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Cantinho da Li



A campanha de vacinação contra gripe começa dia 5 em todo o País. Idosos, crianças entre seis meses e dois anos, trabalhadores, gestantes, indígenas terão até dia 25 de maio para ir a um dos 65 mil postos para receber o imunizante. Este ano, pela primeira vez, a população prisional também será vacinada. A meta é imunizar pelo menos 80% do público alvo, equivalente a 30,1 milhões de pessoas.


"A vacina é segura. Ela não causa gripe depois da aplicação", garantiu o secretário de Vigilância do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Pessoas com alergia a ovo, doenças agudas, febre ou com problemas neurológicos devem procurar o médico antes de se vacinar, para avaliar o que deve ser feito.



Crianças menores de dois anos que nunca foram vacinadas contra gripe devem receber duas doses, com intervalo de um mês entre cada uma. Aquelas que receberam o imunizante no ano passado precisam apenas de uma dose. A vacina deste ano, produzida pelo Instituto Butantã, é feita com cepas de três vírus, incluindo o que provocou a pandemia em 2009, o H1N1.



O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirma não ser obrigatória a apresentação da carteira da vacinação. Ele, no entanto, aconselha que população vá com documento, para, se necessário, atualizar as outras vacinas. Em 2011 foram registradas 53 mortes provocadas por gripe, um número 64,1% inferior ao que havia sido registrado em 2010, quando 148 óbitos foram comprovados. No mesmo período, o número de casos graves teve redução de 44%. Ano passado, foram 5.230.

Fonte: Ministério da Saúde



No dia 28 de abril, comemoramos o dia da Sogra. Não podia deixar esse tema tão polêmico passar.

A palavra sogra vem do latim vulgar socra, que substituiu o latim clássico socrus, que significa mãe do marido, em relação à mulher; ou mãe da mulher, em relação ao marido. A palavra ganhou a sua versão masculina posteriormente. Primeiro foi originada a palavra sogra no feminino, pois as noras e as sogras passavam muito tempo juntas, devido à realização das atividades domésticas. Por isso, eram gerados conflitos e desavenças.

Outro dia conversando com meu marido, que é psicólogo ele me falou que as relações sogra-nora, sogra-genro são as mais complicadas, e que é as explicações teóricas têm base em Freud no seu complexo de Édipo. “A mãe é o primeiro objeto de amor de filhos e filhas”, lembrou-me ele. Mãe que um dia vira sogra. “Há casos em que a mãe disputa com a nora o seu filho; em outros, a mãe pode estar tomando as dores da filha” E segundo ele no conceito-chave do freudismo, o complexo de Édipo, que se busca entender não só as relações com a sogra, mas também por que homens e mulheres buscam cônjuges parecidos com seus genitores.

Dos 3 aos 5 anos, diz a teoria, há um momento em que os “meninos estão apaixonados pela mãe, e meninas, enamoradas pelo pai” “Quando se avança na idade, o destino é sucumbir à repressão e isso fica no inconsciente, mas surge efeito mais tarde, quando procura-se alguém parecido com o genitor”

Baseado nesses dois fatos a origem da palavra e explicação Freudiana, cheguei à conclusão que essa rivalidade, não é algo programado, não se dá de forma consciente, mas sim à revelia da vontade, porque de fato eles (sogra e genro ou sogra e nora) gostariam de se dar bem.

E uma coisa certa, não tem como fugir … se você tem filhos, já se considere uma sogra do Futuro. E prepare-se para eterna batalha Sogras X Noras.

