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Cantinho da Li



Levante a mão aquele que não é consumista???

Hoje em dia é muito difícil não termos o hábito de consumir desnecessariamente. Quando criança, fui criada de maneira diferente da  dos meus filhos. papel do presente, por exemplo, era guardado para embrulhar outros pacotes. Os livros eram forrados de maneira que podia-se usá-los no ano seguinte, lembro-me que os livros de minha irmã foram usados por mim. Refrigerantes só aos domingo e água, era no filtro de barro. Atualmente vivemos uma geração do descarte. Mas, a quem culpar por isso, por esse nocivo habito de consumir?

Meu marido é consumista de carteirinha, então, infelizmente, Serginho adquiriu esse hábito. As vezes pego ele em frente TV, diante de um comercial, falando que precisa comprar esse ou aquele brinquedo.

Sendo assim, que fazer? Como combater o prazer do consumo que é estimulado pela TV? 

Confesso que não sei ... por isso estou abraçando a campanha #desocupaCONAR, do pessoal www.infancialivredeconsumismo.com.br 

Sou da opinião que não faz sentido apontar os pais como únicos culpados, sob a acusação de terem medo do NÃO aos filhos, quando o consumismo ensaia os primeiros passos.

A maioria das pessoas não tem noção do tamanho do problema que é o consumismo infantil aliado a bendita propaganda de TV. Então que o CONAR regulamente a publicidades para os nossos pequenos.





Julho, mês de férias, mês de comemorar o dia do Amigo, e que também dedica um dia para homenagear os Avós.


Comemoração essas de origem religiosa, pois nesse dia (26), homenageamos São Joaquim e Santa Ana, avós de Jesus Cristo, pois foram os pais de Maria, Nossa Senhora.

Ao falar de avós, como não lembrar da minha avó? Dona Anita, carinhosamente chamada por mim e meus irmãos de "Madinha". Lembro que as férias do mês de julho passávamos na companhia dela. Mesmo não sendo uma pessoa dispostas a participar das brincadeiras, amava os dias que passava ao lado dela, pessoa do campo, mesmo sem querer, sempre nos dava algum ensinamento. Quanta saudade do seu café ( torrado por ela mesma)! Do cuscuz de milho verde ... hummm.... delícia...

Coincidência ou armadilha do destino, foi justamente no dia dos Avós - 26 de julho de 2007 - que ela sofreu um AVC, que a levaria a óbito seis meses, depois.
Sinto um misto de tristeza e saudade, pois não pude estar com minha avó nos seus últimos dias. Pelo fato de estar gravida, minha mãe achou melhor não ir ao hospital.

Por um lado, foi muito bom, pois guardo-a na memoria como se viva estivesse. A minha sempre amada, saudosa e querida "MADINHA"


D. Anita
1922 - 2007



A blogagem Coletiva está semana é sobre coisas que me deixem feliz, não foi difícil, porque tanta coisa me deixa feliz... mas coloquei aqui algumas, talvez muito identifiquem-se um pouco comigo, pois para mim a felicidades está nas coisas simples da vida. Então vamos lá:




Coisas que me deixam feliz...

... o sorriso dos meus filhos (não tem preço);

... e quando Serginho diz: Mamãe te amo;

... eu te amo do meu marido;

... quando os outros os elogiam meus filhos e eu sinto que é verdadeiro;

... Pequenas surpresas. Eu gosto de ser surpreendida de vez em quando;

... ganhar presentes/mimos sem que seja uma data especial;

... dar presentes  e em troca receber um sorriso verdadeiro e um abraço gostoso;


... fazer um post aqui no blog e receber seus lindos comentários;

... brigadeiro quente na panela;

... ir ao cinema;




... pessoas que sabem elogiar;

... viajar, conhecer lugares nos quais nunca estive;

... assistir um bom filme, com os filhotes e o marido;

... sintonizar no canal TCM e estar passando Sabrina ou qualquer outro filme da Audrey Hepburn;

