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Cantinho da Li

Sala de estar bagunçada com pratos sujos na mesa | Vetor Grátis

É uma delícia reunir os amigos para uma festa na nossa casa, não é mesmo? Seja um pequeno jantar ou aquele churrasco em que todo mundo acaba dançando, estes momentos são preciosos e as fotos garantem boas risadas e lembranças. O único problema é limpar e arrumar a casa depois. Os convidados vão embora e parece que passou um furacão! Como tirar mancha de vinho do tapete, juntar todos os copos e lavar a louça que parece ter se multiplicado?

Antes de mais nada, você provavelmente já está cansada porque passou o dia nos preparativos e ainda curtiu a festa. Então nem pense em organizar tudo de uma vez ou limpar a casa nos mínimos detalhes. Gaste só alguns minutos para se livrar da bagunça maior e deixe a limpeza mais pesada para a manhã seguinte.


1 - Comece guardando a bebida e a comida que sobrou, congelando parte dela para aproveitar depois. É nessa hora que as travessas começam a ficar livres também, portanto já separe com os nomes para devolver aos donos, caso a festa tenha sido comunitária.

2 - Junte os copos, taças, pratos e talheres e deixe tudo na pia da cozinha. Identifique onde derramou comida ou bebida e limpe estes locais imediatamente para evitar futuras manchas.

3 - Separe e organize a louça. Encha os copos com água e deixe de molho na água e sabão as peças mais sujas, como pratos, talheres e travessas.

4 - Chegou a hora de juntar o lixo. Junte todos os descartáveis, latas e garrafas em sacos de lixo, começando nos quartos ou áreas menos usadas na festa e terminando na cozinha. Não esqueça os banheiros! Quando terminar, feche os sacos de lixo e já leve para fora para não ter que se preocupar com vazamentos ou mau cheiro.

Se você ainda tiver ânimo, os próximos passos podem ser feitos na mesma noite da festa. Se não tiver, tudo bem pode deixar para a manhã seguinte. Afinal a pior parte da bagunça já foi e depois de uma boa noite de sono e descanso, tudo fica mais fácil.


5 - Caso tenha mudado a distribuição dos móveis para adequar o espaço e receber mais convidados, não os devolva para o lugar ainda. Aproveite para varrer e passar pano em todas as áreas. Comece novamente nos cômodos mais limpos e termine na cozinha, assim a sujeira e bagunça se concentram em um só lugar.

6 - Lave a louça que ficou de molho na pia na noite anterior. Com certeza a sujeira amoleceu e ficou tudo mais fácil.

7 - Por último faça a limpeza mais detalhada dos banheiros e coloque para lavar a roupa de mesa e banho que sujou na festa.

No caso de você ter ajudante em casa, o ideal é que boa parte desse processo de limpeza e organização aconteça durante a própria festa, como por exemplo recolher os descartáveis, garrafas e latas ou lavar a louça.

Como nem sempre é possível, a família pode ajudar na arrumação depois da festa. Ponha as crianças para ajudar a juntar os copos e pratos descartáveis. O marido pode levar o lixo lá fora e varrer o chão enquanto você lava a louça. E por aí vai...

Só não deixe de curtir sua festa, família e amigos, com receio da bagunça que fica depois. Siga estas dicas e aproveite!


*Texto em parceria com OMO 
Cinderela é lição de humildade e amadurecimento | Personare

Muito tempo antes de a revolução de costumes da segunda metade do século 20 tornar corriqueiros os arranjos familiares compostos por pais e filhos de diferentes casamentos, as fábulas infantis já haviam cristalizado a figura da madrasta como o arquétipo da vilã. A contaminação da linguagem é tamanha que, nos últimos anos, muitas mulheres verdadeiramente dedicadas a amar e ajudar a criar filhos de outras mães começaram a ser chamadas de "boadrastas" - como se o "ma" de "madrasta" não carregasse a mesma raiz da palavra "mãe" e sim um índice de caráter oculto.


