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Cantinho da Li


A chegada de um novo membro na família já faz com que muitas mudanças aconteçam na rotina dos pais, agora você imagina mais um bebê a caminho. Os cuidados são redobrados, e as preocupações também. Mas ao mesmo tempo, a vinda de mais um filho traz novos conhecimentos, experiências e algumas dúvidas, como por exemplo, devo colocar os pequenos a dividirem o mesmo quarto?
Pois bem, a ideia de fazer com que os filhos dividam o mesmo quarto pode surgir de uma necessidade, pois os cômodos da casa podem ser pequenos, e não comportar mais um ambiente para outra criança, ou mesmo por opção dos pais, em fazer com que os pequenos tenham um convívio maior para criação de laços de amizade, companheirismo e confiança.
Mas, afinal, filhos no mesmo quarto é uma boa ideia ou não? Segundo alguns especialistas na área, não há uma regra específica para isso, a opção é mais uma decisão dos próprios pais. Por isso, se você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto, confira as dicas dos prós e contras de fazer os filhos dividirem o mesmo quarto.

Prós

Ajuda no convívio social das crianças
É muito comum que os pequenos, principalmente quando não têm muito convívio com outras crianças, que eles fiquem tímidos e, muitas vezes, se isolem na hora de brincar, conversar com outras crianças. Mas isso não é bom, afinal, aprender a conviver com outras pessoas é fundamental para que a criança desenvolva sua personalidade e saiba conviver com as diferenças. E, para os filhos que dividem o mesmo quarto, essa tarefa se torna mais fácil, pois desde cedo as crianças aprendem a lidar com os defeitos e qualidades um do outro. E isso irá refletir no convívio deles com outras crianças com muito mais facilidade.



As crianças aprendem a dividir

Ensinar os pequenos que os seus brinquedos e outros objetos podem ser compartilhados, às vezes não é uma tarefa fácil, principalmente na escola ou quando eles estão brincando com outras crianças. Mas para os filhos que estão no mesmo quarto isso se torna mais prático. Ao dividirem o mesmo quarto, as crianças aprendem desde cedo que compartilhar é uma tarefa comum, que faz parte da vida em sociedade, e isso estimula também a generosidade dos pequenos, a não serem egoístas.
Colabora na cumplicidade entre irmãos
Os filhos que dividem o mesmo quarto, não compartilham apenas um ambiente, eles dividem companheirismo. Convivendo no mesmo quarto faz com que as crianças compartilhem assuntos, decisões, opiniões, angústias, e assim um laço de cumplicidade e confiança é criado entre os irmãos.
Ajudam as crianças a sentirem mais segurança
Os medos são algo que com o decorrer do tempo aparecem na rotina dos pequenos, principalmente quando vão dormir. Medo do escuro, de dormir sozinho, entre outros. Mas, para filhos no mesmo quarto, isso pode não acontecer, ou caso aconteça, a criança se torna mais segura, a partir da presença do outro irmão no mesmo quarto, podendo dividir com ele o medo e angústia.

Contras


Falta de privacidade

Uma das principais dificuldades dos filhos que dividem o mesmo quarto é a falta de privacidade que há. Ao compartilhar o mesmo quarto, algumas tarefas que são comuns no dia a dia, não conseguem ser realizadas, como por exemplo, uma criança quer dormir em um horário e a outra não, uma precisa ficar sozinha em seu quarto, mas não consegue, entre outros. Essas dificuldades são comuns, e muitas vezes, conseguem ser contornadas pelos pais quando os pequenos são crianças, mas elas podem ficar mais complicadas depois que eles crescem, daí é o momento de cada um ter o seu canto.