... chegar em algum lugar (festa) e estar tocando alguma música do A-HA;



... ir para festa de criança e o repertorio da festa é musica infantil dos anos 80 (Balão Mágico, Trem da Alegria, Xuxa);


... receber um bom dia dos meus melhores amigos do Twitter;


... saber que meus amigos se preocupam realmente comigo;


... gente humilde

... dia de chuva, depois de muitos dias de sol;

... dormir na chuva, nada como barulho da chuva, para relaxar

... maçã do amor e algodão doce (paixão da infância, que mesmo depois dos trintas dou pulos de alegria quando encontro na rua)


... sobrar dinheiro depois de pagar as contas













Hoje é o dia do amigo, uma data para celebrar a amizade entre os povos. O que muitos desconhecem é que o dia 20 de julho só é Dia do Amigo no Brasil, Argentina e Uruguai. Na verdade o "Dia Internacional da Amizade"  é comemorado no dia 30 de julho, pois no dia 27 de abril de 2011 a Organizações das Nações Unidas - ONU reconheceu dentro do questionamento sobre "cultura e paz" a "pertinência e importância da amizade como sentimento nobre e valioso dos seres humanos" e decidiu designar o International Day of Friendship - 30 July.
Mas o que tenho a falar sobre amizades...
Lembro quando criança tinha vários amigos e uma facilidade para formar novas amizades. Não que hoje tenha me transformado numa pessoa chata, mas o tempo, as vezes, nos priva de uma boa reuniãozinha de amigos e procuro ocupar o tempo livre com minha familia.
Mas essa atual circunstancia fez com que eu adquirisse amigos virtuais, amigos que moram distantes, mas pelo fato de termos tantas afinidades e que as vezes são mais presentes, ocuparam o seu lugar no rol dos amigos reais.
Para mim amigo não substitui a familia, considero o amigo uma extensão da familia, ainda que, algumas vezes, encontremos neles o que não encontramos na familia consanguinea.

Então, hoje, quero agradecer aos meus amigos de infância, da adolescência, aos atuais e aos virtuais, porque, como dizem "a vida é feita de momentos e ensinamentos". Eu aprendi e devo ter ensinado alguma coisa a vocês. Continuo aprendendo, errando e vivendo, mas quero agradecer por terem participado na formação da minha personalidade.

Feliz dia do Amigo



Uma coisa eu aprendi com a pratica: a partir do momento que seus filhos nascem, sua cama fica pequena demais, e não me venham com ditado que lugar de criança é na cama dela, e que esse costumes deve-se começar logo quando é bebê.

Achei interessante dois artigos que li na internet sobre esse tema, foi o “Criança na cama dos pais” da bebe.com.br  e o “Casais deixam berço e medo de lado para colocar bebê na cama” da MARIANA DESIDÉRIO Publicado na coluna Cotidiano da Folha.

É certo que dez em cada dez crianças entre 3 e 5 anos pede ou já pediu para os pais para passar a noite no quarto com eles e o habito de dormir junto com os pais é uma prática antiquíssima, que certamente facilita a vida na hora da amamentação, por exemplo, mas que também recebe críticas, pois os especialistas acreditam que poderá ser mais difícil dar um fim às mamadas noturnas do seu filho se ele estiver na sua cama. No caso de bebês amamentados no peito, pode ser ainda mais complicado, porque eles sentem o cheiro do leite da mãe, e muitos acabam desenvolvendo o hábito de acordar toda hora durante a noite para mamar, mesmo após já terem perdido a necessidade física de fazer isso.

Outro ponto importante ´que com o corre diário das vida de hoje, principalmente para nós mamães que trabalhamos fora, passar horas bem juntinhos na cama com os nossos bebes pode ser uma maneira de se conectar mais com eles, depois de um longo dia de separação. Em muitos casos, os pais sentem que é uma forma especial de se aproximarem dos filhos.

