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Cantinho da Li

Qual pai e mãe não ficam preocupados com a alimentação dos filhos? Sempre estão em busca de informações, alimentos e alternativas mais saudáveis para os pequenos. E entre as opções e palavras que mais se ouve falar ultimamente está a proteína. Afinal, ela é tão importante assim para as crianças? Quem esclarece essa dúvida e dá dicas de inclusão no cardápio é a nutricionista funcional Helouse Odebrecht. 

A profissional explica que a proteína é extremamente importante no crescimento e desenvolvimento infantil. “A deficiência pode levar a uma desnutrição proteica com graves riscos à saúde. Manifestações clínicas como alteração no crescimento, no metabolismo e aumento do risco de infecções são as mais comuns quando há deficiência de proteínas na dieta de crianças e adolescentes”, explica. 

Desde o desmame, durante a introdução alimentar, é importante incluir, aos poucos, as proteínas conforme a capacidade de digestão e a idade do bebê. “Essa avaliação e orientação deve ser feita pelo pediatra ou nutricionista. Isso porque a inclusão vai depender de diversos fatores como volta da mãe ao trabalho, alergias alimentares, função digestiva e idade da criança”, orienta.
As proteínas podem ser encontradas em carnes, ovos, peixes, iogurtes, leguminosas, nozes e oleaginosas no geral. Todos esses alimentos conseguem compor o aporte proteico dos pequenos e podem ser introduzidos no cardápio aos poucos e conforme orientação. 

Helouse sugere uma receita prática de picolé de iogurte para as crianças a partir dos dois anos. E elas até podem ajudar no preparo, pois é super simples.

Ingredientes
2 xícaras de iogurte grego zero açúcar
2 xícaras de frutas vermelhas (morango, framboesa, mirtilo, cereja)
½ a ¾ de xícara de açúcar demerara

Modo de preparo
Bata no liquidificador o iogurte, as frutas e o açúcar até ficar homogêneo. Transfira para forminhas de picolé e leve ao freezer até congelar.


Sobre Helouse Odebrecht
Helouse é nutricionista funcional, esportiva e fitoterapia funcional. Junto com o marido, o empreendedor Fabiano Odebrecht, fundou a Bem Livre, empresa de Blumenau (SC) que desenvolveu iogurtes gregos ricos em proteínas, isentos de glúten, lactose e açúcar, que podem ser consumidos por todos os tipos de pessoas. Nasceu da dificuldade que ela, nutricionista, tinha em indicar opções realmente saudáveis de iogurtes para os pacientes. O iogurte é vendido em pontos de vendas, principalmente lojas de produtos naturais, de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
Como estou no sétimo mês de gestação (30 semanas) já ando pesquisando sobre o carrinho de bebe, que é um artigo essencial no enxoval. É com ele que os pais vão levar a criança para os passeios nos primeiros meses de vida. Por isso, é importante pesquisar o modelo ideal e verificar alguns itens. Amanda Teixeira, responsável pelo setor de desenvolvimento de produtos da Tutti Baby, ressalta que três pontos são fundamentais. “Os pais devem levar em conta o conforto, a segurança e a praticidade do carrinho antes de adquiri-lo”.

Além disso, outras questões devem ser analisadas pelos pais, de acordo com Amanda:

Certificado conforme a norma brasileira de segurança: é imprescindível que o carrinho escolhido seja atestado conforme as leis. Dessa forma, acidentes podem ser evitados.

Cinto de segurança de cinco pontos: além de separar as pernas da criança, ajuda a firmar os ombros e o quadril. Assim, evitam-se escorregamentos ou quedas. Verifique também se o cinto está ajustado, o que garante mais conforto.

Peso: analise até qual tamanho a criança vai utilizar o carrinho. A maioria deles acomoda o peso de até 15 quilos.

Encosto regulável: é fundamental que o encosto fique reto, pois os bebês dormem bastante e em passeios não é diferente. Assim, é só deitar o carrinho para o pequeno descansar confortavelmente.

Trava de segurança: deve estar travada para evitar que o carrinho feche acidentalmente.

