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Cantinho da Li

Hoje sábado foi dia de cinema. Quem é mãe de menino com certeza já assistiu o filem Carros da Disney várias vezes seguidas. Chorei junto com Serginho quando MacQueen se perde de carreta Mack e vai parar Radiator Spring na Rota 66, e quantas risados demos juntos com as maluquices de Mate. Pois bem, após 11 anos do lançamento do primeiro filme de Relâmpago McQueen a Disney apresenta Carros 3, filme parece dar continuação ao primeiro filme, quase nada lembra o segundo filme.

O foco volta a ser são as corridas das pistas ovais, e do relacionamento entre praticamente os mesmos carros do primeiro, até a entrada do seu mais novo rival nas pistas, que coloca o protagonista em uma situação um pouco diferente, remetendo até mesmo ao início do Carros 1, um personagem um pouco mais descontrolado. Depois disso o protagonista passa a viver sua aventura de se reerguer, mostrando uma série de novos personagens, todo um novo direcionamento, e é a partir desse ponto, que a animação volta as suas raízes, mostrando que Carros 3 é uma reformulação atualizada de Carros 1, mas com um protagonista mais adulto, com uma personalidade mais perceptiva e inteligente, sem deixar de lado a construção que teve nas animações anteriores.

O sentimentalismo é interessante, muito personagem mesmo carismático tem seus sonhos e suas vontades bem escrachadas, que parece nem se encaixar demais numa animação infantil, mas dá uma excelente lição de vida do começo ao fim. O humor é muito presente e interessante, além da aventura em si ser muito bonita visualmente, tudo parece ter um tom muito nostálgico não só para o filme, quanto para os personagens, uma combinação que deixa o filme super gostoso de assistir.












O seriado Kenan e Kel (1996 - 2000) fez muito sucesso na Nickelodeon nos Estados Unidos e conquistou milhares de telespectadores brasileiros ao passar na TV fechada, na Globo e, mais recentemente, no SBT.


A confusão fica completa quando aparece a dupla Kenan & Kel no pedaço. Kenan é um adolescente gordinho, esperto e ganancioso. Kel, o melhor amigo de Kenan, é magro e atrapalhado. Eles estão sempre juntos e sempre envolvidos em grandes encrencas. São muitas maluquices para apenas duas cabeças.
Os cenários mais usados eram os da casa de Kenan, com sala, cozinha, seu quarto e o de seus pais, e a mercearia Rigby's, onde Kenan trabalhava, além, é claro, do palco onde interagiam com o público ao início e ao fim de cada episódio. Kenan vive com seus pais Roger e Sheryl Rockmore e sua irmã caçula Kyra em uma casa de dois andares, onde Kel praticamente mora também, uma vez que os pais de Kel não são vistos na série, deixando claro que Kel é um tanto quanto solitário em questão de família, se mostrando um tanto carente. Devido à falta de atenção dos pais, Kel é um tanto quanto sem noção e comete algumas gafes para com a família de Kenan (principalmente para Roger) e entre outras pessoas.
A maioria dos programas seguia o mesmo esquema: Kenan tinha alguma ideia mirabolante para resolver determinada situação, e contava com a ajuda de Kel, que geralmente atrapalhava tudo. Chamava atenção também a paixão do personagem por refrigerante de laranja.







Curiosidades sobre a série:

Primeiro episódio: 17 de agosto de 1996
Episódio final: 15 de julho de 2000
Tema musical: Aw, Here It Goes
Número de temporadas: 4
Emissoras originais: Nickelodeon, Rede Globo, SBT, Band

Lembro da época de criança do dia de tirar a foto da família, era um tempo em que fotografia era documento, um registro da família. Tínhamos que estar todos impecáveis, cabelos arrumados e roupa bonita e com cara de sério. Ter uma máquina fotográfica não era para qualquer um. Hoje, com a evolução tecnológica, as máquinas fotográficas se popularizaram e tira-se foto até mesmo com o celular, e as fotos passaram de documentos para registro de momento. Fotografamos o almoço, a paisagem, os amigos, o crescimento dos filhos, nosso próprio rosto (as famosas selfies). Tiramos a foto, visualizamos e compartilhamos imediatamente, pelo prazer e a liberação de hormônios ligados à recompensa que os “likes” de uma foto nos dão. Enfim, tiramos um monte de fotos e nunca paramos para revê-las como parávamos para ver os álbuns de fotografia de antigamente. Tenho um monte de foto, tanto no meu computador, como no celular, tablet e pendrives. Achamos que em tempos de câmera no smartphone, somos todos fotógrafos. Só que não! além de que como sempre eu que estou tirando as fotos, são raras as que eu apareço.

Estava grávida de Aninha. A ideia era fazer um “book” de gestante, mas a sintonia da fotografa Martha Oliveira com Serginho foi tão legal, que acabou virando um álbum de família. Depois teve o acompanhamento mensal do primeiro ano de Aninha, só que dessa vez foi com a fotografa Anne Pacheco, e novamente as sessões em que a família estava junta eram as melhores. Então, acabei criando o habito de tirar uma foto da família no final do ano. 
 