Para alguns casais o habito do filho dormir na cama torna mais difícil os momentos de intimidade e sexo. Se o seu filho dormir na sua cama, é bem provável que você precise planejar a hora de estar a sós com seu parceiro, em vez de esperar que ela aconteça espontaneamente. Dependendo da forma como você esteja se sentindo, isso pode ser um peso ou uma diversão. Diversão porque, vocês vão ter que ser mais criativos na busca de soluções para ficarem sós.

Particularmente adoro quando Serginho e Aninha adormecem comigo, mesmo tendo depois o trabalho de leva – los a suas respectivas camas. Até muitas colegas me condenam. Não adianta a gente ficar pensando no "e se...". Cada problema precisa ser solucionada no momento em que aparece. Ninguém pode predizer o comportamento de um filho. Se nos sentirmos bem em fazer algo desse tipo, temos mais é que fazer. Não existe isso de amor demais. Amor é sempre bem vindo




Lembro-me certa vez, quando criança, ter perguntado a minha avó o que seria melhor: a mãe ou filho morrer primeiro. A resposta marcou até hoje, pois ela respondeu-me que ambas eram dolorosas, mas nada se compara a dor materna de perder um filho.
De acordo a Lei da Probabilidade, ou da natureza, pais devem morrer antes dos filhos. Agora, pensem no drama de um pai e uma mãe ao perderem seu filho recém chegado ao mundo.

Pois bem, no dia das mães, esse ano, deparei-me com esse relato da Alcione (colega de trabalho na DESO), na sua "timeline" no Facebook... não deu para conter as lágrimas. Pedi permissão  a mesma para publicar aqui no meu cantinho:


"Sei q domingo é dia das mães, mas quero pedir permissão para escrever para um outro alguém: MEU FILHO.

Querido filho Ruan Aragão Lima Menezes,
você não foi planejado, mas foi uma felicidade enorme quando soube que você estava dentro de mim.
Lembro como hoje quando a médica que fazia a ultrassom me disse que eu estava grávida. Não sei definir bem o que senti, um misto de surpresa, alegria...
Foram 7 meses difíceis, com muitos enjoos, vômitos, hemorragia... mas os 7 MESES MAIS FELIZES DA MINHA VIDA!!!
Quando você resolveu vir ao mundo, fiquei assustada, não era a hora ainda. Foi um dia inteiro de dores e muita reza para que você aguentasse mais uns dias dentro da minha barriga, mas você decidiu que aquela era a sua hora e ninguém conseguiu segurar.
Lá dentro da sala de cirurgia, não tive medo, estava acompanhada de verdadeiros anjos. Meu médico maravilhoso, dr. Menilson Menezes, sua equipe médica, e minha irmã Elayne Mendonça. Esta última não largou da minha mão nem por um instante. Obrigada, irmã!!
Você veio ao mundo um pouquinho antes da meia-noite do dia 28 de janeiro de 2008. A coisa mais linda que já vi no mundo. Um meninão (42cm), mas muito magrinho (1,480kg), por isso precisou ficar na UTIN.
Nunca senti uma felicidade tão grande!!!
Nossa, todo mundo fala sobre isso, mas só quem sabe realmente o que é amor de mãe, entende o que eu senti naquele momento.
Foram 9 dias muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito difíceis.
Eu querendo estar ao seu lado o tempo inteiro, mas as enfermeiras diziam que eu precisava repousar um pouco por causa dos pontos.
Na segunda-feira, 04 de fevereiro do mesmo ano, acordei meio agitada. Não sabia bem o que estava sentindo, só sentia que precisava ir ao hospital naquele momento.
Assim que cheguei, pedi para entrar, e ao te olhar, meu coração gelou, percebi que havia acontecido alguma coisa com você.
As enfermeiras chamaram a pediatra e ela começou a me explicar que você havia passado por uma transfusão de plasma e que infelizmente tinha entrado em coma. Um coma irreversível. E 10 minutos depois que eu cheguei, você resolveu partir pro andar de cima.
Nossa, foi o dia MAIS TRISTE DA MINHA VIDA!!
Nunca esquecerei de nenhum dia que passei ao seu lado!
Nunca esquecerei a felicidade que você me proporcionou ao permitir que eu fosse sua mãe!
Nunca esquecerei ninguém que ficou ao meu lado naquele momento tão difícil.
Obrigada Mayra Najarah, Layninha Mendonça, Mary Karla Maia, Meire Nadja Maia, Lilinha Maia, Rejane Aragão, Lícia Oliveira, Carla Menezes, Danilo Menezes, Ricardo Menezes, Valéria Katherine, Valéria Santana, meus pais, meus irmãos, meus tios, meus primos, D. Ilma, meus amigos, minhas cunhadas, ... vocês foram minha fortaleza.
Por último, quero dizer a você, filho lindo, que mesmo que não venha outro bebê (ninguém sabe o que Deus nos reserva, né?), nunca deixarei de ser mãe (mesmo que as pessoas esqueçam), porque tive o imenso prazer e a enorme sorte de ter sido a sua mainha.
Eu tenho muita sorte de ter um anjo sempre olhando por mim!!
TE AMO MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUITO E PARA SEMPRE!!!"


