quando o ovo se solta das paredes uterinas (porque cessou a circulação sanguínea, que, desde o útero, alimentava o saco gestacional). A espera pode consistir em dias ou mesmo semanas. E não é raro, porque se a mulher deseja terminar essa gravidez para poder assumir o desgosto de maneira mais rápida, que se administrem prostaglandinas para provocar o aborto. Outra possibilidade é efectuar directamente uma curetagem (raspagem) uterina. Quando se produz, o aborto espontâneo pode ser completo ou incompleto. Diz-se que é completo quando o útero fica vazio; e incompleto, quando ainda permanecem restos da gravidez. Neste caso, é necessário efectuar uma curetagem para eliminá-los completamente.

Futuras esperanças

As mulheres que atravessaram esta difícil experiência costumam sentir-se angustiadas e receosas face à possibilidade de voltar a tentar uma gravidez. No entanto, é importante saber que se trata de um facto isolado, que não aumenta o risco de que volte a acontecer no futuro. De maneira que não há motivo para perder a esperança: as próximas gravidezes têm boas possibilidades de chegar a um final feliz.

Hemorragias do primeiro trimestre

É comum que as mulheres grávidas tenham uma pequena hemorragia ou algumas perdas de sangue durante o primeiro trimestre. Calcula-se que isto aconteça em média entre 20 e 25 por cento das gravidezes. Estas hemorragias podem ser de intensidade variável: desde um mínimo fluxo de sangue, uma perda mínima – semelhante à dos últimos dias da menstruação -, até uma hemorragia considerável, de sangue escuro e com vários dias de duração. De todas as maneiras, as perdas nem sempre são um indício de aborto. De facto, mais de metade das mulheres que as tiveram conseguiram levar a sua gravidez a um final feliz. Além disso, se considerarmos o total das gravidezes conhecidas, a incidência de abortos espontâneos situa-se em cerca de 12 por cento, e em muitos deles não se registam antecedentes de hemorragia. Geralmente, as perdas de sangue durante o primeiro trimestre costumam corresponder a uma lesão ou uma inflamação do colo do útero. E para verificá-lo é necessário efectuar uma colposcopia, mediante a colocação de um espéculo, para observar o estado do colo do útero. As mulheres costumam ter algum receio deste tipo de estudos durante a gravidez, mas não existem motivos para preocupar-se: podem continuar a sua vida normal já que não implicam perigo nenhum para a gravidez.

O temido aborto espontâneo

O aborto espontâneo deve-se à morte do embrião, que provoca o desprendimento da placenta, desencadeando contracções do útero, e a expulsão do produto da concepção. Cerca de 80 por cento das mortes embrionárias deve-se a anomalias do embrião, que na sua maioria correspondem a uma alteração do número de cromossomas. No entanto, quando a mulher sofre um aborto espontâneo, costuma culpar-se e sentir-se responsável pelo que se passou. Embora estes erros do processo reprodutivo nada tenham que ver com o estilo de vida da mãe, com as suas relações sexuais, com o desporto que pratica, com os esforços que realiza, ou com os seus estados emocionais. Os problemas cromossómicos podem ocorrer antes da concepção (e são inerentes ao espermartozóide ou ao óvulo), ou mesmo nos primeiros estádios de divisão celular do ovo fertilizado.

Um processo muito complexo

Quanto maior for o número de semanas de gestação, menor é o risco de aborto. De facto, três quartos dos abortos espontâneos passam despercebidos pela mulher, já que ocorrem antes que ela verifique que está grávida. Tomando como base as gravidezes conhecidas, cerca de 75 por cento dos abortos produzem-se antes da semana dezasseis, e entre eles, a maioria na semana oito. É verdade que os abortos são situações extremamente traumáticas, tanto para a mulher como para o marido. No entanto, do ponto de vista médico, são considerados um componente natural dos muito complexos processos reprodutivos.

A ecografia

O estudo ecográfico constitui uma ferramenta de grande utilidade ao longo de toda a gravidez. O primeiro geralmente solicita-se durante o primeiro trimestre, uma vez que proporciona dados fundamentais:

Trata-se de uma gravidez intra-uterina ou ectópica, o que quer dizer que se aloja no útero, na trompa ou no ovário.
A partir da 7ª semana, revela se o embrião está efectivamente dentro do ovo ou saco gestacional, e se regista actividade cardíaca ou não.
Na oitava semana, já permite medir o crescimento do embrião e observar os seus movimentos.


Fonte: Revista Mãe Ideal 
Próxima Página

recent posts

Em seu idioma

Arquivo do Blog

Postagens mais visitadas

  • Coisas Que Irritam
    Não há como negar que existe coisas ou situações que tiram a gente do sério, que em segundos nos faz perder o humor e estragar o dia. ...
  • 4 Fatos Históricos Que Gostaria de Ter Prensenciado
    Quem me conhece sabe que sou fascinada pela Idade Media. Se existe mesmo reencarnação, acho que já passei por lá. Devo ter vivido o ...
  • Gostaria de fazer, mas não tenho coragem
    13ª Blogagem Coletiva do Café entre Amigos é sobre: Gostaria de fazer, mas não tenho coragem. Quando comentei com meu marido sobre o te...
  • Superman: A História de Christopher Reeve
      Estreou nos cinemas o documentário "Superman: A História de Christopher Reeve" (título original: "Superman: The Christopher...

HELLO, THERE!



Sponsor

Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência. Privacidade.
SIGA-ME NO INSTAGRAM

Created with by BeautyTemplates | Distributed by blogger templates