Se forem confirmadas todas as hipóteses levantadas até agora no caso do menino Bernardo, porém, a enfermeira Graciele Ugolini pode orgulhar-se de ser pior do que as madrastas de fábulas infantis que deram má fama ao posto. No caso da madrasta de Cinderela, por exemplo, temos uma mulher falsa e insensível que tratou a enteada relativamente bem até o marido morrer. Quando ficou viúva, transformou a menina em empregada da casa e deixou bem claro que ela não seria criada com as mesmas regalias das filhas biológicas. Foi uma péssima madrasta, mas não uma criminosa.

Já para Branca de Neve coube o trágico destino de ser criada por uma mulher vaidosa, invejosa e cruel. Mas, ao contrário de Graciele, ela preferiu transferir para outra pessoa, um caçador, a tarefa de matar a enteada. Anos mais tarde, quando ela entrega a Branca de Neve uma maçã envenenada, surge disfarçada como uma velhinha - e não com o rosto que a princesa teria reconhecido como o da mulher que ocupara por algum tempo o lugar da própria mãe. Graciele também não teve essa preocupação.

O crime de Três Passos pode ter revelado uma madrasta pior do que as piores fantasias de adultos e crianças, mas é bom lembrar que no Brasil real ainda cabe aos homens o papel de vilão mais comum nas mais trágicas histórias infantis. Estatísticas nacionais e internacionais apontam o pai e padrasto como principais agressores, seguidos pelo avô e tio. Como no caso de Bernardo, pessoas do núcleo familiar, ou muito próximas, e que têm acesso privilegiado às crianças.

>> Leia todas as notícias sobre o caso Bernado

* texto publicado pela autora Claúdia Laitano no Jornal Zero Hora


Não tem como não comentar a fatalidade ocorrida no Rio Grande do Sul, mais um crime bárbaro chocou o país, um menino de 11 anos foi assassinato, e os principais suspeitos são o pai e a madrasta. Bernardo Uglione Boldrini desapareceu no dia 4 de abril, em Três Passos (RS), após dizer ao pai que passaria o fim de semana na casa de um amigo. O corpo do garoto foi encontrado no dia 14 de abril, em Frederico Westphalen (RS), dentro de um saco plástico e enterrado às margens do Rio Mico. Na mesma noite, o pai, o médico Leandro Boldrini, a madrasta Graciele Ugulini, e a assistente social Edelvânia Wirganoviczo foram presos pela suspeita de envolvimento no crime.

 Sei que não é o primeiro caso desse tipo ocorrido no país, mas pai e mãe foram feitos para dar carinho e proteção aos filhos. Não tem como não se horrorizar e lembrar do Caso da menina Isabella. O que deixa-nos mais indignados é que o menino Bernardo procurou socorro junto às autoridades competentes (Ministério Público e Juizado da Infância). A justiça tem que modificar certos conceitos, ou seja, a forma de lidar com casos como esses e outros que também tiveram fins trágicos envolvendo crianças. A criança tem que ser ouvida e afastada imediatamente do convívio das pessoas que podem estar lhe causando problemas. Tantas pessoas alertaram, mas nada adiantou. O MP alegou que não encontrou vestígios de maus tratos físicos na criança, mas não atentou para os maus tratos psicológicos que a criança vinha sofrendo.  

Como pode uma cidade calar-se ao suplicio de uma criança por carinho!

É um caso emblemático? Sim no que diz respeito às frequentes violações aos direitos de crianças e adolescentes, como maus-tratos, agressões, abandono e negligência, que ocorrem, em grande número, e não só em famílias pobres. Sendo que em família pobres são mais denunciadas, talvez pela facilidade de os vizinhos terem acesso aos problemas dos outros, pelas formas de moradia, as pessoas são mais comunicativas nas regiões mais periféricas.  Agora, como aconteceu no caso de Bernardo, os vizinhos não tomam providencias, sabiam do abando do menino por parte do pai, mas preferiram ajudar de maneira paliativa, na tentativa de manter um certo status familiar. O menino chegou a dizer ao juiz à família que queria viver, mas a mesma preferiu não se indispor com pai, o renomado cirurgião da cidade.