Essa experiência com o fotografo profissional, chamou-me a atenção no trabalho deles, o olhar sobre o momento. O fotografo capta a emoção, a essência, coisa que não conseguimos sendo fotografo de celular. Pude verificar que as melhores fotos de família são as que capturam os momentos e as reações espontâneas: o abraço apertado, a gargalhada, o beijo sincero, são situações que mostram o verdadeiro afeto familiar.

Cada olhar registrado, cada sorriso capturado pela lente, cada rosto flagrado, ficará guardado como uma lembrança. Diferente daquele monte de fotos entulhado nos arquivos do computador. Sem contar, que tirando uma foto com o profissional a gente revive um pouco essa magia da fotografia como registro, e não como comunicação. Precisamos esperar até que as fotos fiquem prontas e depois montar o álbum, com todo carinho, para poder reunir a família mais uma vez e reviver bons momentos.






As férias escolares do meio do ano acabaram. Aninha, minha filha do meio não gosta de férias, ela gosta de estar com as amigas dela todos os dias e as férias quebra esse contado. Então, falei para ela que de todas as coisas que já vive, as que mais tenho saudade são minhas férias escolares. Principalmente as do meio do ano. Período que passava na casa da minha avó.

Foto do Google
Então, minhas férias de inverno tinha cheiro da roça. Como foi bom relembrar com meus filhos as minhas histórias de criança. Ah! como gostava de viver aquilo, andar de carro de boi, andar dentro de um caçuá (cesto feito de cipó, vime ou bambu, com alças e tampa, que se prende às cangalhas para o transporte de pequenas cargas). Coisas que são raras no mundo rural, porque a tecnologia chegou lá sim.  Ver os olhinhos deles (meus filhos) quando mostrei o que era essas coisas foi. 


 
Burro carregando um caçuá. Foto do Blog Vendo e Revendo
 
Rever como num filme na minha mente o terreiro da casa de minha avó, todo rosa das pétalas das flores do pé maravilha, mostrando que tínhamos outono sim, e o inverno estava chegando. Como era lindo o chão todo rosa. Acordar cedo e correr para o curral, par ver meu tirando leite da vaca. Subi nos pés de mangueiras e laranjas.

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Tive um experiência frustrante. Lembro que minha tia pediu para meu irmão escolher uma galinha lá no galinheiro. Ele todo inocente, achando que ela iria dar de presente para ele levar para casa como animal de estimação, escolheu a mais bonita. Para desespero de nós, meninos bobos da cidade, a galinha acabou mesmo foi na panela. Mas esse episódio não tirou o brilho e encanto das férias na casa de minha avó, a sensação maravilhosa de esta ali no meio daquele verde, da comida feita no fogão de lenha. Lá não tinha luz elétrica, então tínhamos o privilegio de admirar o céu estrelado. E nunca, jamais, esquecer da rural do meu avó.

Resultado de imagem para fogão de lenha


 
Foto do Google

Na última quinta o programa de família foi ir ao cinema. O filme foi Meu Malvado favorito. Pela primeira vez Larissa assistiu um filme inteiro e vibrava cada vez que is minions aparecia na tela. A história tem três tramas paralelas. Na primeira, Gru e sua esposa Lucy ( partem na tentativa de capturar um dos maiores vilões do mundo: Balthazar Bratt . Na segunda, Gru descobre que tem um irmão gêmeo, Dru, e vai tentar recuperar o tempo perdido. E por último, um grupo de Minions se rebela e sai de casa atrás de um novo mestre com quem vão poder praticar vilanias.

Então vamos la, seguindo a linha dos filmes anteriores, as questões familiares são o ponto principal do filme, agora apoiadas pelo aparecimento do irmão gêmeo de Gru: Dru. O vilão da vez, o temido Balthazar Bratt, um ex-astro-mirim da década de 1980 que ganhava a vida em uma série de TV sendo malvado e que, ao crescer, tem seu show cancelado e resolve manter-se no personagem, tornando-se um vilão que faz tudo ao som de músicas da sua época. O visual é meio George Michael, com bigode de Freddie Mercury e danças de Michael Jackson com guitarras de Van Halen. Já Dru, vai fazer de tudo para levar seu irmão gêmeo novamente para o lado negro da força, como manda a tradição familiar.

Mas também não poderia faltar as fofas crianças, que agora vão ter Lucy como mãe em suas vidas. Conseguirá a amada e dedicada companheira lidar com as questões da maternidade? Além de enfrentar um Gru diferente, com a chegada de seu irmão gêmeo? O filme tem muitos acertos, nas questões apresentadas: família, maternidade, trabalho, desafios e descobertas. E, em uma das melhores cenas do filme, um Minion no chuveiro, relembrando o passado com seu chefe, traz à tona todo o sucesso e encanto dos dois filmes anteriores. A pequena Agnes também dá um show à parte, com sua fofura e pureza, em sua busca pelo unicórnio perdido. Agnes rouba a cena com suas peripécias e encantos!



































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