No meu tempo de criança


Outubro para mim é sempre um mês nostálgico. Mês que comemoro aniversário de casamento, namoro e mês do Dia das Crianças.

E quem não tem saudades dos tempos de outrora, tempos de criança? Principalmente quem teve o prazer de vive-lá na década de 80...

Brincava de rua, parecia um moleque, era uma bagunça só. Brincadeiras como queimado, salve latina, mãe de rua, era muito mais fácil ser Feliz, tudo era mais simples, mais colorido, cheio de encantamentos...

Acreditava em Papai Noel, fadas e todos esses seres imaginários. Sofri quando minha irmã me revelou que Papai Noel não existia, e que era minha mãe que comprava os presente...

Tenho certeza que um dos meus devaneios é tentar manter viva a criança dentro mim, e com a chegada dos meus filhos, isso ficou mais fácil, e os outros não taxam de ridículo. 

Adoro brincar com eles. Não há como negar com os filhos a gente volta ser criança o tempo todo. 

 Não é fácil ser adulto, é trabalho, contas para pagar, lhe dar com pessoas com de temperamentos complicados. Confesso que uma das qualidades da criança que admiro é a capacidade de enxergar cada detalhe do dia a dia de maneira espontânea, a criança possui a mente aberta, recriam as coisas do mundo de acordo com a sua imaginação.

Quando eu era criança conseguia me diverti com pouca coisa, as únicas coisas de que tinha medo era de bêbado e palhaço.

Lembro que quando perguntavam o que queria ser quando crescer, eu respondia ser criança. 

Acreditava na Terra do Nunca, lugar onde Peter Pan e Fada Sinhinho, tornavam as criança sempre criança. Acho que por isso entendo um pouco o Michael Jackson, se negava viver como adulto, denominou ate sua casa de Terra do Nunca.
A vida é traiçoeira .... 

Quando criança ao machucarmos acreditávamos que um beija sarava, quando viramos adulto um beijo as vezes machucar muito mais que qualquer tropeço. 

Quando criança acreditamos nas pessoas, que todos podem ser bons, que a as pessoas que metem, não mentem sempre pois se não ficam sempre de castigo.

Quando criança derrotamos qualquer vilão com a nossa imaginação, mas quando crescemos a imaginação se torna nosso maior vilão.

Quando criança acreditamos no amor verdadeiro, que devemos conquista-lo e cultiva-lo, mas quando a gente cresce, somo machucados por tantas pessoas que as vezes chegamos a  esquecer de acreditar, de sonhar de viver.

Mas não importa o quanto chato seja a vida de adulto. Devemos sempre cultivar a criança que existe dentro de nós, porque essa é a melhor jeito de viver.

Olha só minha cara de sapeca, com 8 e 6 anos de idade

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