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Cantinho da Li



Impossível não sentir saudades da infância ao assistir alguns desenhos e programas infantis, não é mesmo? E entrando nessa vibe nostalgia, que tal conferir as atrações marcaram as décadas de 80 e 90? A começar pelo Balão Mágico! Em 1983, foi ao ar o primeiro episódio do programa infantil da TV Globo, que contou com o elenco mirim Simony, Tobe e Mike.


Tudo começou em 1981, quando Simony foi cantar no já consagrado Programa Raul Gil. A menina, com apenas 5 anos de idade, imediatamente conquistou o público. O produtor Tomas Muñoz estava querendo montar um grupo musical infantil e viu nela um grande potencial para o projeto. Nesta mesma época, um garoto chamado Vimerson Benedicto fazia comerciais para a TV e cantava em programas de calouros. Ele acabou fazendo um teste para o grupo infantil, levado por seu irmão mais velho, e foi aceito prontamente, para fazer uma dupla com a pequena Simony.

Quando o primeiro disco da dupla estava quase pronto, aconteceu um fato curioso. Ronald Biggs, famoso assaltante britânico que participou do “crime do século” na Inglaterra (o assalto ao trem pagador, em 1963, que virou até filme), vivia no Brasil desde os anos 70. Em 1981, ele foi sequestrado e levado para o Caribe, e seu filho, o garoto Michael Biggs, apareceu na televisão fazendo um apelo emocionado pela vida do pai. Por uma série de brechas na lei, Ronald Biggs conseguiu ser mandado de volta ao Brasil, e seu filho Michael acabou convidado pelo produtor Tomas Muñoz para fazer parte da Turma do Balão Mágico.

Estava assim formado o grupo. Vimerson virou Tobe, uma corruptela de seu sobrenome Benedicto, e Michael foi apelidado de Mike. Simony, Tobe e Mike passaram a fazer uma série de shows pelo Brasil para divulgar o primeiro disco, que vendeu mais de 1 milhão de cópias e incluía as músicas Galinha Magricela, Baile dos Passarinhos e O Trenzinho, além de vir com uma máscara de palhaço para destacar e brincar. Isso foi em 1982.

A Turma era um sucesso gigantesco entre as crianças, e a Rede Globo logo viu o potencial da ideia. Lançou em março de 1983 o programa Balão Mágico, estrelando as três crianças e um alienígena com cara de bonzinho e amigo de todos, que se tornaria símbolo de uma geração: o Fofão. O programa na Globo passou a ter maior duração, mais atrações e havia se tornado o programa infantil diário de maior sucesso na televisão brasileira. .Jair Oliveira, filho do cantor Jair Rodrigues, segurou um show sozinho no Maracanã, que era pra ter a participação de Pelé, mas que o jogador cancelou na última hora. O garoto se saiu muito bem e acabou sendo convidado para ser o quarto integrante da Turma.

Em 1985, A Balão-mania começar a perder fôlego. Tobe, o mais velho da Turma já estava com 14 anos e passava por grandes mudanças na voz. A gravadora achou por bem tirá-lo do grupo, para manter o foco infantil, e em seu lugar entrou Ricardinho, então com 10 anos de idade, que havia ganho um concurso para entrar no grupo. O último disco foi gravado em 1986. Mike e Ricardinho abandonaram o grupo logo após o lançamento do disco, restando apenas Simony e Jairzinho. O programa na Globo acabou em maio daquele ano, sendo substituído pelo Xou da Xuxa, recém-contratada que vinha da Manchete.







Discografia da turma

Mike, Siminy e Tobe nos dias de hoje



Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.

Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.

Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.

Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.

Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.

Outro para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.

Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher. Uma mãe.





Sempre gostei de ler, e adorava as estorinhas nos gibis da Turma da Mônica. Numa época em o Bullyng corria solta, o personagem da Mônica era uma heroína, pois ela não se intimidava com os apelidos e ia para cima dos meninos de igual para igual. A historia tinha o nome dela, mas o Cebolinha parecia o ser personagem central, sempre com seus clássicos planos infalíveis, sua obsessão em derrotar a Mônica e ser o dono do bairro. 

Saber que teríamos um live-action trouxe muita nostalgia, o Bairro Limoreiro (onde é ambientada as estorinha de Maurício de Souza) fez parte do imaginário dos fã da revistinha. Em relação ao filme posso afirmar que não me decepcionou, o roteiro segue uma história, e dentro dela os fãs são presenteados com diversas coisas. Os atores foram muito bem escolhidos, e a caracterização se manteve fiel. Por exemplo, Mônica, invocada e super forte (as cenas de coelhada são cortadas, mas nas historinhas também são, com raras exceções), mas uma menina sensível e disposta a tudo pelos amigos, e os roteiristas fizeram certo ao incorporar essa sensibilidade da personagem no filme .


Outro ponto alto do filme, é ao passearmos pelo bairro, vemos diversos personagens do universo do Bairro do Limoeiro, caracterizados para aparecem poucos segundos até alguns poucos minutos. Mas mesmo assim, houve a preocupação de trazê-los. Titi com sua namorada Aninha, vestindo sua tradicional camiseta listrada, Jeremias, Xabéu, Xaveco (única caracterização que achei estranha) e algumas para fãs um pouco mais entrosados no universo de Maurício de Sousa, Seu Juca (que, por fazer apenas uma ponta, não ficou maluco desta vez) e as irmãs Cremilda e Clotilde, que sempre têm um plano para dar um banho no Cascão. Também houve uma preocupação de caracterizar também os pais dos personagens principais; na minha opinião, Lurdinha, a mãe do Cascão, foi a de maior destaque em relação a aproximação com o desenho apresentado nos quadrinhos. O filme da Turma da Mônica fica melhor para mim a cada vez que penso em seus detalhes. Não apenas manteve a essência do que é a turma da Mônica, e a amizade entre os quatro protagonistas, mas trouxe presentes para todos os fãs um live-action desse quadrinho tão amado pelo Brasil .


Sinopse:

Nesta história cheia de surpresas, o Cebolinha bola mais um plano infalível para roubar o Sansão, o coelhinho de pelúcia da Mônica, e se tornar o dono da rua. O plano não dá certo novamente, mesmo com a ajuda do seu melhor amigo, o Cascão.

Mas as coisas se complicam de verdade quando o Floquinho, o cachorrinho de estimação do Cebolinha, desaparece. Mônica, Magali e Cascão se juntam a ele numa grande aventura. Eles se embrenham na floresta para encontrar o Floquinho e descobrem que os laços de amizade que os unem são mais importantes do que os conflitos e as diferenças.





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