Texto lindo, no entanto, o que mais chamou-me atenção no relato da Alcione, foi o extravasar dos sentimentos numa emoção elevada, indefinível ... que apenas pode ser presumida (sentida) quando se pronuncia Amor de Mãe. Amor que "humaniza" o Amor Divino ... Amor que contraria a necessidade da prolongada convivência para que a saudade se insinue... Amor perfeito que se faz mais perfeito quando insculpido na dor...

Alcione sua experiência foi acida, dolorosa, árida e somente com o coração poderia ser escrita... 






Viajar é sempre bom, e com os filhos melhor ainda. Minha mãe mora em outra cidade e toda vez que vamos visitá-la é uma farra, desde os preparativos até a chegada lá.  As viagens devem ser incentivadas desde cedo, pois na minha opnião, são importante para o desenvolvimento de qualquer criança, são uma maneira de apresentar novas visões para quem ainda está descobrindo o mundo. 

Agora uma coisa é certa, para viajar com crianças é necessário fazer um pouco de planejamento antes de por o pé na estrada, para que todos tenham o maximo de aproveitamento do passeio e que o final seja um experiencia pazerosa.  Encontrei no site Bebe.com.br  algumas dicas para viajar tranquilo com os pimpolhos.

1. Pesquise antes de fazer as reservas
Faça uma lista de pré-requisitos antes de começar a ligar para os hotéis. Alguns estabelecimentos oferecem um berço extra para bebês, a maioria das vezes sem custo adicional. Como a procura pelo acessório é grande, será preciso reservá-lo com antecedência. Vale conferir também se a pousada escolhida entrega refeições durante todo o dia, se a cozinha é acessível para esquentar alimentos, como o leite do pequeno, e se o quarto tem geladeira. Se a ideia é se hospedar em um flat, pergunte o quanto equipada é a cozinha.

2. Algumas agências oferecem descontos em pacotes para a família
ANa maior parte das companhias aéreas, crianças até os 2 anos pagam no máximo 10% da passagem. Confira ainda se a empresa não oferece lanche especial para as crianças. Para garanti-lo, o passageiro deve avisar a companhia no momento da compra da passagem. Se o destino for outro país, dá para conseguir também bons descontos em tíquetes de trem e ônibus.

3. Prefira os horários em que a criança costuma ficar mais calma
Fazer o bebê encarar um longo trecho de estrada às 8 horas da manhã pode ser sinônimo de problema. Principalmente se esse é o horário em que a criança está mais disposta e agitada – ela pode ficar irrequieta demais. A alternativa é sair nos períodos em que o pequeno esteja mais pacato. “Aconselho os pais a partirem em horários alternativos e mais frescos e que as paradas para descanso aconteçam com frequência”, alerta o pediatra José Gabel, presidente do Departamento Científico Ambulatorial da Associação Paulista de Pediatria.

