20 anos sem Ayrton Senna


Lembro-me que aquela manhã de 1 de maio estava chuvosa como hoje, mas naquele dia tinha a difícil missão de acompanhar o cortejo fúnebre de uma amiga de infância, Magali. Estava triste com sua partida e tinha esperança que assistindo a corrida de Fórmula I naquele dia melhoria meu astral. Mas foi o contrário aquele fatídico acidente no GP de Imola (Itália), curva bateu contra o muro na Curva do Tamburello, e poucas horas depois sua morte foi confirmada.

Quantas alegrias ele proporcionou aos brasileiros. Segundo os gregos herói era o nome dado aos grandes homens divinizados. Aquele que se distingue por seu valor e suas ações. No nosso dicionário essa palavra significa homem notável por sua coragem, feitos incríveis, generosidade e altruísmo. Então, Ayrton Senna foi um verdadeiro herói. 

Foram 41 vitórias, 65 pole position e várias ultrapassagens incríveis. Sobre a pista molhada demonstrava grande habilidade, e não tem como esquecer as suas antologicas corridas em Mônaco, que até hoje detém o recorde de vitórias no GP desse Principado.

Naquele 1 de maio de 1994 morria o ídolo e nascia o mito, Senna foi veloz e rápido como um cometa. 
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