Falta de espaço

Os filhos que dividem o mesmo quarto encontram outra dificuldade, estamos falando da falta de espaço. Independente se o ambiente é pequeno ou grande, o espaço se torna limitado para as crianças brincarem, dormirem, realizarem outras atividades no quarto, e isso pode se tornar um incômodo para os pais também.
Dificuldade na convivência entre os filhos
Ao mesmo tempo que, colocar os filhos no mesmo quarto pode aumentar os laços de amizade, companheirismo e cumplicidade, pode ocorrer também o desentendimento das crianças, afinal são duas pessoas diferentes, com personalidades distintas dividindo um mesmo espaço. Por isso, alguns conflitos podem ser gerados com os filhos que dividem o mesmo ambiente.

No último domingo, dia 09 de agosto, um personagem feminino de desenho completou 90 anos : Betty Boop criada por Max Fleischer e desenhada por Grim Natwick a personagem estreou em 9 de agosto de 1930, no curta Dizzy Dishes, espelhando-se nas divas desta década, ao som de muito jazz (Big Bands). Mas em seu auge — entre os anos 1931 e 1934 — ela foi uma grande estrela em filmes americanos, apesar de, como a sua música tema diz, ser “feita com pena e tinta”.


Betty Boop começou a vida como um cão de orelhas caídas, pois a verdade, ela seria apenas um personagem secundário, ao lado do protagonista, o cachorro Bimbo. Por sua sensualidade e seu fascínio imanente, ela transcendeu a fama do cãozinho e se transformou na heroína da história, acompanhada muitas vezes deste bichinho, que se tornou seu amigo. 


O design de Betty foi uma curiosa combinação do infantil (a cabeça gigantesca, a boca pequena e os grandes olhos redondos) e do inequivocamente adulto (sua figura curvilínea, acentuada pelo pequeno vestido preto que enfatizava seu decote ousado e revelava uma anacrônica liga circulando a sua coxa), ou seja Seus criadores a idealizaram como uma mulher independente e tentadora, com suas pernas desnudas, sempre revelando uma cinta-liga, seus decotes atraentes, os lábios formando um biquinho convidativo, os olhos transpirando ao mesmo tempo malícia e inocência. 

Ela tornou-se assim a primeira pin-up, modelos que têm sua imagem sensual divulgada amplamente, provocando assim uma forte atração na esfera da cultura pop da trajetória do desenho animado a ser reconhecida internacionalmente. 
Nos desenhos, Betty passou por diversas situações constrangedoras. Perdeu seu top e apareceu só de sutiã. Chegou a ficar sem vestido, mas nunca apareceu completamente nua. Seu corpo aparecia escondido atrás de objetos. Em 1934, os desenhos da personagem foram censurados. Os desenhistas precisaram modificar o guarda-roupa e o comportamento da garota. Ela começou a circular com um namorado (Fearless Fed), um cachorrinho (Pudgy) e vestidos que a cobriam até o pescoço, mas as roupas justas destacavam mais que nunca seus seios, tornando-a ainda mais sensual.  

Assim, em 1939, Betty Boop foi censurada de vez, não podia mais aparecer nas telas dos cinemas. Sua última passagem pelo cinema foi uma pequena, mas inesquecível participação em Uma Cilada para Roger Rabbit, em 1984, atuando com o mesmo visual que a celebrizou. Embora durante duas décadas ela tenha permanecido à sombra do sucesso, hoje ela tornou-se novamente muito popular, associada ao universo da moda.



Sua imagem é vendida atualmente em produtos como bonecas, cerâmicas, camisetas, cartazes, perfumes, relógios, entre outros.


A pergunta do momento nos grupos de pais no whatsApp é:

"Vocês vão mandar suas crianças de volta para as aulas?"


A minha resposta como mãe é não sei, ainda continuo com medo. No momento em que o Brasil atinge a marca de 100 mil mortes e mais de 3 milhões de infectados. Com a disseminação desenfreada do vírus a melhor saída é o isolamento, distanciamento e os cuidados com o uso de máscaras e álcool em gel e cuidados de higiene geral. De qualquer forma acredito que todos estamos ansiosos, aguardando o final dos testes e comercialização da vacina, com ela talvez essa insegurança e esse medo passe.

