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Cantinho da Li

 

Fazer amigos é uma das coisas que dá sentido à nossa vida. Mas, quando crianças, essa sinergia pode surgir de uma maneira leve, descomplicada e muito divertida. Essa foi a inspiração que guiou a equipe de desenvolvimento da Fakini para a coleção Primavera - Verão 2015.

De acordo com a gerente de produto da empresa, Daniela Bonin, o conforto, que é um dos principais pilares das peças da marca, ganhou uma ressignificação com essa coleção. “Desenvolver roupas que garantam que a criança viva intensamente cada fase é o que está sempre no DNA das nossas coleções. Mas, dessa vez, mergulhamos profundamente neste tema e percebemos que o conforto também é essencial na hora de formar amizades, as alianças que levaremos para o resto da vida”, comenta.
Para as meninas, a Fakini traz a possibilidade de voar com estampas de borboletas e pássaros de várias espécies acompanhados de flores coloridas e cheias de vida. Outro destaque é a utilização de florais aquarelados, que se juntam e formam um indescritível jardim. 
Já para eles, predominam as estampas geométricas e imagens de cidades com destaques para suas cores e formas. Nas cores, ganham espaço os verdes, amarelos e azuis. Ícones de mar, esportes radicais e praias seguem com força também nesta coleção.
 


Nas cores, além do tradicional rosa que aparece em tons diferentes, as apostas são no verde pistache, azul e amarelo. Os étnicos, que marcam presença nas passarelas dos adultos, também chegam com força ao universo infantil, brincando com as cores e mesclas das peças para esta idade.
Ao todo, são cerca de 370 referências, que chegam às lojas em julho. Também integram essa coleção peças de licenciados como Batman, Fadas, Tartarugas Ninja, Dora a Aventureira, Winnie the Pooh, Disney, Pucca entre outras.
Além dos seis mil pontos de venda em todos os estados brasileiros, a empresa ainda comercializa seus produtos através da loja virtual www.fakinistore.com.br


Logo que descobrimos a gravidez, ficamos ansiosas para saber o sexo do bebê. E logo surgem uma série desculpas para justificar a ansiedade como, por exemplo, a de que precisamos decidir qual será o nome, escolher a decoração do quartinho, as roupinhas, etc... Acho que, em verdade, optamos por saber o sexo durante a gestação para construímos uma forma de relação com o bebê, pautada em uma realidade já existente. Dessa forma, conversar com o bebe na barriga, chamando-o pelo nome, seria o início da construção da referida relação.

Com a popularização do ultrassom (US), desde os anos 90, lendas e crendices para adivinhar o sexo do bebê caminham para a extinção. E a partir da 15ª, 16ª semana, tem-se a certeza, no exame morfológico, do sexo do bebê. As mais ansiosas optam pelo exame de sangue que identifica o sexo do bebê desde a 8ª semana – a sexagem fetal.

Mas, seguindo a linha da Top Gisele Bündchen e da Princesa Kate Middleton, optei em saber o sexo do bebê somente à hora do parto. Algumas pessoas acharam uma loucura, outras estranham, e os amigos mais chegados reclamaram que não saberiam que presente comprar, pois não sabem o sexo do bebê.

Não foi uma decisão fácil. Lembro-me que, na gestação de Serginho, descobrimos rapidamente o sexo já na 12ª semana, isto é, na primeira ultrassom morfológica. Na gestação de Aninha, o sexo só foi confirmado do final do 6º mês. Ela insistia em ficar de pernas cruzadas em todas as ultrassons realizadas anteriormente. Foi aí que experimentei a ansiedade de não se saber o sexo do bebe no inicio.

Ora, para mim que sou mãe de um casal lindo, sinto, nesse momento, que estou gestando um bebê. Não me importa saber o sexo. Eu estou apenas gravida e esperando a sua chegada…Isso me faz levantar menos expectativas em relação a ele. Por outro lado, sempre imaginamos mil coisas sobre o filho da gente. Se vai ser calmo, agitado, dorminhoco, obediente, teimoso… Assim, não saber o sexo, faz com que essa ansiedade sobre o seu temperamento não ocupe meus pensamentos.