Encontrei esse manual e vou guardar para quando chegar a minha vez:

Somente dar opiniões quando for solicitada,
Não fazer comparações de como criou os filhos;
Não fazer comparações entre os filhos, noras e genros;
Sempre, SEMPRE, ligar antes da visita e não ficar de choro se não for possível te receberem;
Não fazer drama, nem chorar só para chamar a atenção;
Nunca jogar na cara o que fez pelos filhos, todos os sacrifícios na vida, financeiro etc.;
Não desautorizar filhos, noras e genros na frente de um neto;
Não ficar fazendo fofoquinhas pelas costas de um filho para outro filho;
Ter em mente que o que funciona para mim não funcionar para o outro;
Não querer ser a DONA DA VERDADE;
Ser humilde;
Respeitar as escolha dos meus filhos;
Se tiver problema com alguém, falar diretamente e com educação;
Dizer por favor, obrigada, com licença;
 Ajuda só se for de coração
 Amar e mimar muito os netos e ter consciência que mimar não é estragar.

Seguindo esses cuidados, um pouco de distância, inteligência e educação é possível tornar a relação com a sogra menos delicada. E se você tem uma sogra que é uma mãe (não é o meu caso, que fique bem claro), aproveite a data e ligue parabenizando-a.
Eu sempre vou ser suspeita ao falar dela. Para mim ela é a Gravida do Ano.
Então gente, no mês de maio a Grazi Massafera mostrará seu barrigão da gravidez em um ensaio fotográfico para a “TPM”. Na entrevista à publicação, a atriz falou sobre a primeira gestação.
“Quando a ficha caiu vieram muitas questões: vou dar conta? Vou ser boa mãe? Que mundo é este em que vou colocar uma criança? Um dia parei em frente ao espelho e falei: ‘Grazi, chega. É uma criança, é alegria, é amor’”
Em entrevista para a revista TPM, Grazi confessou o medo pela gravidez, mas disse ser um medo gostoso, que remete a uma ansiedade materna para receber ao mundo o fruto de seu amor com o maridão. Envolvida como nunca na relação com Cauã, a loira conta que o sentimento de criar uma família é inexplicável, que está animada com a ideia.
Após a entrevista, uma sessão de fotos ousadas, mostrando Sofia, ainda dentro da barriga da mamãe, esbanjando maternidade e beleza. Todo o ensaio e entrevista você encontra na edição 120 da Revista TPM.



Fonte: www.contamais.com.br

Dias das mães se aproximando, resolvi convidar algumas amigas para falarem um pouco sobre suas experiencias como mãe.

Assim que recebi o texto da Mary Karla, comecei a debulhar-me em lagrimas. Sem querer imaginei-me vivenciando o que ela passará.
Ao optarmos ser Mãe, tiramos uma força não sei de onde, para dar-mos a volta por cima dos obstáculos que encontramos. Ser Mãe é uma forma de amor, que não encontro adjetivos para expressa-la. Ser mãe é a dedicação exclusiva mais gratificante da nossa vida.

“Um dia fui surpreendida com um pedido de Liene para que escrevesse um texto sobre minha experiência de ser mãe. Achei o máximo porque hoje em dia este é meu assunto preferido.


Fui mãe aos 31, e isso foi uma surpresa muito grande pra mim e todos que me conheciam ao ponto de saber que ser mãe nunca tinha feito parte dos meus planos, como faz para a maioria das mulheres. Jamais pensei que viveria esta experiência fantástica!!!

Desde o primeiro momento que descobri aquele ser dentro de mim eu o amei, e naquele momento já me senti mãe... é, descobri que ser mãe começa naquela hora e não após o parto! Pensei em tudo que precisava fazer pra que ele se desenvolvesse normalmente, a começar pela mudança da minha alimentação.