Freios: ao travar as rodas do carrinho, ele não pode se movimentar. Esse item é muito importante e fundamental para a segurança da criança.

Espaço: meça o carrinho fechado e o porta-malas do veículo da família. Além disso, é importante verificar se há espaço suficiente em casa para guardá-lo.

Mais uma adaptação cinematográfica do épico "O Pequeno Príncipe", de Saint-Exupéry, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira. Sempre é uma emoção ler esta obra, li para Serginho, três paginas por noite, e vi o encantamento dele, com a historinha desse encantador garotinho. Logo no primeiro capitulo ele ficou fascinado com figura do chapéu que não era chapéu mas uma serpente que havia engolido um elefante.

Porém, a história do menino que vivia solitário em um asteroide e, viajando pelo espaço, que encontrou um aviador perdido no deserto não é o foco principal no longa-metragem. Ela ocupa um espaço menor, cerca de um terço da duração apenas. A trama principal gira em torno de uma pequena garota, que leva uma vida bastante regrada devido à obsessão da mãe em controlar absolutamente tudo à sua volta.

O Pequeno Príncipe : Poster

Logo nos primeiros minutos de projeção, descobrimos que não se trata de uma adaptação direta de ‘O Pequeno Príncipe‘ – em que um aviador bate seu avião no deserto, e, em seguida, encontra um garoto misterioso que afirma viver em um planeta minúsculo. No centro de tudo está A Pequena Garota (em nenhum momento seu nome é revelado), que está sendo preparada por sua mãe para o mundo muito adulto no qual vivem – e é interrompida por seu excêntrico e amável vizinho, O Aviador.

O Aviador apresenta sua nova amiga a um mundo extraordinário, no qual tudo é possível. Um mundo ao qual ele mesmo foi apresentado há muito tempo pelo Pequeno Príncipe. É aí que começa a jornada mágica e emocionante da Pequena Garota pela sua própria imaginação – e pelo universo do Pequeno Príncipe. E é onde a Pequena Garota redescobre sua infância e aprende que o que importa são as relações humanas e o que é realmente essencial somente pode ser visto com o coração.


O Pequeno Príncipe : FotoO Pequeno Príncipe : Foto

O Pequeno Príncipe : Foto


O Pequeno Príncipe : Foto

 O Pequeno Príncipe : Foto
 O Pequeno Príncipe : Foto
 O Pequeno Príncipe : Foto


Infelizmente nenhuma adaptação de livro para as telas se torna fiel. A riqueza de detalhes desse livro infelizmente não caberia em algumas horas de filme. É válido assistir, porém não substitui em hipótese alguma a leitura! 
  

Curiosidades do filme:

  • A direção do longa é de Mark Osborne, de outra animação, Kung Fu Panda (2008).
  • A clássica história já foi adaptada várias vezes, sendo a mais conhecida delas O Pequeno Príncipe (1974).
  • O livro O Pequeno Príncipe vendeu mais de 80 milhões de exemplares no mundo todo e foi traduzido para 180 línguas.
  • O filme foi exibido fora de competição no Festival de Cannes 2015.
  • Os atores Marcos Caruso e Larissa Manoela são os dubladores na versão em português.

Fonte:
 Adoro Cinema
Globo.com
CinePop 




Nos dias de hoje, ficamos chocados ao nos depararmos como noticias tipo a que aconteceu em São Paulo. Um bebê de quatro meses morreu depois que o carro em que estava bater em um poste na Marginal Tietê, na madrugada desta segunda-feira (17). Segundo o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar, apesar da cadeirinha para a criança estar no banco de trás, a mãe carregava a criança no colo no momento em que o veículo da família, dirigido pelo pai, bateu de frente com um poste. 

Neste ano, a resolução 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), conhecida popularmente com a Lei da Cadeirinha, completa cinco anos. Desde então, as crianças precisam ser transportadas em dispositivos de segurança: bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação.

