Ser mãe

Segundo domingo de Maio...

Finalmente, o Dia das Mães...
Nos comerciais de TV, há como que uma magia no ar, tudo se reveste de beleza, tudo é amor...
Para mim, não há como fazer uma peroração...
A palavra mãe vem sempre carregada com dois discursos:
O primeiro é da felicidade incomparável, superlativa, superior e sobrenatural. Maternidade dá sentido à existência. Ser mãe proporciona múltiplas formas de expressar o mesmo sentimento.
O segundo, contraditoriamente, é o do sacrifício, o do famoso ditado: “ser mãe é padecer no paraíso”.
Mãe é algo tão nobre e Divino, que desfruta alegrias plenas mesmo nas dores do parto...
É carregar “os filhos problemas”, verdadeiros fardos existenciais, como quem sobe um calvário de forma voluntaria e feliz.
Mas uma coisa é certa, NEM TODAS AS MÃES NASCERAM PARA SER MÃE.
O simples fato de parir não quer dizer que você é mãe.
Mãe não se faz, não se treina, não se improvisa. Não se define, pois definir é limitar.
Mãe é simplesmente MÃE...
Maternidade é muito mais que gestar e parir. Maternidade é viver em prol do outro que você nem sabe como vai ser, mas já ama deste o momento que sabe que existi.
Não quero ser aquela mãe perfeita do comercial de TV.
Quero ser a Mãe...
Do abraço...
Do beijo...
Da desculpa...
Do perdão...
Do autodescobrimento dos erros...
Das brigas de Amor...
Do companheirismo...
Quero ser a Mãe que esteja no coração de meus filhos, para que um dia eles tenham orgulho de me terem como Mãe.

Acho que a Mãe amiga dos meus filhos, que eu quero ser.
Para vocês um FELIZ DIA DAS MÃES.



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