Estava no primeiro mês, e nem deu tempo de comemorar, fui surpreendida com um pequeno sangramento no momento que estava na recepção para meu primeiro ultrason. Segundo a médica (monstra) que fez o exame naquele dia "eu estava tendo um aborto" e quando perguntei porque estaria acontecendo isso a resposta que tive foi "porque Deus quer". Era noite, saí da clinica arrasada e fui pra casa. No dia seguinte liguei pra minha GO, que mandou procurar um serviço de Urgência e depois levar todos os exames pra ela. Só então recebi orientações claras sobre o que estava acontecendo. Um descolamento de placenta, que podia ter causa hormonal (podendo ser corrigida com repouso e hormônio, além de medicamento que evitaria contrações) ou alguma má formação (e neste caso poderia ocorrer a expulsão pelo próprio organismo, o tal do aborto espontâneo). Foi muito tranquilizante naquele momento saber que havia sim algo que podia ser feito pra salvar meu bebê, e no que dependesse de mim não pouparia esforços! Foram dois meses de repouso absoluto, várias USG, até finalmente receber a noticia que estava tudo ok.

Nossa, que alegria!!! E por falar em USG, como eu adorava quando fazia este exame e via meu filhotinho cada vez maior, mais forte e perfeito... Voltei ao trabalho e dois meses depois acabei precisando me afastar mais uma vez (e desta vez até o final da gestação), sem conseguir caminhar direito, com dores terríveis no ciático. A esta altura, apesar do medo, já tinha decidido que queria o parto normal com analgesia, e minha GO disse que tudo indicava que teria esta possibilidade.

Chegou o grande dia, as dores começaram logo após o almoço, rápidas cólicas bem espaçadas, que foram ficando mais fortes e menos distantes ao longo da tarde, até chegarem com intervalos de 5 minutos.. Ansiedade, dor, medo... cheguei na maternidade já com a dilatação necessária, e fui direto para o centro cirúrgico. Lembro que o único profissional que eu queria naquele momento era o anestesista. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... Depois daquela aplicação na coluna tudo foi perfeito, as dores cessaram completamente, conversei durante todo o parto, não precisei fazer força, e tive minha irmã do meu lado o tempo todo registrando aqueles momentos, que foram os mais importantes da minha vida... E ele chegou, lindo, perfeito, chorando... até hoje quando lembro é uma sensação surreal, imagine naquele instante!

Assistindo ao vídeo vejo a minha cara de boba ao ter eles nos braços pela primeira vez. O amor, que já imenso, é multiplicado por infinito! Logo comprovei as vantagens do parto normal.

Começou então uma nova etapa, se mãe de um bebê fora da barriga... Amamentar, minha meta estabelecida para, no mínimo, os primeiros 6 meses. Não pensei que era tão difícil! As dores na mama, fissuras no seio, leite "empedrado", leite vazando, passar dia e noite alimentando a cada hora e meia (sim, este era o ritmo do meu bebê). Emagreci muito, e aos trancos e barrancos, com muito orgulho, prazer e consciência de que estava fazendo o melhor pra ele, eu consegui cumprir a minha meta, que é tão recomendada pelos médicos, e curiosamente tão criticada pelas pessoas (uma surpresa pra mim!). Michelzinho parecia um touro de tão gordinho, só com o leitinho de mamãe. kkkkkkkkk... Foi chegando a hora de voltar ao trabalho, e a preocupação de passar pra terceiros os cuidados que por 6 meses foram só meus. Hora de deixar de tomar apenas o leitinho de mamãe e começar a introduzir outros alimentos. A primeira sopinha foi devorada como se ele sempre tivesse comido aquilo. 
Pelo menos com comida nunca precisei me preocupar, o bichinho é bom de boca, graças a Deus! kkkkkkkkkkk... 

No hotelzinho quem teve mais dificuldade para acostumar? EU!!! kkk.. quando chegava lá ele nem lembrava que tinha mãe. kkkkkkkkkkk.. Aos nove meses caminhou, ou melhor, correu! hehehehe... com um ano e dois meses interrompi definitivamente a amamentação, não estava mais conseguindo manter, já que não dormia a noite inteira e no outro dia tinha que trabalhar... saí chorando do consultório da pediatra no dia que conversei com ela sobre isso, e ele mais uma vez me surpreendeu, passei pó de café no seio, e desde o primeiro momento ele não quis mais. 5 dias de muito leite acumulado, amarrada com ataduras como se fosse uma múmia... kkkkkk.. E assim cortamos o vínculo alimentar.

