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Cantinho da Li


Depois do 'boom' das “It girls”, propagado por todos os cantos pelas blogueiras de moda surge o termo It Baby, que seriam bebês estilosos que ditam a moda, e o estouro deste termo aconteceu com a Suri Cruise, filha do Tom Cruise com a Katie Holmes. Dona de um closet de fazer inveja em crianças (e adultos) do mundo inteiro, a pequena Suri nasceu linda com seu rosto angelical e logo cedo causou polemica, pois aos 2 aninhos já havia pintado as unhas de vermelho, aos 3 andava de salto.
 
Suri Cruise - Fotos Google

Falar que somente essa geração de crianças está ligada em moda, é um erro. Por exemplo, nos meus oito anos, quando assistia à novela, adorava criar vestidos para minhas bonecas e as bonecas das amigas, sonhava ser estilista, sonho que foi cortado por minha mãe, que costureira sendo ela, não via futuro em eu seguir tal carreira.

Lendo uma matéria sobre o tema no site Ela Moda, vi que existe um exercito que criticam crianças que se vestem assim, falando que elas não têm infância, e que roupa de criança devia ser como antigamente. Que tal comportamento incentivam o consumismo e também o famoso termo usado por psicólogos e pedagogos, a criança pula etapas da sua vida, pois ela estaria numa fase de ‘adultização’ infantil.

“A má formação do caráter e relógios biológicos atropelados transformam essas crianças em pequenos adultos, que, consequentemente, serão adultos infantilizados, pois ultrapassaram etapas importantes do seu crescimento sem sequer experimentá-las.” Maria Augusta Ribeiro 

Alguns especialistas acreditam que algumas mães criam nas suas filhas o padrão de beleza que ambicionou para si. No entanto, o que dizer quando a mãe pouco se importa com os padrões de beleza atuais e é surpreendida vendo sua filha experimentando roupas enfrente ao espelho. É mais ou menos, isso que acontece em casa. Ana Luísa é super vaidosa, chega ao ponto de escolher a roupa que vou usar.

Sou da opinião que a infância passa rápido, e quero que meus filhos tirem o maior proveito, possível, dessa fase. Por isso tento conciliar esse gosto de Aninha por moda nas suas brincadeiras infantis. Brincamos muito de bonecas, trocando as roupas, penteados os cabelos e até maquiando.

Sim maquiando, quando era criança tinha o desejo de ganhar essas bonecas que só tem o rosto e a criança faz maquiagem nela (nunca ganhei), comprei uma para minha filha. Também encontrei um esmalte a base de água, que sai lavando as mãos. Adoro ver minha filha arrumada, mas gosto mesmo de vê-la fazendo coisas de meninas da sua idade.

A vida é cruel, lembro que quando criança sonhava em ser adulto, tipo o filme De Repente 30. E, quando adultos tornamos, lembramos com nostalgia o tempo da infância, do prazer de sentir o cheiro da terra molhada, te tentar engolir a chuva, ou correr descalça sem pensar nas consequências. Ser criança é isso, e elas não têm consciência do momento que estão vivendo, cabe a nós, pais, fazermos o possível para eles serem aproveitados.


Lembro que certa vez li no Blog da Luz de Luma que: “Educar dói. Saber educar um filho é uma arte que nem todos possuem...”.


Cleo (fotos @beta_faria) e Rafa (fotos @karenmakh) It babys fofas, sucesso no Instagram

Aninha minha linda filha!




Hoje no Blog Moça de Família, da Dani Moreno, o tema proposta da BC é sobre músicas que curtimos com cantora com a letra A. Não foi difícil, pois Adriana Calcanhoto e sua voz embalou momentos importante da minha vida.


 - Mentiras

Tema na novela Renascer (não lembro de qual personagem), foi musica da minha primeira paixão. Lembro dessa época das mãos geladas e tremidas e as sensação que o mundo iria acabar quando ele chegava perto de mim. Durou apenas um ano, mas foi o tempo suficiente para marcar essa época de inocência, lembro que no começo morria de mostrar o que sentia por ele, mas quando vi que os sentimentos era recíprocos, foi aquele turbilhão de emoções. O legal é que acabou sem traumas e hoje lembro dele com ternura.





- Devolva-me

Essa foi de 2000, marcou o inicio do namoro com o meu marido. Namorou que iniciou a distancia, ele morava aqui em Aracaju, e eu morava com minha em Lagarto e sem me dar conta, vi que estava prisioneira desse sentimento por ele. Antes dele vivia em festas, sempre viajando, dificilmente passava um final de semana em casa e Sergio estava numa fase caseiro, e acabei mudando ao lado dele.