Quanto ao nome, não vou ter problemas. Aninha e Serginho já trataram de escolher: Joãozinho ou Belinha (Isabela). O que deixa ainda mais legal essa experiência. Dessa vez não vai ter uma decoração no quarto, porque não haverá quarto. O bebê dormirá no meu quarto enquanto eu amamentar. Depois os meninos já decidiram: se for menina coloco uma cama no quarto de Aninha. Do contrário, no quarto de Serginho.

Ótimo, os irmãos estão empolgados em sabe com quem o bebê dormirá....

Mas, é fundamental lembrar que para o medico ginecologista obstetra, que acompanha a mulher no pré-natal, saber o sexo do bebê é de relevante importância, afinal, há doenças genéticas relacionadas ao cromossomo X. A hiperplasia suprarrenal congênita é um exemplo típico. Caso o bebê for do sexo feminino, ocorre a virilização, uma alteração na genitália, com o crescimento exagerado dos lábios da vagina. O problema pode ser corrigido de forma relativamente simples, ministrando-se corticoides para a mãe. Com o conhecimento do sexo, a investigação dos antecedentes familiares quanto à doenças associadas ao sexo, como hemofilia A e hidrocefalia, torna-se indispensável.

Finalizando, caso você optar, como eu, por essa pitada a mais de emoção no momento em que seu filho vier ao mundo, o médico aconselha deixar muito claro, antes do início do primeiro ultrassom, para que o profissional mantenha a discrição sobre o assunto, sem prejuízo algum ao exame.



Dica de leitura: Revista Pais e filhos
Que tal uma festa no parque, tipo piquenique com os amiguinhos? Pois a Jamile da Kadosh Festas Infantis, preparou essa festa linda para filha dela e ainda escolheu o tema do momento: Frozen, só que na versão da Febre Congelante, curta exibido antes do filme Cinderela.



Muitos girassóis, luzes e delicadeza! Com o detalhe no espirro de Elsa no bolo feito pela @confeitariasriquela


As crianças foram recebidas num cantinho cheio de capricho e amor ! Lancheirinhas personalizadas por @puroluxopersonalizadoos





Pirulito modelado com detalhes do Olaf da @petitgourmetbydanimeneleu




Olaf em cima de um girassol do cupcake de pote




A Ana esteve na festa nesse personalizado lindo feito  por @renatasouzaevivianecosta





Muitos pais têm dúvidas sobre qual é a cadeirinha de transporte mais indicada para cada idade das crianças e qual é o momento ideal da troca de um modelo para o outro. Pensando na praticidade dos pais na hora de escolher o equipamento ideal, a Tutti Baby, empresa catarinense especializada em produtos infantis, desenvolveu a poltrona Ninna. Ela acompanha o crescimento das crianças e pode ser usada do primeiro ao sétimo ano, através de adaptações na sua montagem.
A Ninna pode ser ajustada em oito posições, que facilita o ajuste conforme o crescimento da criança, que pode utilizar dos nove aos 36 quilos. A poltrona atende crianças dos grupos de massa de 1 a 3, ou seja, de um a sete anos.

Para garantir o conforto dos pequenos, a Ninna é revestida com tecido macio, possui almofada redutora e protetores acolchoados para os ombros. A estrutura de plástico de engenharia proporciona uma maior resistência e segurança ao produto. Estão disponíveis para o lançamento três cores: cinza, preta e vermelha. A poltrona foi desenvolvida conforme a norma NBR 14400 e é um produto certificado pelo Inor – órgão acreditado pelo Inmetro.