No Brasil a maioria das escolas permanece fechada e sem previsão sequer de quando vão reabrir. Mas já há alguns planos mais avançados. Aqui no meu Estado, Sergipe tem rumores de abrir em setembro. É bom ressaltar que as autoridades da área da educação e saúde ainda não conseguiram chegar a uma conclusão sobre como será a realidade do ensino de agora em diante. Surge também outra pergunta? : meu filho pode pegar Covid-19 na escola ?Um problema específico da Covid-19 é que cientistas acreditam que muitas crianças são assintomáticas. Elas podem não estar apresentando sintomas da doença e mesmo assim agindo como propagadoras do vírus.

Quando leio em sites como Estadão e UOl que os pediatras alertam para dois problemas. Primeiro, a falta de aulas teria consequências graves para a saúde mental e desenvolvimento dos alunos. E segundo, ela agrava a desigualdade de oportunidades entre alunos, com crianças que vivem em situação econômica mais frágil não conseguindo acompanhar aulas online. Não sinto segurança em mandar ,meus filhos para escola, caso o governo aqui libere. Prefiro aproveita o que há disponível: a tecnologia . Sim, as aulas on line fazem parte de nossa realidade atual. e continuar com a principal recomendação para todos, que é a de manter distanciamento social onde for possível, usar as mascaras e a constante higienização das mãos.


O dia dos pais passou a ter repercussão mundial a partir do início do século XX, quando a data foi institucionalizada nos Estados Unidos da América. Os Estados Unidos comemoraram pela primeira vez o dia dos pais em 19 de junho de 1910. Tal data foi escolhida a partir da sugestão de uma moça chamada Sonora Louis Dodd, que quis homenagear seu pai, William Jackson Smart.

Smart era um veterano da Guerra Civil Americana que, após a morte da esposa, teve que criar sozinho Sonora e os outros filhos. A homenagem de Sonora começou em 1909, em sua cidade, Spokane, no estado de Washington. O dia em questão, 19 de junho, era a data de nascimento de seu pai. O gesto simples da moça acabou por mobilizar muitas pessoas da mesma cidade a fazer o mesmo tipo de homenagem. De Spokane, a prática alastrou-se para outros estados dos EUA.

Entretanto, em 1966, houve uma alteração na comemoração da data em decorrência de outros fatores. Do dia 19 de junho, a comemoração passou para o terceiro domingo de junho. Em 1972, o presidente Richard Nixondeclarou o terceiro domingo de junho como o dia oficial da comemoração do dia dos pais. Essa data foi adotada como modelo por vários países ocidentais.

No Brasil, o dia dos pais só foi comemorado pela primeira vez em 1953, no dia 16 de agosto. Ao contrário do que ocorreu nos EUA, essa data não foi pensada como forma de homenagem local e simples, que se alastrou depois, sem planejamento. Na verdade, ela foi pensada por um publicitário chamado Sylvio Bhering, à época diretor do jornal O Globo e da rádio homônima.

O objetivo de Bhering era tanto social quanto comercial. A tentativa inicial foi associar a data ao dia de São Joaquim, pai de Maria, mãe de Jesus Cristo, que é comemorado em 16 de agosto, no calendário litúrgico da Igreja Católica, já que a população brasileira era predominantemente constituída de católicos. No entanto, nos anos seguintes, a data também foi deslocada para um domingo, o segundo domingo do mês de agosto – e assim permanece até hoje.

O caso particular de outros paísesHá o caso de outros países nos quais o dia dos pais está relacionado com aspectos culturais muito específicos. É caso, por exemplo, de Portugal, Espanha, Itália, Andorra, Bolívia e Honduras, que o comemoram em 19 de março. Isso ocorre porque tais países, também de tradição católica, associam o dia dos pais ao dia de São José, esposo de Maria.


Um caso curioso é o da Rússia, que celebra o dia dos pais em 23 de fevereiro. O motivo é o fato de que esse dia também é reservado à comemoração do Dia do Defensor da Pátria Local – data celebrada desde 1919. As duas datas acabaram por se entrelaçar.


Por Me. Cláudio Fernandes


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