Li várias matérias sobre caso e fiquei deprimida principalmente ao ler está aqui no site do Zero Hora, como pode existir pessoas frias e calculistas, desfazer da vida de uma criança sem dó. Sei que no Brasil todos são inocentes até que se provem o contrário, mas o pai de Bernardo se tornou culpado a partir do momento que passou a ignorá-lo, ser um pai omisso. Tenho dois filhos e por isso posso questionar como é possível um pai aceitar que um filho passe finais de semana na casa de vizinhos? Um pai que ama o filho jamais conseguiria ficar tranquilo se este houvesse desaparecido. Aliás, ele demorou dois dias para dar a queixa policial de desaparecimento Pobre do menino Bernardo, talvez hoje ele não esteja mais sofrendo e ficamos nós aqui tentando aprender com o mal pelo qual ele viveu.


CASOS COMPARADOS

Duas crianças, dois assassinatos e os mesmos suspeitos: o pai e a madrasta. É assim que começam as comparações entre a morte de Bernardo Uglione Boldrini, 11 anos, e Isabella Nardoni, 5 anos.



CASO ISABELLA

O episódio

- Em 29 de março de 2008, Isabella Oliveira Nardoni, cinco anos, foi asfixiada pela madrasta, Anna Jatobá, e jogada pelo pai, Alexandre Nardoni, do sexto andar do Edifício London, na zona norte de São Paulo, onde o casal residia com dois filhos pequenos. Isabella era fruto de um relacionamento anterior de Nardoni com Ana Oliveira. Eles se separaram quando Isabella tinha apenas 11 meses. Por acordo, Nardoni tinha direito a duas visitas por mês.

- Em março de 2010, o casal foi condenado por homicídio. Ele foi punido com 31 anos e um mês de reclusão, ela com 26 anos e oito meses. O juiz Maurício Fossen considerou que os réus usaram de meio cruel (esganaram a criança) para cometer o crime, impedindo a defesa da vítima. Além disso, a pena foi aumentada porque a vítima era criança e porque Nardoni matou sua própria filha. A dupla está no Complexo Prisional de Tremembé (SP).

As razões

A investigação do Ministério Público concluiu que Anna Jatobá tinha ciúme de Ana Oliveira, mãe de Isabella. Um dos relatos é de que Anna chegou a quebrar uma vidraça com as próprias mãos por causa da presença de Isabella, com quem disputava a atenção do marido.

Frieza

Nos primeiros dias após a morte de Isabella, chamou a atenção a postura de Alexandre Nardoni e Anna Jatobá. Ambos não demonstravam em público o desespero característico de quem acabou de perder uma filha (no caso dele) ou uma enteada de quem gostasse muito (no caso dela). Ambos estavam tranquilos numa entrevista à TV.

CASO BERNARDO

O episódio

- Em 4 de abril, Bernardo Boldrini, 11 anos, desapareceu na cidade de Três Passos, no noroeste do Rio Grande do Sul. Alegando imaginar que o filho estava na casa de um amigo, o pai, o médico Leandro Boldrini, só buscou ajuda da polícia dois dias depois. A investigação policial aponta que o pai, a madrasta, a enfermeira Graciele Ugulini, e a amiga dela, a assistente social Edelvânia Wirganovicz tiveram participação no sumiço de Bernardo.

- O menino foi encontrado morto e enterrado 10 dias depois do desaparecimento no interior de Frederico Westphalen, município em que Edelvânia morava. Ainda não se sabe da participação exata de cada um na morte da criança, mas há indícios de que ele recebeu uma injeção letal aplicada pela madrasta, que é enfermeira, e que Edelvânia foi cúmplice da morte e da ocultação do corpo. Boldrini teria ajudado a omitir a participação das duas no desaparecimento do filho.

