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Cantinho da Li

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Hoje completa trinta anos que vimos pela primeira vez a Rainha do Baixinhos descer de sua nave cor de rosa para comandar o Xou da Xuxa e ouvir a musiquinha: "Bom dia amiguinhos já estou aqui. Tenho tantas coisas pra nos divertir..." Quem viveu a infância nos anos 80 e 90 certamente não esquece dessa emoção nas manhãs da Globo. 




E parece que foi ontem... fecho os olhos e me vejo lá em 1986, chorando rios de lágrimas pelo fim do  programa A Turma do Balão Mágico. Desesperada, pois não  veria mais o Fofão, o Jairzinho, a Simony e companhia. Por mais que me falassem que logo surgiria um programa legal, tanto quanto o Balão Mágico, eu não acreditava. E, para minha surpresa naquela manha do dia 30 de junho de 1986, vi aportar num cenário fantástico uma nave espacial que trazia uma nova e linda companhia para as minhas manhãs de desenho animado: era a loirinha Xuxa, com toda sua trupe, que invadia com toda sua energia e alto astral. Nem preciso dizer que Xuxa me ganhou logo de cara, né? Duas semanas depois e eu nem me lembrava mais da Turma do Balão. e Já sonhava descer naquela nave e ser Paquita.

O “Xou da Xuxa” ficou no ar na Rede Globo entre 30 de junho de 1986 a 31 de dezembro de 1992 e ocupava as manhãs de segunda-feira a sábado. O Cenário foi, todo elaborado por Maurício de Souza e Reinaldo Waisman, comportava 200 crianças, que ficavam soltas e mais livres que nos anos posteriores, e não contava com a presença de adultos na plateia. Além de brincadeiras, sorteios, apresentações circenses e convidados musicais, o programa contava com os quadros das personagens "Madame Caxuxá", "Vóvuxa" (ambas do "Clube da Criança), "Xoxum" e "Bolucha". Sou do tempo que inventava dor de barriga pra faltar na escola e assistir à Xuxa.

























O vínculo entre mãe e filho surge ainda na gestação, enquanto ele se desenvolve. Durante 9 meses somos dois em um. E a separação desse dois corpos não acontece de forma instantânea: mãe e filho continuam ligados, e de uma forma intensa durante os primeiros anos. Devagar, mãe e filho vão se separando.

Com um prematuro, essa ligação ainda mais visceral, já que ele nasceu antes. E com Larissa está sendo assim, a nossa ligação é tão intensa que se ela acorda, não sei como, eu percebo e acordo também, sentindo que algo não está bem. Com ela foram 7 meses em delírio absoluto, curtindo cada conquista, ganho de peso, cada careta que ela faz. Mesmo com todas as dificuldades de adaptação à rotina de ter um prematuro, esses meses iniciais foram de puro fascínio. E quando você começa a sentir que já tem quase tudo sob controle e que consegue administrar todas as áreas da sua vida ao mesmo tempo (ser mãe, dona de casa, esposa, amante e mulher), chega o momento mais tenso. Nenhuma licença-maternidade dura para sempre, então, é a hora da volta ao trabalho.

E garanto a vocês, que todas as mães que trabalham fora já passaram por essa sensação de ansiedade que é a volta depois da licença maternidade. Se você está passando por isso pela primeira vez, não se assuste: a volta ao trabalho pode ter toques de novela mexicana, muito choro e sentimento de culpa. Pensei que sendo mãe pela terceira vez seria diferente, mas sofri mais que na época de Serginho.

O mais importante na volta ao trabalho não é a quantidade de tempo que se passa com o bebê e sim a qualidade desses momentos. Massagens, brincadeiras e conversas com o bebê são atitudes que minimizam o impacto da distância entre os dois. Mesmo que o bebê ainda não seja capaz de entender o que dizemos para eles, eles podem sentir quando nos dirigimos a eles. Cantar, contar histórias, conversar fazem o bebê se sentir próximo de você e ele vai perceber a sua presença e seu afeto. Fale que pensa nele durante o trabalho, conte como se sentiu.

É normal sentir culpa por deixar a criança na volta ao trabalho, mas todas as mães sobrevivem e os bebês também. Tire da cabeça a ideia de que ninguém cuida melhor de seu filho que você. A vida continua. E esse vínculo (que falei la no primeiro paragrafo), esse "somos dois mas em algum ponto somos um" existe e durante vários anos (alguns dizem que é para sempre).



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