Logo veio o primeiro "mamãe", e rapidamente ele aprendeu outras palavras... com um ano e meio já tinha a vocabulário razoável, e eu super orgulhosa com o desenvolvimento dele. Agora com dois anos e cinco meses, conversador, independente e teimoso... Como dá trabalho!!! Como dá alegrias!!! Como dá prazer!!! Como sou feliz por ter ele!!!
E como é difícil ser mãe, ter difícil tarefa de educar... quanto medo e quantas dúvidas rondam nossos dias... mas a natureza é perfeita, e hoje quando olho pro meu filho e vejo esta criança cheia de vida, e que tem me ensinado tantas coisas, me sinto forte e me encho de coragem pra continuar cumprindo meu papel com a certeza de que estou fazendo o melhor pelo grande amor da minha vida.”




Mary Karla Maia





O Supremo Tribunal Federal, na ultima quinta-feira, dia 12, encerrou uma discussão que, durante oito anos, foi objeto de acalorados debates entre os ministros daquela Casa. Por 8 votos a 2, ficou decidida a legalização do aborto nos casos de estupro, o risco de vida para gestante e agora, ante os fenômenos patológicos de Anencefalia (quando a criança se apresenta sem cérebro). Em qualquer outra situação a pratica abortiva é crime, sujeito a pena de 3 a 10 anos de reclusão. Vale salientar que o STF delegou à mulher a decisão de optar ou não em levar adiante a gravidez.



Considerando que grande parte da sociedade brasileira acredita na existência da vida, em potencial, a partir da concepção, somos favoráveis a decisão da Suprema Corte, por acreditarmos que os direitos maternos devem ter primazia nestes casos. Numa breve e dolorosa regressão ao passado, em 2009 passei pela experiência - para mim amarga e difícil – de ter detectado, na 12ª Semana de Gestação, através de exames específicos, que carregava, no ventre, um bebe cujo coraçãozinho não batia. Não obstantes as coligas severas, por orientação médica tive que esperar 10 longos dias para que o organismo, naturalmente rejeita-se o feto. Afetada psicologicamente por saber que trazia dentro de mim, um ser sem vida, imaginava através da pobre comparação, como seria atravessa 40 semanas consciente que daria luz a um Bebe que pouco viveria, no caso anencéfalos ... e isso me consolava. Meditava muito em torno desse grave problema e do drama dessas mães.
Hoje, acompanhando as discussões, sobre a Anencefalia, e relembrando do meu drama de 10 dias apenas, pergunto: Faz sentido estender o sofrimento da mãe e da família? O embrião, caso nada sinta ou sofra, merece viver descerebrado? A mulher merece ser condenada ou ser infeliz por causa do feto? A mulher que não optou em ser estuprada, não deve ter o direito de escolher ante uma gestação dessa natureza?

Contudo outro fato é preocupante! Como será o futuro? Essa decisão poderá abrir precedente para, nos porvir, os pais decidirem em não permitir a luz, por exemplo, de um filho cego? Mutilado? A justiça poderá, ou quererá impedir, que pela mesma porta que se adentrou a Anencefalia com vistas a sua legalização, não se adentrem outras enfermidades congênitas, com o mesmo propósito, respaldadas no Direito de escolha dos pais? Só o futuro dirá.
Todavia, como o problema já está decidido com o batimento do Supremo martelo, compete agora aos pais, em especial as mães, baterem por sua vez, o martelo no tribunal da própria consciência. 

A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
A Páscoa representa a vitória da vida sobre a morte, o sacrifício pela verdade e pelo amor .Jesus demonstrou que não se consegue matar as grandes idéias renovadoras, os grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da Vida.