- Fico assim sem você

A primeira vez que ouvi foi  na versão do Claudinho e Bochecha, mas quando estava gravida de Serginho, minha amiga Helenilza me presenteou com o CD Adriana Partimpim e  lembro que entre um chute dele na barriga e outro debulhavas em lagrimas com os versos:


"Eu não existo longe de você

e a solidão é o meu pior castigo.
Eu conto as horas pra poder te ver
mas o relógio tá de mal comigo."





E para finalizar uma música que não é cantada pela Adriana Calcanhoto, e sim por Amelinha. Ah! Como escutei essa musica quando criança! Minha mãe adorava Amelinha, lembro que ela nos levou ao um show dela quando eu tinha cinco anos, na verdade um showmício (comício politico + show artístico). Ouço ela e lembro com doçura, dos momentos da minha infância em que minha mãe estava por perto.

- Mulher nova bonita e carinhosa


 Bom gente, agora vamos dar uma olhadinha la  no Blog Moça de Família, para ver o que tem de cantora com a letra A, para gente ouvir.

Primeira Blogagem Coletiva do ano do Blog Café entre Amigos, escrever uma texto sobre uma menina e seu amigo imaginário, parece difícil, mas vamos lá...
  
Melissa era uma garota normal, como qualquer uma de dez anos. Adorava usar os sapatos e joias da mãe. A única coisa diferente era seu amigo Bernardo.

No inicio Ana, sua mãe pensava que Bernardo era um coleguinha da escola, pois Melissa falava muito: Bernardo gosta disso, a Bernardo fez aquilo. Por Melissa ser muito magrinha os colegas da escola viviam colocando apelidos nela, e Bernardo tornou-se sua melhor companhia, pois jamais chamou a menina de 'galinha magricela' ou de 'palitinho'.

Sempre que Ana saia para o trabalho Melissa pedia para brincar com o Bernardo durante tarde. E assim os pais da menina acreditavam que Bernardo era um coleguinha da escola. 

Como passar dos dias Ana e o marido acharam estranho Melissa não querer ir mais para escola. Conversaram com a menina e disseram que na escola ela tinha amigos para brincar, e para surpresa de todos, Melissa respondeu que ela tinha Bernardo o tempo todo por perto para brincar.

A partir desse momento, todos fizeram uma retrospectiva e lembraram que Melissa ficava muito tempo, trancada no seu quarto, ouvia-se muitos risos dela, e suas voz como se estivesse conversando com alguém, quando não tinha outra pessoa além deles na casa, descobriram que 0 Bernardo era um amigo imaginária que a Melissa encontrou (inventou) para não sentir tanto  bullying praticado pelos colegas da escola.

A amizade imaginária de Melissa tornou-se complicada a partir do momento que a menina isolou-se de quase todos, precisando de ajuda de profissionais.
Quando estava pensando no tema da decoração do quarto de Aninha estava na duvida entre Bailariana e Princesa, pedi para Serginho escolher e o preferido dele foi Bailarina. Achei que ela logo se cansaria logo do tema do quarto e escolhesse uma outra decoração, como aconteceu com o quarto de Serginho. Mas não,  ela adora bailarina e como também vive no mundo das princesas.

Para festinha de aniversário dela de três anos, ela escolheu Bailarina. É um tema fácil, encontrei muita inspiração em algumas paginas na internet e no instagram. Como sempre fiz toda a decoração, sabe aquela coisa do "querer é poder, e poder é conseguir", essa frase encaixa-se perfeita naquele momento. No inicio de setembro mudei de chefe, e ele não é muito flexível, com isso a festinha de Serginho saiu fora do meu planejamento. Desanimei um pouco, mas resolvi fazer a festa de Aninha em casa, uma coisa pequena, só para a família e os amigos mais íntimos. E o resultado foi esse:


Convite


Sacolinhas de guloseimas


Caixinha de guloseimas


 Detalhe do bolo

Bolo feito por Flavia Marques


Mesa decorada



Aninha com o pai e os avós


Eu, Aninha e a dinda Lurdinha


Bom... com amor tudo sai bem feito.





Tentando retomar as participações nas blogagens coletivas. Hoje no Blog Moça de Família, da Dani Moreno, o tema proposta da BC é Cotidiano, o que a gente anda ouvindo. 
Então aperta o play e vamos lá:

1 - Tenho uma filha de três anos que diz ser uma bailarina, e ultimamente o que mais tenho ouvido é o repertório de Barbie o Lago dos Cisne. Confesso para vocês que uma overdose de Tchaikovski é muito melhor que Galinha Pintadinha e cia.