As razões
O casal demonstrava incômodo com a presença de Bernardo. O próprio menino disse ao MP que a madrasta implicava com ele. Outra possível motivação seria um acordo de bens feito na separação, não consumada, de Boldrini com a mãe de Bernardo. O acordo previa bens e pensão para ela e para o menino.

Frieza

Dez dias após o desaparecimento, o pai ligou para uma rádio para pedir ajuda nas buscas. Boldrini se refere ao filho com distanciamento, chamando-o de "esse menino" e não de filho. Além de dar informações imprecisas sobre as características de Bernardo no dia do sumiço — como a roupa —, ele não forneceu telefone para receber pistas do paradeiro.


Fonte:
 Globo.com
Jornal Zero Hora
Jornal do Brasil
Revista Veja
Folha Online
Correio Web




Durante a última visita de Aninha à sua dentista, aproveitamos e pedimos para que desse  uma olhada numa inflamação que apareceu-lhe na língua, e para nossa surpresa, foi diagnosticado “língua geográfica”. Inicialmente ficamos assustados, mas logo a profissional falou-nos que também sofria do mesmo problema. Segundo ela, é uma doença de caráter constitucional, ou seja, da própria pessoa, caracterizada pela presença de placas avermelhadas de bordas nítidas, elevadas e esbranquiçadas. A língua geográfica é uma doença benigna que não costuma causar desconforto e por isso não precisa de tratamento.

Mas afinal o que é língua geográfica?

Língua geográfica, também chamada de glossite migratória benigna ou eritema migratório, é um distúrbio benigno cuja principal característica são as lesões erosivas eritematosas (avermelhadas), com bordas irregulares, cinzento-esbranquiçadas, um pouco salientes, que fazem lembrar os contornos de um mapa geográfico e podem migrar de uma área para outra da língua.
Na região das placas, que podem aumentar progressivamente de tamanho, há descamação das papilas linguais filiformes, que têm função abrasiva e formato cônico; enquanto as papilas fungiformes com formato de cogumelo e função gustativa permanecem como pontos mais elevados.
Embora possam manifestar-se em pessoas de qualquer idade, as lesões surgem mais nos primeiros anos de vida e tendem a desaparecer até os sete, oito anos. A prevalência é maior no sexo feminino.

Causas e sintomas:

As lesões não comprometem o paladar e podem permanecer ativas por períodos curtos ou longos, regredir espontaneamente e reaparecer depois. Embora sejam quase sempre assintomáticas, alimentos condimentados, ácidos ou bebidas alcoólicas podem provocar ardência e queimação.

Como é feito o diagnóstico?

Em geral, basta observar o aspecto da língua para fazer o diagnóstico, sendo rara a necessidade de exames adicionais ou de biópsia. A glossite migratória benigna pode durar poucos dias ou permanecer por anos, ficando restrita ao dorso da língua, mas em algumas pessoas pode atingir os bordos ou a base da língua. As lesões podem ser esmaecidas e discretas, mas em algumas pessoas pode ter bordos delimitados e elevados, assustando o paciente. O especialista está apto para confirmar o diagnóstico.


Como foi dito anteriormente a língua geográfica não precisa de um tratamento especifico. A única medida terapêutica incide sobre os sintomas, quando eles se manifestam. No entanto é muito importante que os portadores de língua geográfica saibam que se trata de uma condição benigna, não contagiosa e que as lesões podem recidivar e desaparecer sem tratamento; evitem ingerir alimentos condimentados e muito quentes para não provocar irritações desagradáveis.

Fonte:
http://drauziovarella.com.br


Cada dia que passa torno-me cada vez mais fã dessa mulher. Não pela beleza ímpar, mas pela mãe dedicada e sem frescuras que demonstra ser.

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