Quando era criança sempre me perguntava por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?
Pois bem, o dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").Então a páscoa pode cair em qualquer domingo entre 22 de março e 25 de abril.


Curiosidade: No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

Fonte: http://www.jesusvoltara.com.br
          http://wwwusers.rdc.puc-rio.br
         http://www.mundoeducacao.com.br




A infância é a fase ideal para começar a promover o esporte, pois é nesta fase que as crianças têm mais vitalidade, força e motivação para fazê-lo. Todas as crianças gostam de pular, de correr, de saltar. Um esporte é a atividade perfeita para que elas possam canalizar esta energia com disciplina e de forma a desenvolverem as suas capacidades físicas e mentais. E claro, divertirem-se!



Benefícios do esporte

  • Ajuda a manter o peso e a evitar a obesidade;
  • Aumenta o nível de colesterol bom
  • Melhora a agilidade, a força, os reflexos, a velocidade e aumenta e fortalece a resistência;
  • Reduz a ansiedade e a depressão;
  • Aumenta a auto-estima;
  • Ajuda a tomar consciência dos cuidados que se devem ter com o corpo;
  • Fortalece os músculos e os ossos;
  • Pode ajudar a corrigir problemas físicos;
  • Ensina a seguir regras;
  • Ajuda na relação com outros;
  • Ajuda a ingressar na sociedade, tornando as pessoas menos individuais;
  • Promove a criação e regularização de hábitos;
  • Ajuda a coordenar os movimentos;
  • Estimula a higiene e a saúde;
  • Ajuda a dormir melhor e a lidar com os pequenos desafios do dia-a-dia.

São imensos os benéficos de se fazer um esporte. Contudo, as crianças devem, acima de tudo, divertir-se a fazê-lo.
Apesar das vantagens resultantes de se praticar exercício físico na infância há que ter muitas precauções com os possíveis efeitos negativos: posturas incorretas, cargas excessivas. Por isso é muito importante que o desporto seja supervisionado e seja ensinado por professores especializados capazes de adaptar a atividade física de acordo com a idade e a condição física dos menores. Tudo isto para evitar que possam surgir efeitos negativos no desenvolvimento da criança.

O esporte preferido da criança

A partir dos cincos anos é aconselhável que a criança pratique vários desportos - um individual e outro em grupo. Deve escolher as opções que mais agradarem à criança e as que fiquem mais perto de casa para que não percam muito tempo no trânsito. A criança deve ainda ter tempo para fazer os trabalhos de casa ou simplesmente para brincar no quintal.
O atletismo ou a natação podem ser uma boa opção para as crianças muito irrequietas. Para as mais perfeccionistas são recomendados os desportos individuais como a ginástica, o tênis ou as artes marciais.
As crianças entre os cinco e os onze anos têm uma boa flexibilidade, músculos fracos, pouca concentração mental e muita mobilidade. Durante esta etapa as crianças brincam muito e devem fazê-lo sem pressões.

Recomendações
Até aos sete anos o que uma criança deve fazer em qualquer desporto é jogar de forma divertida.
Deve evitar as competições pelo menos até aos doze anos.
Não é bom que uma criança seja especializada num desporto muito cedo.
Se a criança praticar um desporto individual é muito importante que complete com um desporto coletivo.
Há que evitar tanto o sedentarismo como a carga excessiva de atividade física.
É aconselhável que a criança seja acompanhada por um médico. É importante que tenha em conta os gostos e interesses do seu filho.





Sábado (31/03/2012) foi a confraternização da turminha de natação lá do colégio de Serginho.


Fonte:
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/criancas-tambem-devem-fazer-exercicios-e-ha-ate-academias-exclusivas-para-elas
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1870-350X2009000200004&script=sci_arttext
http://www.moreirajr.com.br/revistas.asp?id_materia=1960&fase=imprime
http://www.motricidade.com/index.php/revista-motricidade/53-rendimento/238-esporte-infantil
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