Nelson Zanotti, presidente da Tutti Baby, explica que a cadeira Ninna é o primeiro produto lançado depois de uma revisão no posicionamento e na revisão da identidade visual da marca. "Nosso novo lema é facilitar a vida dos pais. E a poltrona está seguindo esta linha: é um produto que vai acompanhar a criança durante boa parte da infância e pensamos em cada detalhe para garantir o conforto e a segurança dos pequenos", diz.

A poltrona chega às lojas agora no mês de maio.

Entenda quais são os grupos de massa



Grupo de massa I - de 9 kg até 18 kg, altura aproximada de 1m, até 2 anos e 8 meses de idade.
Grupo de massa II - de 15 kg a 25 kg, altura aproximada de 1,15 m, até 5 anos de idade.
Grupo de massa III - de 22 kg a 36 kg, altura aproximada de 1,30m, até 10 anos de idade.


Com a poltrona Ninna, as crianças do grupo de massa I utilizam o cinto da cadeira e a partir do grupo II, a criança utiliza o cinto do carro


A duquesa de Cambridge, Catherine Midleton, deu à luz no sábado (2) ao segundo filho. E o mais novo bebê real é uma menina, anunciou o Palácio de Kensington. A menina que recebeu o nome de Charlotte Elizabeth Diana, nasceu pesando 3,7 quilos e será a quarta na linha de sucessão ao trono britânico, atrás do avô, o príncipe Charles, do pai, o príncipe William e do irmão George.

Kate deu entrada na ala privada do hospital de St. Mary, no centro de Londres, às 6 horas locais, após sentir as primeiras contrações. O bebê nasceu às 8h34 do horário londrino (5h34 em Brasília). Menos de 10 horas depois de dar à luz, Kate Middleton já deixou a maternidade.

Esperava-se que a princesa retornasse ao Palácio de Kensington apenas dois dias após o parto, assim como fez no nascimento de George. No entanto, a recuperação da duquesa de Cambridge tem sido mais rápida que da primeira vez - como o que ocorre normalmente em um segundo parto normal. Em 2013, Kate ficou mais de 10 horas em trabalho de parto e, desta vez, deu entrada no hospital St. Mary, em Londres, apenas duas horas e meia antes da filha vir ao mundo. A duquesa saiu do hospital às 18h11 em Londres (14h11 no horário de Brasília).

Nas redes sociais o assunto mais comentado foi a curta permanência dela na maternidade e a sua disposição e aparência. Penso, como resposta imediata para tais divagações, que o fato do parto ter sido normal, Kate Middleton, dentre outras mulheres, prova que faz bem à mulher.Quando o bebê nasce de parto normal – no Brasil é uma raridade – a mãe se recupera rapidinho. Não tem corte de cesárea, não tem dor pós-parto. Quem faz anestesia de expulsão (que foi o meu caso) precisa esperar o efeito da peridural passar. Mas, uma vez no quarto, é vida normal.

Sou fã da Kate, pois diante de tantas mulheres que se apavoram com a ideia de um parto normal, ela esperou até o último momento. A menina nasceu na 41ª semana, coisa que, por aqui, costuma deixar as gestantes apavoradas. Os bebês podem nascer com até 42 semanas, mas é raríssimo encontrar obstetras e mães que segurem a ansiedade da espera.


Fonte:
Globo.com
Folha.com



Começa hoje - segunda-feira - e se estenderá até o dia 22 de maio a campanha nacional de vacinação contra a gripe. Durante esse período, poderão ser imunizadas crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade, pessoas com mais de 60 anos, indígenas, profissionais de saúde e do sistema prisional, população carcerária, gestantes, mulheres com até 45 dias depois do parto e doentes crônicos (como obesos, diabéticos e pessoas com insuficiência cardíaca). O Ministério da Saúde distribuiu 54 milhões de doses da vacina.

Durante a campanha, haverá mais dois tipos de vacina: a pneumocócica 23-valente e a contra a difteria e tétano. A primeira é responsável pela prevenção de doenças como pneumonia, meningite e infecção generalizada do sangue e será destinada aos idosos hospitalizados ou residentes em instituições, às pessoas com doenças crônicas) e aos imunodeprimidos.