A faixa etária precisa ser analisada pelos pais, que deve ser compatível com o tipo de equipamento. Basicamente, desde o nascimento até completar um ano, utiliza-se o bebê conforto. Em seguida, até os quatro anos, o recomendado é utilizar a cadeirinha. Depois dessa etapa, a criança ocupa um assento de elevação até completar sete anos. 

Entretanto, o uso correto do dispositivo é essencial para que a criança esteja protegida ao máximo em caso de acidentes. A instalação dos equipamentos ainda gera algumas dúvidas. Por isso, Amanda Teixeira, responsável pelo setor de desenvolvimento de produtos da Tutti Baby, empresa especializada na produção destes itens, dá algumas dicas para o momento de instalar:

Bebê conforto: utilizado para transportar recém-nascidos desde a saída da maternidade até completar um ano ou 13 quilos.
- Deve ser instalado sempre de frente para o encosto do banco traseiro. Como nessa fase o bebê ainda não tem firmeza no pescoço, é essencial que ele seja acomodado de costas para o movimento.
- As tiras do cinto de segurança do dispositivo possuem protetores acolchoados, que devem ficar em cima dos ombros. Também é importante que elas fiquem bem ajustadas ao corpo, com um dedo de folga.
- Prender o equipamento com o cinto de segurança de três pontas do veículo, passando pelos locais indicados.




Cadeirinha: utilizado por crianças de um a quatro anos ou de 9 a 25 quilos.
- A criança utiliza o cinto de segurança da cadeira, que é fixada com o cinto do carro. Alguns modelos possuem regulagem de inclinação, o que traz mais conforto para a criança.
- O cinto de segurança da cadeirinha deve estar bem ajustado ao corpo da criança, sempre cuidando para não deixar muito apertado.
- Deve ser instalada com o cinto de segurança do veículo, prendendo a criança e a cadeira ao mesmo tempo, quando ela já possui 15 quilos.






Assento de elevação: indicado para crianças de quatro a sete anos ou de 15 a 36 quilos.
- Quando a criança já estiver sentada, basta utilizar o cinto de segurança do veículo para prender a criança e a cadeira ao mesmo tempo.
- O cinto de segurança deve passar pelo ombro e não no pescoço da criança.

Para finalizar, Amanda ainda destaca três dicas importantes para todas as fases: “Leia sempre o manual de instalação e verifique, antes da compra, se o equipamento possui o selo do Inmetro, que atesta a sua qualidade. Além disso, preste atenção ao peso máximo que a cadeirinha suporta e o peso que a criança vai adquirindo com o tempo”, conclui.


Ultimamente a personagem favorita de Aninha é gatinha Hello Kitty. Pensar que na minha epoca de criança também adorava essa bonequinha, é de encher os olhos. Mas afinal qual a menina  não é apaixonada por essa gatinha, meninas de todas as idades são encantada peça Hello Kitty, com os mesmos traços, ou com uma modificação mínima deles, a Kitty continua sendo muito bonitinha e agrada desde as meninas mais novas até as mães. 
Pensando na alegria de Aninha, cantando e dançando ao assistir o vídeos dessa gatinha, pensei em procurar um festa cujo tema fosse inspirado nela. No site Birthday Express , encontrei a festa Hello Kitty Sonhos do balão e integra os alimentos como aspectos da decoração de uma maneira simples

Hello Kitty Birthday Party

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Estamos na Semana Mundial do Aleitamento Materno, começou no dia 1º de agosto e vai até o dia 7 e este ano tem como tema de abordagem as mulheres que trabalham e amamentam. A iniciativa busca sensibilizar empresas sobre a importância da amamentação, pois a mulher que amamenta falta menos ao trabalho uma vez que seu filho adoece menos. Além disso, o bebê continua recebendo o leite materno, que possui anticorpos que previnem doenças.

Além desses benefícios, o aleitamento reduz os índices de obesidade infantil, de infecções digestivas e respiratórias e de alergias alimentares. Estudos mostram que o leite materno é capaz de reduzir em 13% as mortes por causas evitáveis em crianças menores de 5 anos. A amamentação também ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia. As chances de se adquirir diabetes ou desenvolver câncer de mama e de ovário também diminuem significativamente para mulheres que amamentam.