4. Para garantir conforto em viagens de avião
Assim como nas viagens de carro, prefira voar em horários em que a criança esteja calma – e não no pico de sua energia. Embora controlar esse fator muitas vezes seja difícil. Uma dica para pais com bebês de colo é chegar mais cedo para o check-in. Com isso, vocês poderão escolher as poltronas em que vão se sentar e até deixar um assento vazio no meio. Se o voo não estiver lotado, o bebê poderá ficar mais confortável entre vocês. Caso o lugar seja comprado por outro passageiro, não há problema algum em pedir para a pessoa trocar de assento com um dos responsáveis. Christiane Nakayama Pessoa, analista de sistemas e mãe de Júlia, agora com 1 ano e 3 meses, ainda dá outra sugestão: “Leve roupa extra tanto para a criança quanto para você. Pois podem ocorrer alguns acidentes no voo, e assim ninguém vai ficar sujo ou molhado”.

5. Economize na sua bagagem
Cadeirinha, bebê-conforto, roupas, comida, fraldas e mamadeiras. Essa é somente uma parte da bagagem de uma criança. Portanto, quem não souber economizar nesses itens de apoio deve ser muito objetivo quando montar a própria mala. “Não é necessário levar muitos brinquedos, pois para o pequeno qualquer coisa entretém: garrafas plásticas vazias, chaveiros, caixas”, aconselha Christiane Pessoa, mãe de Julia. Ela, que viajou com a filha pelo Brasil e pela Europa, admite que já errou nesse quesito. O cuidado vai poupar toda a família de colocar o pé na estrada em um carro abarrotado e, em caso de percursos feitos de avião, do risco de levar uma multa por excesso de bagagem.

6. Remédios: o que não pode faltar
Analgésico, antitérmico, curativos adesivos, antissépticos, algodão, termômetro e remédios antigases são alguns dos itens que devem compor a caixa de primeiros socorros. Mas o pediatra José Gabel alerta: “Os medicamentos devem ser criteriosamente indicados pelo especialista”. “Tenho sempre comigo o telefone do médico. E não viajo caso meu bebê já esteja doente”, conta Renata Chao, 27 anos, turismóloga e mãe de Duda, 2 anos e 10 meses. Essa lição ela aprendeu na marra. De malas prontas para uma temporada na Bahia, Renata decidiu passar no hospital para ver o motivo pelo qual Duda estava com febre e vômito. Acabou descobrindo que se tratava de rotavirose e precisou interná-la por dez dias. “Imagina se tivéssemos seguido viagem?” Além dos remédios, também não se esqueça do repelente e um protetor solar que seja aprovado pelo médico.

7. Tenha um plano para acabar com o tédio
É certo que em algum momento o pequeno vai reclamar que está entediado. “Certa vez, viajamos para Londres e minha filha Júlia, na época com 10 meses, ficava aborrecida muito fácil. A nossa estratégia foi encher o notebook com os vídeos que ela gostava”, conta Christiane Pessoa. Para quem não dispõe desse artifício, vale ter sempre à mão os brinquedos que a criança adora e, para os mais velhos, revistas e jogos.

8. Leve comidinhas de casa
Inclua na bagagem de mão comidinhas que seu filho adora. Pode ser que você não encontre os sabores e a marca de preferência dele na viagem. No entanto, se o destino for outro país, lembre-se de que muitos não permitem a entrada de alimentos. “A segurança do aeroporto de Londres cismou com a comida da Júlia e fez a gente abrir e experimentar. Ou seja, acabei perdendo quase tudo”, lembra Christiane Pessoa, mãe da pequena. Ela ainda procurou nas lojas e farmácias dentro da área de embarque papas para substituir o que tinha sido perdido, mas não encontrou. “Fiquei muito preocupada. Ela teria somente biscoitos e a papa de frutas, que, como a embalagem era pequena, não foi preciso experimentar.” Por sorte, Júlia dormiu durante todo o voo e só acordou quando desembarcou.