A vacina, produzida pelo Instituto Butantan, oferece proteção contra três tipos do vírus influenza: o B, o H1N1 e o H3N2. Como o vírus da gripe é mutante, a vacina contra a doença também varia a cada ano. Por isso, pessoas do grupo prioritário que já foram imunizadas devem ser vacinadas de novo. Pacientes com doença crônica precisam apresentar uma prescrição médica para que possam ser imunizados.

As pessoas que não fazem parte do público-alvo da campanha podem ser imunizadas em clínicas da rede privada. A vacina, no entanto, não é recomendada a determinados grupos - como crianças com menos de seis meses e pessoas que já apresentaram reação alérgica grave à vacina.

Durante a campanha, haverá mais dois tipos de vacina: a pneumocócica 23-valente e a contra a difteria e tétano. A primeira é responsável pela prevenção de doenças como pneumonia, meningite e infecção generalizada do sangue e será destinada aos idosos hospitalizados ou residentes em instituições, às pessoas com doenças crônicas) e aos imunodeprimidos.


Ler amplia o vocabulário, aumenta o senso crítico, ajuda a desenvolver escrita e ainda dá asas as imaginação das crianças. Por isso é tão importante incentivar os pequenos a lerem desde cedo.


Mas para criar o hábito da leitura no seu filho não basta apenas comprar livros, é preciso também deixá-los sempre próximo ao seu campo visual, facilitando o acesso.

Veja a seguir oito dicas de como organizar os livros de forma que os pequenos possam fazer melhor uso deles – seja para ler ou apenas para ver figura, afinal brincando se aprende.

         
 1- Armazene os livros ao alcance das crianças. Se eles ficarem em prateleiras altas, seu filho não terá como pegá-los. Uma ideia é montar uma prateleira baixa usando caixotes de madeira ou cubos. Estantes na horizontal ou móveis mais baixos também são ótimas opções para guardar os livros infantis.

Cubos, nichos e caixas de madeira são perfeitos para deixar os livros sempre à vista

2- O varal de livros também é uma solução bacana. Pendure uma fita bonita em uma das paredes e use pegadores de roupa para segurar os livros. Neste caso, é importante que esses livros sejam levinhos para não despencarem. Com os livros expostos, bem na parede, fica fácil de lembrar que eles existem.


2- Gibis e revistinhas podem ser colocados em cestos ou revisteiro no canto do quarto.

4- O criado mudo é um ótimo local para deixar alguns livrinhos de uso mais frequente, que serão lidos antes de dormir. Arrume uma pilha com alguns deles ao lado da cama.

Faça uso do criado mudo ou um móvel mais baixo para guardar os livrinhos favoritos

5-  Uma boa ideia é organizar os livros por cores para deixar a prateleira esteticamente atraente. Separe as capas por nuances e faça da estante um arco-íris de livros. Além de estimular visualmente, essa arrumação certamente vai alegrar o quarto dos pequenos.



6- Separe os livros ilustrativos dos de leitura. Segmentados, eles ficam mais fáceis de encontrar.

7- Crie um cantinho de leitura na casa. Arrume um tapete com almofadas e uma boa luminária num canto da sala ou deixe os livros perto de uma poltrona convidativa. Um local totalmente dedicado a leitura é um incentivo para as crianças.



8- Aposte em prateleiras que combinem com a decoração do quarto dos seus filhos. Você pode mandar fazer da cor e do formato que mais tem a ver com o estilo do décor.


Ambiente aconchegante: escrivaninha com livros e sofá confortável são boas opções para criar um espaço adequado à leitura


Gostou das dicas para organizar os livros infantis e incentivar a leitura dos pequenos? Tem outras ideias criativas? Então compartilhe conosco. Envie suas sugestões e comentários.


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