2 - Sandy, muitos devem não gostar dela, mas curto desde a época de "Maria Chiquinha", nesse último trabalho dela, SIM, identifiquei-me muito com a musica "Aquela dos 30". Afinal "sou jovem para ser velha; e velha para ser jovem"






E agora que tal darmos uma espiadinha la no  Blog Moça de Família, para ver o que outros blogueiros andam ouvindo.





Ao redor do mundo, bebês e crianças vão crescer ao som das cantigas de ninar e cirandas de roda tradicionais de seus países. Talvez, intuitivamente, já sabíamos de algo que vem sendo comprovado pela ciência atualmente: a música é um meio muito importante para o crescimento e desenvolvimento infantil. Não é de se estranhar que crianças que vivem em um meio onde a música seja difundida prosperem. E ela não é somente usada como prazer e estímulo para criança, mas também está se tornando uma forma de terapia eficaz para diversos distúrbios.  

A música é um dos melhores meios de aprendizado na primeira infância. Assim como na escola, uma temática como a “China” , por exemplo, pode ser trabalhada na aula de história, geografia, português, estudos sociais e artes; a música também pode ser vista como multi-disciplinar pois abrange diversos aspectos do desenvolvimento infantil. Nesta comparação, as “matérias” da escola seriam então os aspectos sociais e emocionais, a linguagem e o aletramento, a cognição e o desenvolvimento motor.

A música ajuda o cérebro a fazer as conexões necessárias para todos estes aspectos citados acima. Quando engajamos nossas crianças em músicas apropriadas para sua idade, elas se beneficiam profundamente. Neste artigo trazemos apenas alguns exemplos de como a música colabora para o desenvolvimento e amadurecimento da criança.

Crianças expostas à palavra cantada aprendem a falar e desenvolvem as habilidades de leitura mais rapidamente. Elas também desenvolvem habilidades sociais e suas emoções, ambas essenciais para uma boa socialização durante a inserção na escola e também para a vida toda!

Mas se pensarmos um pouco mais, podemos encontrar outros benefícios da música. As dancinhas elaboradas pelas professoras do maternal, não só ajudam na alfabetização mas também impulsionam a motricidade fina, a criatividade e imaginação. Fomenta-se também o livre exercício da compreensão e interpretação das musiquinhas favoritas.

A capacidade de concentração aumenta quando eles passam a tocar um instrumento musical, pois eles têm que se concentrar em uma atividade específica durante um longo período.

Uma outra modalidade de uso da música é a musicoterapia. Altamente benéfica, ela pode ser usada com crianças que apresentam problemas para desenvolver a fala. Este tipo de terapia também é altamente eficaz em casos de autismo e outros síndromes do espectro autista, permitindo à criança um canal de comunicação através da música.

A terapia não se refere unicamente às crianças, geralmente ela trabalha em conjunto toda a família, lidando com casos de depressão pós parto, por exemplo, a músicoterapia pode aproximar e melhorar a relação mamãe e bebê. Esta característica da terapia pretende açambarcar a  comunicação, o desenvolvimento físico e a ligação entre pais e filhos. No vídeo sobre musicoterapia você pode ver como esta modalidade tem sido usada no Reino Unido e como tem ajudado famílias inteiras.


O mundo da música tem muito a oferecer para as nossas crianças, estimule os seus filhos a escutarem música! 

Dizem que recomeçar é dar uma nova chance para si mesmo. Não importa onde paramos ou o que nos fez cansar de lidar com alguém ou algo.  Dei um tempo em algumas coisas, e o blog foi um delas, as veze é preciso se desligar do mundo, para tentar organizar a nossa mente, faz parte do ciclo que a vida. Devemos aprender a conviver com surpresas diárias e viver a alegria do recomeço.

Dizem também, que a felicidade não dura para sempre, por isso devemos viver o presente intensamente, pois tristeza também tem prazo de validade e cabe à gente encurtar esse período, e fazer com que os momentos felizes ocupem mais espaços nas nossas vidas. Sei que a verdadeira felicidade esta nas pequenas coisas, e raramente paramos para percebê-la. Um sorrido dos filhos, um abraço do amigo ou um beijo do marido.

Aprendi uma coisa com as estórias de contos de fada da Disney: se a Cinderela tivesse olhado ou voltado para trás para pegar o sapatinho, ela jamais teria se tornado uma princesa. O passado, passou... viver o presente e pensar no futuro sempre.


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