9. Bolsa térmica: a melhor amiga
“Sempre saio com uma bolsa térmica recheada”, conta Renata Chao, mãe da pequena Duda, 2 anos. Ela defende que essa é a melhor amiga da alimentação saudável na praia e carrega consigo frutas, barras de cereais e sucos naturais. Atente apenas para a qualidade dessa bolsa. Caso contrário, se a vedação não for boa, os alimentos estragarão facilmente.

10. O que levar para comer
“Para viagens curtas, a melhor opção são as frutas. Mas elas devem ser higienizadas corretamente em casa e acondicionadas em sacos plásticos descartáveis próprios”, ensina Kelen Martins, nutricionista infantil. A especialista também recomenda que a mãe dê preferência às frutas que podem ser consumidas com a casca, como a maçã, a pera e a goiaba, que, além de mais nutritivas, são mais resistentes.

11. Libere uma refeição por dia
Se adultos têm o direito de fugir da rotina alimentar nas férias, por que com as crianças e bebês seria diferente? Além de deliciosos, os sorvetes e quitutes garantem o bom humor da criançada. É como faz Renata Chao: “Não dou frituras nem salgadinhos, até mesmo para evitar um mal-estar, mas deixo minha filha de 2 anos tomar um sorvete”, confessa. “Não existe alimento proibido, mas os que devem ser consumidos esporadicamente, como refrigerantes, balas e outras guloseimas”, esclarece a nutricionista infantil Kelen Martins.

12. Não perca seu filho na praia ou na multidão
Esse problema preocupa os pais quando os bebês começam a andar e só termina perto da adolescência. Viajar com amigos e casais que tenham filhos minimiza o risco. A atenção deve ser redobrada quando o destino escolhido é a praia, que em altas temporadas ficam lotadas de guarda-sóis parecidos.

13. Inclua a criança na programação das atividades
Lembre-se de que essa é uma viagem em família e todos têm o direito de se divertir. A típica displicência de solteiros e casais sem filhos de sair pela cidade sem destino provavelmente irá estressar o pequeno. Verifique a necessidade de um guia turístico para determinados passeios. E evite sair de carro sem foco. Ficar perdido por ruas desconhecidas, errar endereços e passar horas queimando gasolina pode ser o estopim para choros nervosos do seu bebê.
“É sempre bom reservar os dois primeiros dias para a criança se adaptar ao novo local, ao hotel, à nova cama etc.”, defende Christiane Pessoa, mãe de uma menina de 10 meses e vive com o pé na estrada. Respeitar os horários do bebê é uma medida que vai garantir a paz das suas noites também. Para alguns casais, é preciso abrir mão da diversão noturna, a não ser que a família disponha de uma babá ou um parente para cuidar da criança.

14. Documentos importantes
Quando o destino é outro país, é preciso providenciar um passaporte. Para férias por aqui, o documento de identidade e a certidão de nascimento são cruciais para provar que os acompanhantes são os pais ou têm algum grau de parentesco. Mesmo que a companhia aérea diga que não é necessário, é melhor providenciá-los para evitar problemas no trajeto.

15. Vacinas
As vacinas da criança precisam estar em dia independente da época do ano. Mas, especialmente para viagens para o exterior, é necessário conferir na embaixada ou consulado do país quais são as vacinas locais que são exigidas. Essa providência precisa ser tomada com muita antecedência, já que cada vacina tem um tempo para começar a valer.

16. Para a viagem não sair mais cara do que o planejado
Antes de viajar, defina o limite de gastos com compras. Afinal, no clima descontraído de férias, é de esperar que aumente a tendência – já normal – de as crianças quererem mimos diversos.