Muitas falam que amamentar é um gestor de amor, mas, na verdade, é muito mais que isso. É um ato de coragem. Amamentei meus filhos ate os dois anos, lembro que a primeira semana de vida de Serginho, foi difícil. Pois era doloroso, as vezes falta-me coragem, pois os seios doíam, mas resolvi que iria amamentá-lo, e consegui. Nos comerciais sempre passam aquela coisa linda, mas, na verdade, na maternidade nada é simples como passa na TV. nós mães normais temos que ser forte. 


A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que o aleitamento materno comece já na sala de parto e que seja exclusivo e em livre demanda (o bebê mama a quantidade que quer, quando quer) até o 6º mês e se estenda até 2 anos ou mais.

Volta ao trabalho

De acordo com a legislação brasileira, a licença maternidade pode durar até seis meses mas, para a maioria das trabalhadoras, é de quatro meses apenas. Muitas mulheres, ao voltarem ao trabalho, não conseguem continuar amamentando e acabam desistindo. A nutricionista Patrícia Queiroz explica que, com o desmame precoce, normalmente outro leite é introduzido. “É um leite que não tem os anticorpos, a vacina – como a gente chama, que vem do leite humano, que é uma substância viva”.

Ao retornar ao trabalho, para que a amamentação seja mantida pelo menos até o 6º mês de vida do bebê, a legislação (Artigo 396 da CLT) prevê ainda períodos de pausa no trabalho para que a mulher amamente ou retire leite para seu filho. São duas pausas, de meia hora cada uma, que não se confundem com os intervalos normais de repouso e alimentação. A mulher pode, inclusive, combinar com a chefia para chegar meia hora depois e sair meia hora antes do horário de trabalho ou ainda acumular os períodos e tirar uma hora por dia.

Para estimular a continuidade da amamentação ao voltar ao trabalho, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançaram em 2010 uma nota técnica com orientações para as empresas instalarem salas de apoio à amamentação. As salas são espaços dentro da empresa onde a mulher pode, com conforto, privacidade e segurança, esvaziar as mamas, armazenando seu leite em frascos previamente esterilizados para, em outro momento, oferecê-lo ao seu filho. Esse leite é mantido em um freezer a uma temperatura controlada até o fim do dia. Cada recipiente é etiquetado e identificando o nome da mãe, a data e a hora da coleta. No fim do expediente, a mulher pode levar seu leite para casa para que seja oferecido ao filho ou pode ainda doá-lo a um Banco de Leite Humano.


 Exemplos

O Grupo Boticário é uma das 120 empresas brasileiras reconhecidas pelo Programa Mulheres Trabalhadoras que Amamentam do Ministério da Saúde. Criado em 2011, exige que as empresas participantes atendam a três requisitos: licença maternidade de seis meses, creche no local de trabalho ou auxílio-creche e a instalação de sala de apoio à amamentação. Este espaço é de uso exclusivo das mulheres que retornam da licença maternidade.

“É um ambiente confortável, privativo e higienizado. Através de todas essas iniciativas nós conseguimos garantir o aleitamento materno pelo prazo recomendado pelo período de dois anos – que é recomendação do Ministério da Saúde. As mães também se tornam mais seguras em relação aos seus filhos porque elas podem coletar o leite de maneira tranquila, armazenar e levar para casa”, explica Luiz Antonio Setti Barbosa, médico e coordenador de Medicina e Qualidade de Vida do Grupo Boticário.

Dados divulgados pela Receita Federal, em 2012, indicavam que menos de 10% das empresas brasileiras haviam aderido ao programa Empresa Cidadã, que assegura a ampliação da licença-maternidade para 6 meses. Ou seja, grande parte das trabalhadoras brasileiras não pode permanecer com seus filhos durante o período de amamentação exclusiva. As empresas que aderirem ao Programa podem abater do imposto de renda o total da remuneração integral paga à funcionária no período adicional.


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