17. Seguro saúde e viagem
Considere a possibilidade de fazer um seguro viagem, pelo menos para a criança. Embora isso possa parecer um dinheiro desperdiçado, se algo acontecer no trajeto, você estará mais bem amparada. Nem é preciso dizer o quanto é importante para todos ter um convênio médico. Caso o passeio seja para o exterior, e a família não tenha um plano de saúde, é recomendado contratar um especial apenas para a ocasião. Até mesmo porque, em muitos países, as farmácias não vendem sequer um analgésico sem prescrição médica. Logo, caso haja um imprevisto, você precisará levar seu filho a uma consulta.

18. Dores de ouvido
Sim, elas são supercomuns em viagens, seja de carro, seja de avião. “Diferenças de pressão no ouvido interno podem provocar dor. O ato de mamar, chupar chupetas e mascar chicletes pode minimizar ou evitar o transtorno”, explica o pediatra José Gabel.

19. Como evitar os enjoos
Em viagens para o litoral, a descida da serra e o ziguezague do carro, e em rotas de avião, a diferença da pressão podem estimular náuseas e vômitos nos adultos e nas crianças. “Uma dica é fazer refeições preferencialmente frias e em pequenas quantidades. Ou então tomar algum remédio que evite o enjoo, receitado pelo pediatra”, esclarece o médico José Gabel. Vale saber: ficar de estômago totalmente vazio também é tão nocivo quanto comer demais.
20. Hoteis 

Prefira hotéis que ofereçam espaçao para diversão, com playground, piscina, campo, quadra de esporte, etc;
Verifique tambem, se você precisará de um berço ou cama extra, infomr -se sobre as regras do hotel, como o que as crianças ficam autorizadas a consumir do serviços de quarto, bar, restaurante e ect.






Pode parecer absurdo, mas é isso mesmo: “Férias sem Filhos”. Existem alguns casais que resolvem, quando saem de férias, simplesmente não levar os filhos. Alegam que precisam de um tempo para curtirem uma pouco a vida de marido e mulher.

Por um lado, essa atitude pode ser uma grande oportunidade para os pequenos ficarem perto dos avos, quando este se disponibilizam para tal ajuda.

Agora, o que não entra na minha cabeça, é como esses pais conseguem divertir-se sem os filhos por perto. Não tenho nada contra férias do casal. Particularmente não consigo separar a ideia de Plenitude e Felicidades sem a presença dos filhos.

Quando se é mãe, parte dela se exterioriza na pessoa dos filhos, e, como tal, quem poderá estar bem faltando-lhe uma parte? É uma incompletude total.

Não raro, alguns pais consideram a necessidade de se ter uma vida paralela a dos filhos, estabelecendo programas a dois, sem a presença deles. Respeito a posição de tais genitores, mas entendo e compreendo que a prole não pode viver paralelamente.

Os pais podem ter uma vida saudável sem absoluta necessidade da ausência dos filhos. Alias, a necessidades deles não poderá ser medida pela dos pais.... A fragilidade infantil requer alicerces fortes e esse alicerce está na presença constantes dos pais. 

Os pais deveriam pensar, é que, a partir do momento que os filhos surgem, não existe mais casal sozinho. A vida mudou, tanto para cosias boas e não tão boas. Não dá para “brincar” de ser um casal sem filhos de novo.

Não consigo imaginar passar um final de semana longe do meus filhos. Como trabalho o dia todo, nas minhas férias quero está o tempo inteiro com eles. Cada minuto que tenho hoje, de sobra, quero ficar com eles.

Penso que quando eles crescerem, viver os momentos a dois com meu marido. Meus filhos nunca atrapalharam a vida nossa de casal, pois quando eles nasceram, surgiu uma nova fase em nossas vidas, e está chama-se FAMÍLIA. Portanto se é para viajar, vamos todos juntos.
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